FESTIVAL DE RECORDES – ECOS DO FESTIVAL

Festival de Recordes de 1970 com a colaboração do “acervo dos Sanchez”, quando da inauguração da raia olímpia da Marginal Pinheiros. 2,5 km de reta entre a entrada da Rodovia Castelo Branco e a Ponte do Jaguaré.

01


Expedito Marazzi e o Lorena-VW Spyder

Opala #51/Valvoline de Carlos Alberto Sgarbi

Carretera Chevy Corvette de Antonio Versa

Fusca 1600 cc de Josil José Garcia

Protótipo Amato-Ford de Salvatore Amato

Luis Landi e Ferrari Corvette

 

Festival de Recordes – 1970

1. Camillo Christófaro
Chevrolet Corvette – 236,737 km/h

2. Alcides Diniz
Lamborghini Miura 400/S – 224,413 km/h

3. Luis Pereira Bueno
Galaxie 7.000 – 198,192 km/h

4. Eduardo Celidônio
Snob’s Corvair – 194,886 km/h

5. Luis Landi
Ferrari Corvette 4.500 – 192,978 km/h

6. Carlos Alberto Sgarbi
Chevrolet Opala 3.900 – 189,074 km/h

7. Aldo Pugliesi
Puma 1.600 – 177,572 km/h

8. Expedito Marazzi
Protótipo VW – 174,900 km/h

9. Antonio Versa
Chevrolet Corvette 4.500 – 174,832 km/h

10. Anatole Cirello
Volks 1.700 – 171,635 km/h

[reprodução/acervo Augusto Sanchez]

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

46 comentários em “FESTIVAL DE RECORDES – ECOS DO FESTIVAL

  • 19 de setembro de 2008 em 17:36
    Permalink

    Olhando o “santo-antônio” do “belo” Lorena-Spider do Prof. Expedito Marazzi, sinto que o mesmo deveria ter sido patrocinado pela Fundição Tupy, a fim de divulgar suas conexões para tubulações prediais.

    Resposta
  • 19 de setembro de 2008 em 17:36
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    Olhando o “santo-antônio” do “belo” Lorena-Spider do Prof. Expedito Marazzi, sinto que o mesmo deveria ter sido patrocinado pela Fundição Tupy, a fim de divulgar suas conexões para tubulações prediais.

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  • 19 de setembro de 2008 em 18:45
    Permalink

    Como meu monitor está ruim, não dá para ver bem a cor do “santo-antônio” do Lorena-Spider. Se for esbranquiçada, o patrocínio poderia ser de outra empresa catarinense, a Tigre … Comparada com esse “protótipo”, a carretera do Antonio Versa (Santilli) parece um Bentley zero km.

    Resposta
  • 19 de setembro de 2008 em 18:45
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    Como meu monitor está ruim, não dá para ver bem a cor do “santo-antônio” do Lorena-Spider. Se for esbranquiçada, o patrocínio poderia ser de outra empresa catarinense, a Tigre … Comparada com esse “protótipo”, a carretera do Antonio Versa (Santilli) parece um Bentley zero km.

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  • 19 de setembro de 2008 em 19:11
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    Se conhecí bem o Marazzi, nem Tigre era.
    Depois da BLU, isto é um banho de água fria.
    Preciso de um duplo ! Beber prá esquecer…

    Resposta
  • 19 de setembro de 2008 em 19:11
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    Se conhecí bem o Marazzi, nem Tigre era.
    Depois da BLU, isto é um banho de água fria.
    Preciso de um duplo ! Beber prá esquecer…

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  • 19 de setembro de 2008 em 20:57
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    Este protótipo Lorena Spyder do Mestre Marazzi era um festival de equívocos.
    Observem as estranhíssimas caixas de farol na dianteira, o Santantonio de PVC (marca Tigre, talvez…), o tubo para reabastecimento, as lanternas traseiras, uma quadrada na esquerda e duas redondas na direita. Sem contar a pintura dourada feita a tubos de aerosol…
    A única coisa correta são as rodas “Castelinho”, um must da época!
    E contar que essa “koisistraña” havia participado dos 1.500 Km de Interlagos neste mesmo ano, não me lembro o nome dos “intrépidos pilotos”…

    Resposta
  • 19 de setembro de 2008 em 20:57
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    Este protótipo Lorena Spyder do Mestre Marazzi era um festival de equívocos.
    Observem as estranhíssimas caixas de farol na dianteira, o Santantonio de PVC (marca Tigre, talvez…), o tubo para reabastecimento, as lanternas traseiras, uma quadrada na esquerda e duas redondas na direita. Sem contar a pintura dourada feita a tubos de aerosol…
    A única coisa correta são as rodas “Castelinho”, um must da época!
    E contar que essa “koisistraña” havia participado dos 1.500 Km de Interlagos neste mesmo ano, não me lembro o nome dos “intrépidos pilotos”…

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  • 20 de setembro de 2008 em 01:12
    Permalink

    Joaquim,
    Estou me segurando desde que vc colocou esta “coisa” em pauta ! Uma vergonha para ser esquecida !
    Esta prova foi um absurdo, demonstração clara da incompetência e irresponsabilidade dos cartolas, participantes e expectadores !
    Não entendo até hoje como não morreu ninguém.
    Mas daí a chamar o Marazzi de “Mestre” já é um pouco demais, né ? Ele era um puta cara legal, mas tremendo braço-duro e completamente desmiolado.
    E chamar esta bosta de “protótipo”, só pode ser gozação ! Vamos modificar isto para sucata serrada ?
    Se houvesse alí alguém com um mínimo de juízo, teria impedido o Marazzi de ligar o motor desta porcaria.
    E de várias outras desgraças que apareceram por lá.
    Abraços !

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 01:12
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    Joaquim,
    Estou me segurando desde que vc colocou esta “coisa” em pauta ! Uma vergonha para ser esquecida !
    Esta prova foi um absurdo, demonstração clara da incompetência e irresponsabilidade dos cartolas, participantes e expectadores !
    Não entendo até hoje como não morreu ninguém.
    Mas daí a chamar o Marazzi de “Mestre” já é um pouco demais, né ? Ele era um puta cara legal, mas tremendo braço-duro e completamente desmiolado.
    E chamar esta bosta de “protótipo”, só pode ser gozação ! Vamos modificar isto para sucata serrada ?
    Se houvesse alí alguém com um mínimo de juízo, teria impedido o Marazzi de ligar o motor desta porcaria.
    E de várias outras desgraças que apareceram por lá.
    Abraços !

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  • 20 de setembro de 2008 em 07:43
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    O Santo Antonio do Lorena devia ser de PVC mesmo, mas não devia ser de marca conhecida que são caros. O MArazzi aprontou o carro na casa dele com pressa para participar, ficou aquela coisa.

    O protótipo Amato deve ser o mesmo que era do falecido Chupeta e que foi vendido a um blogueiro aqui. Se for é um Macon FFord alargado para biposto.

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 07:43
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    O Santo Antonio do Lorena devia ser de PVC mesmo, mas não devia ser de marca conhecida que são caros. O MArazzi aprontou o carro na casa dele com pressa para participar, ficou aquela coisa.

    O protótipo Amato deve ser o mesmo que era do falecido Chupeta e que foi vendido a um blogueiro aqui. Se for é um Macon FFord alargado para biposto.

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  • 20 de setembro de 2008 em 08:35
    Permalink

    Já as outras fotos trazem outras boas recordações:
    O Opala 51 branco me relembra meu velho Opala 72, 2.5 litros, três marchas na coluna, freios a tambor, também branco e com duas faixas preto fosco no capô, como mandava a época. Ah, e as rodas Envemo (Italmagnésio?) como era de lei..
    Já o fusca remete a alguns dos mandamentos dos boys de então:carburação dois Solex 32 simples, comandinho P-2, um pentelhonésimo de rebaixamento de cabeçote, saída de escape quatro-em-um (podia ser também aquela Kadron, de lado…. tinha uns mais enjoados que usavam o avanço da Kombi…e aquela tampa do motor levantada era um charme adicional…
    Quanto ao protótipo Amato tive a rara felicidade de ir resgatá-lo este ano – o chassi, melhor dizendo, oriundo de um Macon inglês de F-Ford, pois a carroceria era completamente outra…
    Está aguardando recuperação em SP.

    Isso aí…

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 08:35
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    Já as outras fotos trazem outras boas recordações:
    O Opala 51 branco me relembra meu velho Opala 72, 2.5 litros, três marchas na coluna, freios a tambor, também branco e com duas faixas preto fosco no capô, como mandava a época. Ah, e as rodas Envemo (Italmagnésio?) como era de lei..
    Já o fusca remete a alguns dos mandamentos dos boys de então:carburação dois Solex 32 simples, comandinho P-2, um pentelhonésimo de rebaixamento de cabeçote, saída de escape quatro-em-um (podia ser também aquela Kadron, de lado…. tinha uns mais enjoados que usavam o avanço da Kombi…e aquela tampa do motor levantada era um charme adicional…
    Quanto ao protótipo Amato tive a rara felicidade de ir resgatá-lo este ano – o chassi, melhor dizendo, oriundo de um Macon inglês de F-Ford, pois a carroceria era completamente outra…
    Está aguardando recuperação em SP.

    Isso aí…

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  • 20 de setembro de 2008 em 10:38
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    Tenho as fotos do Amato desmontado na casa do Chupeta. Se o Saloma quiser posso enviar. Seria bom para arquivo quando o carro estiver pronto e for postado aqui.

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 10:38
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    Tenho as fotos do Amato desmontado na casa do Chupeta. Se o Saloma quiser posso enviar. Seria bom para arquivo quando o carro estiver pronto e for postado aqui.

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  • 20 de setembro de 2008 em 10:38
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    Roberto Zullino , eu não sabía , o Chupeta morreu quando e como ?

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 10:38
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    Roberto Zullino , eu não sabía , o Chupeta morreu quando e como ?

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  • 20 de setembro de 2008 em 11:03
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    O Marazzi era doidão mesmo e meio braço duro, mas era um cara antenado e tinha acesso a uma cultura automobilistica superior pela função de jornalista da Quatro Rodas.

    Ele se inspirou no Piero Taruffi e suas aulas aqui trazido pela Quatro Rodas. Assisti as aulas do Taruffi de bicão, nem carta tinha na época.

    O livro do Taruffi é uma absoluta maravilha em termos de teorias de tomadas, traçados, trocas de marcha, enfim, tudo que se referia à corridas. Um capolavoro mesmo. É interessante que o Taruffi não foi nenhuma unanimidade da época dele, mas todos reconheciam sua esperteza, o ingleses o apelidaram de Silver Fox, raposa prateada, primeiro pela cor dos cabelos, brancos desde a mocidade e raposa pela sagacidade. Mesmo tendo ganho apenas uma MM, foi o melhor professor e escritor de técnicas de automobilismo.

    O Marazzi absorveu parte dos ensinamentos e montou a escolinha dele com bastante sucesso, ele sabia ensinar.

    Apenas para não perder a piada, não se aplica muito aos dois: “quem sabe faz, quem não sabe ensina.”

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 11:03
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    O Marazzi era doidão mesmo e meio braço duro, mas era um cara antenado e tinha acesso a uma cultura automobilistica superior pela função de jornalista da Quatro Rodas.

    Ele se inspirou no Piero Taruffi e suas aulas aqui trazido pela Quatro Rodas. Assisti as aulas do Taruffi de bicão, nem carta tinha na época.

    O livro do Taruffi é uma absoluta maravilha em termos de teorias de tomadas, traçados, trocas de marcha, enfim, tudo que se referia à corridas. Um capolavoro mesmo. É interessante que o Taruffi não foi nenhuma unanimidade da época dele, mas todos reconheciam sua esperteza, o ingleses o apelidaram de Silver Fox, raposa prateada, primeiro pela cor dos cabelos, brancos desde a mocidade e raposa pela sagacidade. Mesmo tendo ganho apenas uma MM, foi o melhor professor e escritor de técnicas de automobilismo.

    O Marazzi absorveu parte dos ensinamentos e montou a escolinha dele com bastante sucesso, ele sabia ensinar.

    Apenas para não perder a piada, não se aplica muito aos dois: “quem sabe faz, quem não sabe ensina.”

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  • 20 de setembro de 2008 em 12:04
    Permalink

    M, mas nesta época proliferavam malucos em todos os sentidos nas corridas de rua e construiam os carros mais absurdos que se pode imaginar, veja o exemplo do protótipo de gesso feito em anápolis pelo Jardim, o Caçador de Estrelas que tinha a cabine do piloto a frente do eixo dianteiro com um potente motor V8, imagina se aquilo bate de frente, não sobra nada.
    Este protótipo do Marazzi só de ver pela foto, parece mesmo que era muito mal feito, veja as lanternas traseiras…
    Joaquim, fiz um fusca mais ou menos com a confifuração que você falou hoje, mas é diferente daquela época, quando se pegava um fusquinha 68 e dava um tratozinho, colocando uma dupla, escapamento tipo do puma, rodinhas castelinho e o rebaixava, parece que tinha mais emoção naquela época.
    Jovino

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 12:04
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    M, mas nesta época proliferavam malucos em todos os sentidos nas corridas de rua e construiam os carros mais absurdos que se pode imaginar, veja o exemplo do protótipo de gesso feito em anápolis pelo Jardim, o Caçador de Estrelas que tinha a cabine do piloto a frente do eixo dianteiro com um potente motor V8, imagina se aquilo bate de frente, não sobra nada.
    Este protótipo do Marazzi só de ver pela foto, parece mesmo que era muito mal feito, veja as lanternas traseiras…
    Joaquim, fiz um fusca mais ou menos com a confifuração que você falou hoje, mas é diferente daquela época, quando se pegava um fusquinha 68 e dava um tratozinho, colocando uma dupla, escapamento tipo do puma, rodinhas castelinho e o rebaixava, parece que tinha mais emoção naquela época.
    Jovino

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  • 20 de setembro de 2008 em 12:59
    Permalink

    E aí Águia…cobre do Saloma as imagens…virão em doses homeopáticas. A matéria foi feita em quatro mãos e as imagens estão no acervo dos Sanchez em parceria com o boteco. E são inéditas como as que estão no ar,
    abs
    LS

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 12:59
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    E aí Águia…cobre do Saloma as imagens…virão em doses homeopáticas. A matéria foi feita em quatro mãos e as imagens estão no acervo dos Sanchez em parceria com o boteco. E são inéditas como as que estão no ar,
    abs
    LS

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  • 20 de setembro de 2008 em 14:28
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    Zullino,
    O Marazzi conhecia as próprias limitações !
    Ele dizia: “Faça como eu digo, não faça como eu faço”.
    Nada mais verdadeiro.
    Abraços !

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 14:28
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    Zullino,
    O Marazzi conhecia as próprias limitações !
    Ele dizia: “Faça como eu digo, não faça como eu faço”.
    Nada mais verdadeiro.
    Abraços !

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  • 20 de setembro de 2008 em 15:27
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    Agora que já dissecamos o “lindísimo” Lorena-Spider do Marazzi, cujas soluções aerodinâmicas na área frontal me deixam de queixo caído, e um pouco do Macon-Ford alargado pelo Amato, que tal observar o redesign de Landi sobre uma Ferrari. Lanternas traseiras de Puma que parecem, se não forem idênticas, as das camionetes C-1416 (Veraneio) da GM. Talvez o indivíduo que criou essa Targa talvez tenha inspirado o autor das modificações na carroceria da Maserati 300S da dupla Cianciaruso-Papaleo, ou vice-versa.

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 15:27
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    Agora que já dissecamos o “lindísimo” Lorena-Spider do Marazzi, cujas soluções aerodinâmicas na área frontal me deixam de queixo caído, e um pouco do Macon-Ford alargado pelo Amato, que tal observar o redesign de Landi sobre uma Ferrari. Lanternas traseiras de Puma que parecem, se não forem idênticas, as das camionetes C-1416 (Veraneio) da GM. Talvez o indivíduo que criou essa Targa talvez tenha inspirado o autor das modificações na carroceria da Maserati 300S da dupla Cianciaruso-Papaleo, ou vice-versa.

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  • 20 de setembro de 2008 em 16:04
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    Realmente o Marazzi era figurinha carimbada..
    Ele dava aulas em plena rua, as vezes dentro da Cidade Universitária, no meio do transito..
    Consta que uma vez ele convidou o Zambello para bater o recorde brasileiro de velocidade, com as Alfas GTA, dirigiram se à estrada Rio – Santos, e no auge da tentativa chegou a Policia Rodoviaria Federal, e acabou com a brincadeira, multando-os por excesso de velocidade, pois nem licença eles tinham pedido.
    Alguem sabe se isso é verdade ou lenda??
    Abs

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 16:04
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    Realmente o Marazzi era figurinha carimbada..
    Ele dava aulas em plena rua, as vezes dentro da Cidade Universitária, no meio do transito..
    Consta que uma vez ele convidou o Zambello para bater o recorde brasileiro de velocidade, com as Alfas GTA, dirigiram se à estrada Rio – Santos, e no auge da tentativa chegou a Policia Rodoviaria Federal, e acabou com a brincadeira, multando-os por excesso de velocidade, pois nem licença eles tinham pedido.
    Alguem sabe se isso é verdade ou lenda??
    Abs

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  • 20 de setembro de 2008 em 17:39
    Permalink

    Saloma, por acaso estes carros são aqueles da Divisão Tres que fizeram a figuração do filme do RC a 300 Km por hora?
    Ah e em tempo. A ferrari Blue é linda mesmo.

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 17:39
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    Saloma, por acaso estes carros são aqueles da Divisão Tres que fizeram a figuração do filme do RC a 300 Km por hora?
    Ah e em tempo. A ferrari Blue é linda mesmo.

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  • 20 de setembro de 2008 em 17:54
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    Posso estar enganado, mas parece que Salvatore Amato nem mexeu na carburação do motor Ford Kent 1600 cm3.

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 17:54
    Permalink

    Posso estar enganado, mas parece que Salvatore Amato nem mexeu na carburação do motor Ford Kent 1600 cm3.

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  • 20 de setembro de 2008 em 18:39
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    A quem perguntou onde era. Marginal do pinheiros sentido cebolão interlagos entre a ponte do jaguaré e da cidade universitária (mais ou menos, as pontes não eram a referência)

    Resposta
  • 20 de setembro de 2008 em 18:39
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    A quem perguntou onde era. Marginal do pinheiros sentido cebolão interlagos entre a ponte do jaguaré e da cidade universitária (mais ou menos, as pontes não eram a referência)

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  • 20 de setembro de 2008 em 20:56
    Permalink

    Luca,
    Abaixo a nota que saiu no site da Fasp: http://www.faspnet.com.br/noticia_exibe.php?noticia_id=2599

    Falecimento de Adalberto Ayres de Correia Pinto Júnior, conhecido como Chupeta
    10/12/2007 | 249 visualizações, incluindo a sua.

    Faleceu nesta madrugada o nosso amigo Chupeta, Adalberto Ayres de Correia Pinto Júnior. O Chupeta teve um acidente vascular cerebral há 15 dias e ficou em coma desde então, nada sofreu.

    Foi piloto profissional desde pequeno, seu pai era piloto de motocicleta e de carros, tendo participado das mais tradiconais provas nacionais de ambas as modalidades do esporte a motor, bem como de motonáutica.

    O Chupeta correu em todas as provas nacionais como Mil Milhas, 500 km, 500 milhas e com carros como Avallone Chrysler, protótipo Macon/Royale/Amato, Stock Car e praticamente de todo e qualquer veículo a motor. Destacou-se em corridas de motocicleta na modalidade velocidade no asfalto e motocross, nesta última conseguido ser campeão brasileiro.

    Iria fazer 49 anos no próximo dia 18 de Janeiro.

    O velório será hoje, dia 09 de dezembro, no Cemitério São Paulo a partir das 11:00. O enterro sera às 17:00 no mesmo cemitério.

    Roberto Zullino e Federação de Automobilismo de São Paulo

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  • 20 de setembro de 2008 em 20:56
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    Luca,
    Abaixo a nota que saiu no site da Fasp: http://www.faspnet.com.br/noticia_exibe.php?noticia_id=2599

    Falecimento de Adalberto Ayres de Correia Pinto Júnior, conhecido como Chupeta
    10/12/2007 | 249 visualizações, incluindo a sua.

    Faleceu nesta madrugada o nosso amigo Chupeta, Adalberto Ayres de Correia Pinto Júnior. O Chupeta teve um acidente vascular cerebral há 15 dias e ficou em coma desde então, nada sofreu.

    Foi piloto profissional desde pequeno, seu pai era piloto de motocicleta e de carros, tendo participado das mais tradiconais provas nacionais de ambas as modalidades do esporte a motor, bem como de motonáutica.

    O Chupeta correu em todas as provas nacionais como Mil Milhas, 500 km, 500 milhas e com carros como Avallone Chrysler, protótipo Macon/Royale/Amato, Stock Car e praticamente de todo e qualquer veículo a motor. Destacou-se em corridas de motocicleta na modalidade velocidade no asfalto e motocross, nesta última conseguido ser campeão brasileiro.

    Iria fazer 49 anos no próximo dia 18 de Janeiro.

    O velório será hoje, dia 09 de dezembro, no Cemitério São Paulo a partir das 11:00. O enterro sera às 17:00 no mesmo cemitério.

    Roberto Zullino e Federação de Automobilismo de São Paulo

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  • 21 de setembro de 2008 em 00:04
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    Luca, infelizmente nosso amigo Adalberto Ayres Jr. o Chupeta teve um AVC em Dezembro ultimo e se foi.

    Resposta
  • 21 de setembro de 2008 em 00:04
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    Luca, infelizmente nosso amigo Adalberto Ayres Jr. o Chupeta teve um AVC em Dezembro ultimo e se foi.

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  • 22 de setembro de 2008 em 10:31
    Permalink

    1970. 28 aos atrás!
    Não podemos julgar a situação de 1970 com os olhos de hoje. Segurança??? O publico em Interlagos sentava no “gramado” na beira da pista, e atravessava ela quando bem queria. Corridas de rua eram comuns, sem estrutura, sem segurança. As equipes eram um grupo de amigos (realmente AMIGOS!!!!) que se juntavam para ajudar um ao outro. Os carros eram feitos de forma amadora. A criatividade andava solta, e surgiram soluções maravilhosas (e para os olhos de hoje, abomináveis). Patrocinio era um amigo que conseguia um jogo de pneus usado. Outra epoca, outra realidade. Hoje se não tiver grana, uma equipe de 100 pessoas, com treinador fisico, nutricionista, alguem para encerar o cão do box, massagista para o piloto, etc, etc, etc, não tem corrida!!!!!! Piloto é piloto, Não entende p…. nenhuma de mecanica!!!!
    Que tempo maravilhoso que passou. Minha felicidade é que eu pude viver isto!!!!!!!

    Resposta
  • 22 de setembro de 2008 em 10:31
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    1970. 28 aos atrás!
    Não podemos julgar a situação de 1970 com os olhos de hoje. Segurança??? O publico em Interlagos sentava no “gramado” na beira da pista, e atravessava ela quando bem queria. Corridas de rua eram comuns, sem estrutura, sem segurança. As equipes eram um grupo de amigos (realmente AMIGOS!!!!) que se juntavam para ajudar um ao outro. Os carros eram feitos de forma amadora. A criatividade andava solta, e surgiram soluções maravilhosas (e para os olhos de hoje, abomináveis). Patrocinio era um amigo que conseguia um jogo de pneus usado. Outra epoca, outra realidade. Hoje se não tiver grana, uma equipe de 100 pessoas, com treinador fisico, nutricionista, alguem para encerar o cão do box, massagista para o piloto, etc, etc, etc, não tem corrida!!!!!! Piloto é piloto, Não entende p…. nenhuma de mecanica!!!!
    Que tempo maravilhoso que passou. Minha felicidade é que eu pude viver isto!!!!!!!

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  • 24 de setembro de 2008 em 08:44
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    Mario,
    Mais tempo ainda.. De 1970 para cá são 38 anos! Eu também pude viver esse tempo.
    Aqui no Rio, nos anos 60, invadíamos a pista antiga no meio da reta. Lembro-me de um cara meio gordinho que era uma espécie de “boi-de-piranha”. O gordinho passava pela cerca e nisso os policiais corriam para por o invasor para fora. Nisso o resto da galera entrava em pesoem outros pontos da reta e nos espalhávamos pelos boxes e pista. Muitas vezes éramos chamados a chacoalhar um DKW na largada para evitar que o óleo (Castrol R40) decantasse da gasolina. Bons tempos … era uma zona deliciosa.

    Resposta
  • 24 de setembro de 2008 em 08:44
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    Mario,
    Mais tempo ainda.. De 1970 para cá são 38 anos! Eu também pude viver esse tempo.
    Aqui no Rio, nos anos 60, invadíamos a pista antiga no meio da reta. Lembro-me de um cara meio gordinho que era uma espécie de “boi-de-piranha”. O gordinho passava pela cerca e nisso os policiais corriam para por o invasor para fora. Nisso o resto da galera entrava em pesoem outros pontos da reta e nos espalhávamos pelos boxes e pista. Muitas vezes éramos chamados a chacoalhar um DKW na largada para evitar que o óleo (Castrol R40) decantasse da gasolina. Bons tempos … era uma zona deliciosa.

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