UMARAS E VEMAG, UMA HISTÓRIA…

Por Umaras…
Amigos, sou um vemaníaco e como tal escrevi o livro DO “AMANHECER AO CREPUSCULO DE UMA CARREIRA PROFISSIONAL” pois queria que as pessoas conhecessem o outro lado do DKW – a fábrica!
Abordo como era viver e trabalhar naquela colossal fábrica a Vemag, com seus 4 mil operarios, dando um duro danado, trabalhando a duras penas para produzir DKWs que até agora as pessoas prezam como reliquias de um tempo vindo e findo.

O livro na verdade é uma autobiografia minha do que ali passei mas na verdade a protagonista é a fabrica Vemag e narro os horrores do que era ali trabalhar, todavia, eu e outros milhares disputavam as tapas essas poucas vagas pq. trabalhar ali era como viver no céu, um paraiso (do ponto de vista dos que estavam de fora, claro) e poderá ler no livro que meu casamento foi condicionado pela namorada (a noiva seria conduzida num DKW) e os pais dela disseram que levar ela para casa, somente seria factivel se ali ingressasse como inspetor de qualidade, teria meu diploma de técnico industrial, um empregão, um mulherão, casa para morar (sogrão iria providenciar a edicula) um carrão (Fissore) dos sonhos da Vania (minha ex futura esposinha), e um salário de dar água na boca.

Vejam o envelope de pagto. do Luiz Braidato (acima), um inspetor , envelope recheado em dinheiro que exibiria à sogrinha para provar que eu merecia tirar ela daquela casa de pais chatos) portanto nao haveria sonho maior para um mortal – aos 18 anos de idade!!!! Durante minhas idas para fazer os testes, (eu morava proximo à fabrica) ficava admirando aquele mundo de DKWs zerinho passando diante do meu nariz com seu motor pipocante e eu sonhava que brevemente tb. estaria pilotando essa maquina de dois tempos com direito então a usufruir uma dondoquinha novinha em folha, com pele alva como leite fresco… que iria alegrar minha mocidade…
Conto com os relatos dos amigos que ali trabalhavam e me contavam suas peripecias, um do terror que eram as enchentes que inundavam a fábrica (foto abaixo).

O operario saia as 10 da noite (puxava horas extras quase obrigatorias) e em dias de chuva pesada ficava retido na fabrica e a mulher do sujeito pensava que estava com alguma amante (nao havia celular nem computador, nada, telefonar da empresa era proibido nada de facilidades)…

Domingo jogo de futebol do Gremio Vemag era quase obrigatorio (domingo a tarde as 13 hs depois das horas extras até o meio-dia num campo de terra batida atras da fábrica próximo à favela de Vila Prudente) e depois comemorar a vitoria ou amargar a derrota na barraca-favela ao lado da fabrica com pinga, cerveja, lingüiça toscana gordurenta com pão amanhecido, sob batucada de sambistas-operarios-jogadores-cantores com voz pastosa…..até o anoitecer..um dia pleno – trabalho e lazer!!!!

No final do livro conto os ultimos dias da Vemag quando o doente estava a beira da morte….em 1967 e a VW tomou conta de tudo e desmantelou a linha DKW sepultando até o nome VEMAG pintado na caixa d’agua. Verá fotos das ruinas da fábrica atualmente que mais parecem cenas de um terremoto devastador…bem, não quero contar o filme!!!
Aguardem os próximos capítulos…

Abraços e um cafezinho Vemag a todos,

Umaras

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

56 comentários em “UMARAS E VEMAG, UMA HISTÓRIA…

  • 30 de agosto de 2008 em 21:05
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    Loucos somos nós que tentamos mostrar para o povo um bastidor da história que poucos ou ninguém conhece!
    É isso…
    LS

    Resposta
  • 30 de agosto de 2008 em 21:05
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    Loucos somos nós que tentamos mostrar para o povo um bastidor da história que poucos ou ninguém conhece!
    É isso…
    LS

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  • 30 de agosto de 2008 em 21:43
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    Vocês não tem idéia do que era trabalhar na Vemag naquela época e o Umaras tem muita coisa para contar. Se vocês conseguirem fazer uma garimpagem na seleção das partes que colocarão aqui, tenho certeza que fará muito sucesso.
    Jovino

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  • 30 de agosto de 2008 em 21:43
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    Vocês não tem idéia do que era trabalhar na Vemag naquela época e o Umaras tem muita coisa para contar. Se vocês conseguirem fazer uma garimpagem na seleção das partes que colocarão aqui, tenho certeza que fará muito sucesso.
    Jovino

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  • 30 de agosto de 2008 em 22:29
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    conheço bem esta história pois meu pai viveu os anos vemag e até hoje vive algumas destas dificuldades e inesquecilvelmente o descaso com a marca DKW que não tem nada à ver com o grupo novo mundo mas isto é uma história muito longa que só vcs que viveram este periodo podem avaliar, já do lado volkswagem tenho alguns parentes que lá trabalhavam desde 1964 hoje todos já aposentados pela empresa oque não ocorreu com os funcionarios da vemag o pessoal da volks tiveram o prazer de ver as novidades que viriam da alemanha como o f102 melhorado que nunca chegou aqui o motor v6 que o sr valdemar gefroaur uns do diretores da vemag não deu atenção e acabou por deixar o jorge letry falando sozinho enquanto na reunião que éra pra decidir se dito motor viria ao Brasil ou não tal cidadão dormiu e pois é senhores por aí vai o que prova que nosso amigo tem 100% de razão pois a marca dkw merecia algo melhor do aquele grupo

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  • 30 de agosto de 2008 em 22:29
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    conheço bem esta história pois meu pai viveu os anos vemag e até hoje vive algumas destas dificuldades e inesquecilvelmente o descaso com a marca DKW que não tem nada à ver com o grupo novo mundo mas isto é uma história muito longa que só vcs que viveram este periodo podem avaliar, já do lado volkswagem tenho alguns parentes que lá trabalhavam desde 1964 hoje todos já aposentados pela empresa oque não ocorreu com os funcionarios da vemag o pessoal da volks tiveram o prazer de ver as novidades que viriam da alemanha como o f102 melhorado que nunca chegou aqui o motor v6 que o sr valdemar gefroaur uns do diretores da vemag não deu atenção e acabou por deixar o jorge letry falando sozinho enquanto na reunião que éra pra decidir se dito motor viria ao Brasil ou não tal cidadão dormiu e pois é senhores por aí vai o que prova que nosso amigo tem 100% de razão pois a marca dkw merecia algo melhor do aquele grupo

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  • 30 de agosto de 2008 em 22:55
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    Parece que estou vendo meu passado. Meu pai trabalhou muitos anos na Vemag até se aposentar.

    Resposta
  • 30 de agosto de 2008 em 22:55
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    Parece que estou vendo meu passado. Meu pai trabalhou muitos anos na Vemag até se aposentar.

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  • 31 de agosto de 2008 em 14:25
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    Meu pai também viveu esta época, que também trabalhava muito, ele era soldador universal geral, seu nome era Sr. Jorge Francisco da Silva, foi um dos pioneiros no lançamento do Fissore,pois a montagem desse veículo na época era artesanal, e eu também conheci esta fábrica, pois naquela época os familiares poderiam visitar , no final de ano nós recebíamos presentes e éramos agraciados com shows no Ibirapuera com direito a cesta de Natal, sorvetes, e mais guloseimas que eram distribuídas a todos filhos de funcionários, apesar dos funcionários darem duro no trabalho a familia tinha este “agrado” no final do ano.
    Infelizmente meu pai foi demitido em 1964 e faleceu em 1966. Mas mesmo assim ainda lembro muito bem deste local, porque trabalhei na Ford por 28 anos e nos anos 80 a Ford estocava material em um dos prédios onde hoje é o Walt Mart, e nos finais de semana estavamos verificando os estoques.
    Ainda tenho saudades daquele tempo.

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  • 31 de agosto de 2008 em 14:25
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    Meu pai também viveu esta época, que também trabalhava muito, ele era soldador universal geral, seu nome era Sr. Jorge Francisco da Silva, foi um dos pioneiros no lançamento do Fissore,pois a montagem desse veículo na época era artesanal, e eu também conheci esta fábrica, pois naquela época os familiares poderiam visitar , no final de ano nós recebíamos presentes e éramos agraciados com shows no Ibirapuera com direito a cesta de Natal, sorvetes, e mais guloseimas que eram distribuídas a todos filhos de funcionários, apesar dos funcionários darem duro no trabalho a familia tinha este “agrado” no final do ano.
    Infelizmente meu pai foi demitido em 1964 e faleceu em 1966. Mas mesmo assim ainda lembro muito bem deste local, porque trabalhei na Ford por 28 anos e nos anos 80 a Ford estocava material em um dos prédios onde hoje é o Walt Mart, e nos finais de semana estavamos verificando os estoques.
    Ainda tenho saudades daquele tempo.

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  • 31 de agosto de 2008 em 14:42
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    Claudia, Claudio José…vem mais coisa por aí…preparem o lenço que as lembranças irão ficar na flôr da pêle…

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  • 31 de agosto de 2008 em 14:42
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    Claudia, Claudio José…vem mais coisa por aí…preparem o lenço que as lembranças irão ficar na flôr da pêle…

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  • 31 de agosto de 2008 em 15:07
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    Saloma, curiosidade: onde que da pra adquirir esse livro?

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  • 31 de agosto de 2008 em 15:07
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    Saloma, curiosidade: onde que da pra adquirir esse livro?

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  • 31 de agosto de 2008 em 16:03
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    Quero ouvir tudo toda ahistoria de ponta a ponta , esses livros sao os llivros que faltam no Brasil , Parabens ! Guilherme Vaz

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  • 31 de agosto de 2008 em 16:03
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    Quero ouvir tudo toda ahistoria de ponta a ponta , esses livros sao os llivros que faltam no Brasil , Parabens ! Guilherme Vaz

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  • 31 de agosto de 2008 em 16:39
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    Milton, Guilherme…a disponibilidade para a galera do livro, partiu do parceiro Jovino, que entrou em contato com o autor UMARAS e vamos colocar no boteco. Acredito que o livro só exista digitalmente. De qualquer maneira vamos continuar a história por aqui, o compadre já tem cadeira cativa no boteco e vai falar muito do assunto conosco…
    abs a todos,
    LS

    Resposta
  • 31 de agosto de 2008 em 16:39
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    Milton, Guilherme…a disponibilidade para a galera do livro, partiu do parceiro Jovino, que entrou em contato com o autor UMARAS e vamos colocar no boteco. Acredito que o livro só exista digitalmente. De qualquer maneira vamos continuar a história por aqui, o compadre já tem cadeira cativa no boteco e vai falar muito do assunto conosco…
    abs a todos,
    LS

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  • 31 de agosto de 2008 em 17:16
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    Minha carreira de caixeiro viajante começou a bordo de uma vemaguete azul 1964 que deixou saudades até hoje…..Conte mais sobre tudo por favor…….
    abraços
    Luiz Carlos

    Resposta
  • 31 de agosto de 2008 em 17:16
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    Minha carreira de caixeiro viajante começou a bordo de uma vemaguete azul 1964 que deixou saudades até hoje…..Conte mais sobre tudo por favor…….
    abraços
    Luiz Carlos

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  • 1 de setembro de 2008 em 09:00
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    Luiz,
    O Grupo Novo Mundo foi o maior acionista da Vemag e quando a Auto Union foi vendida para a Daimler-Benz que, consequentemente, a repassou para a Volkswagem e que não teve interesse em continuar a desenvolver um motor 2T V6 por causa da questão da emissão de poluentes que cada vez mais estava sendo controlada em todo o mundo, passaram a investir num motor 4 T, e também, o governo militar não tinha interesse em seguir uma política implantada pelos governos anteriores (Getulio/JK) que poderia ter resultado na nacionalização da Vemag, por isto, o grupo Novo Mundo (banco novo mundo que já estava capanga) não teve opção a não ser vender a Vemag para a Volkswagem.
    Não fosse isto, poderíamos ter um carro genuinamente brasileiro.
    Jovino

    Resposta
  • 1 de setembro de 2008 em 09:00
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    Luiz,
    O Grupo Novo Mundo foi o maior acionista da Vemag e quando a Auto Union foi vendida para a Daimler-Benz que, consequentemente, a repassou para a Volkswagem e que não teve interesse em continuar a desenvolver um motor 2T V6 por causa da questão da emissão de poluentes que cada vez mais estava sendo controlada em todo o mundo, passaram a investir num motor 4 T, e também, o governo militar não tinha interesse em seguir uma política implantada pelos governos anteriores (Getulio/JK) que poderia ter resultado na nacionalização da Vemag, por isto, o grupo Novo Mundo (banco novo mundo que já estava capanga) não teve opção a não ser vender a Vemag para a Volkswagem.
    Não fosse isto, poderíamos ter um carro genuinamente brasileiro.
    Jovino

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  • 1 de setembro de 2008 em 21:24
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    ao amigo jovino sei que tudo que vc disse é verdade dentro de um contesto técnico porem conheço pessoalmente as pessoas (herdeiras ) e tambem sei que a vemag à uma certa altura do campeonato não passou de uma mera diversão e fonte de renda algo para tirar dinheiro do governo que sonhava com alguma coisa 100% nacional depois companheiro logo na sequencia veio a puma veículos empresa esta que estas pessoas tambem estiveram envolvidas e veja só vc que conhecidencia quebrou tambem pois desta vez o JK já tinho ido estava longe e estava na hora der dar satisfações aos investidores inclusives bancos antigos parceiros do já dito velho grupo financeiro veja bem acredito eu ser incapaz de transmitir aos compnheiros toda a verdade neste momento ao menos que eu colocace tudo isto em livro o que não é muito dificíl porem o que não pode deixar de ser dito é que os carrinhos que puderam proporcionar momentos tão felizes ede orgulho para os brasileiros tambem foram o motivo de tanta tristeza e desolamento para varios pais de familia enquanto alguns enriqueciam por demasiado mesmo sabendo se que não precisavam disto desculpe se falei de mais é que este assunto tem preemente necessidade ser colocado ao vivo e a cores para os mais nóvos para que todos possam entender que um carrinho tão simpático inclusive entrelaçado à imagem de uma nação pode ser destruidosem o menor escrupulo por falta de planejamento e de gastos pessoais exacerbados

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  • 1 de setembro de 2008 em 21:24
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    ao amigo jovino sei que tudo que vc disse é verdade dentro de um contesto técnico porem conheço pessoalmente as pessoas (herdeiras ) e tambem sei que a vemag à uma certa altura do campeonato não passou de uma mera diversão e fonte de renda algo para tirar dinheiro do governo que sonhava com alguma coisa 100% nacional depois companheiro logo na sequencia veio a puma veículos empresa esta que estas pessoas tambem estiveram envolvidas e veja só vc que conhecidencia quebrou tambem pois desta vez o JK já tinho ido estava longe e estava na hora der dar satisfações aos investidores inclusives bancos antigos parceiros do já dito velho grupo financeiro veja bem acredito eu ser incapaz de transmitir aos compnheiros toda a verdade neste momento ao menos que eu colocace tudo isto em livro o que não é muito dificíl porem o que não pode deixar de ser dito é que os carrinhos que puderam proporcionar momentos tão felizes ede orgulho para os brasileiros tambem foram o motivo de tanta tristeza e desolamento para varios pais de familia enquanto alguns enriqueciam por demasiado mesmo sabendo se que não precisavam disto desculpe se falei de mais é que este assunto tem preemente necessidade ser colocado ao vivo e a cores para os mais nóvos para que todos possam entender que um carrinho tão simpático inclusive entrelaçado à imagem de uma nação pode ser destruidosem o menor escrupulo por falta de planejamento e de gastos pessoais exacerbados

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  • 2 de setembro de 2008 em 20:38
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    Também sou um herdeiro da família VEMAG, meu pai: Antonio Moraes, viveu e morreu por essa empresa. Ele trabalhou de 1948 à 1967, ano em que foi vendida para a VolksWagen, o que provocou nele profunda depressão, pois não acreditada que o primeiro automóvel, genuinamente nacional, pudesse terminar dessa maneira. O Sr. Moraes, como era conhecido, foi chefe de vários setores da VEMAG, dentre eles o de Distribuição; foi presidente da Cooperativa e do Clube da VEMAG, cuja sede ficava na Av. Santo Amaro, foi também, por muitos anos, técnico da equipe de futebol. Se alguém, ou algum descendente de funcionário que tenha trabalhado com meu pai, estiver interessado, tenho algumas fotos daquela época.

    Resposta
  • 2 de setembro de 2008 em 20:38
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    Também sou um herdeiro da família VEMAG, meu pai: Antonio Moraes, viveu e morreu por essa empresa. Ele trabalhou de 1948 à 1967, ano em que foi vendida para a VolksWagen, o que provocou nele profunda depressão, pois não acreditada que o primeiro automóvel, genuinamente nacional, pudesse terminar dessa maneira. O Sr. Moraes, como era conhecido, foi chefe de vários setores da VEMAG, dentre eles o de Distribuição; foi presidente da Cooperativa e do Clube da VEMAG, cuja sede ficava na Av. Santo Amaro, foi também, por muitos anos, técnico da equipe de futebol. Se alguém, ou algum descendente de funcionário que tenha trabalhado com meu pai, estiver interessado, tenho algumas fotos daquela época.

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  • 4 de setembro de 2008 em 23:15
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    Ao nobre colega ACM (Antonio Carlos Moraes)meu pai lembra bem do seu pai mas eu gostaria de saber vc tem alguma ligação com os Ferandez

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  • 4 de setembro de 2008 em 23:15
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    Ao nobre colega ACM (Antonio Carlos Moraes)meu pai lembra bem do seu pai mas eu gostaria de saber vc tem alguma ligação com os Ferandez

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  • 16 de setembro de 2008 em 21:58
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    Oi Luis, não tenho nenhuma ligação com os Fernandez, mas saber que seu pai se lembra do meu é muito bom. Mande-me mais informações sobre ele.

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  • 16 de setembro de 2008 em 21:58
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    Oi Luis, não tenho nenhuma ligação com os Fernandez, mas saber que seu pai se lembra do meu é muito bom. Mande-me mais informações sobre ele.

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  • 29 de outubro de 2008 em 20:24
    Permalink

    Prezados amigos,
    Como é bom saber que existem pessoas querendo preservar a memória da Vemag.Estive nas ruínas,antes de eles fecharem tudo com blocos.Por favor,vamos publicar este maravilhoso livro!Abraços

    Resposta
  • 29 de outubro de 2008 em 20:24
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    Prezados amigos,
    Como é bom saber que existem pessoas querendo preservar a memória da Vemag.Estive nas ruínas,antes de eles fecharem tudo com blocos.Por favor,vamos publicar este maravilhoso livro!Abraços

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  • 2 de novembro de 2008 em 15:13
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    Sempre gostei do Dkv.
    Gosto tanto q sou mecãnico minha vida toda foi
    Vemag.

    Resposta
  • 2 de novembro de 2008 em 15:13
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    Sempre gostei do Dkv.
    Gosto tanto q sou mecãnico minha vida toda foi
    Vemag.

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  • 2 de novembro de 2008 em 17:25
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    Parabéns Clesio, pode ter certeza que tens muitos na mesma opinião!

    Resposta
  • 2 de novembro de 2008 em 17:25
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    Parabéns Clesio, pode ter certeza que tens muitos na mesma opinião!

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  • 10 de janeiro de 2009 em 00:39
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    adorei ler estas histórias. Aguardo sair o livro pois já tenho muita coisa sobre DKW. Inclusive duas DKW’s Pracinha, uma 65 e outra 66.
    Meu pai comprou a 66 via Caixa Edonomica em 36 X via um programa do governo na época, é o maximo…

    Resposta
  • 10 de janeiro de 2009 em 00:39
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    adorei ler estas histórias. Aguardo sair o livro pois já tenho muita coisa sobre DKW. Inclusive duas DKW’s Pracinha, uma 65 e outra 66.
    Meu pai comprou a 66 via Caixa Edonomica em 36 X via um programa do governo na época, é o maximo…

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  • 19 de março de 2009 em 23:31
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    Caro ACM, gosto muito desses carros, tem muito estilo e também história,não trabalhei na fabrica pois na época era moleque, porém, o meu fazia as manutenções nos carrinhos, e como êle, tonei-me mecânico restaurador,quero muito saber mais da história da Wemag,o livro já esta impresso?
    Mande noticias,um abraço LUIZ FERNANDO.

    Resposta
  • 19 de março de 2009 em 23:31
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    Caro ACM, gosto muito desses carros, tem muito estilo e também história,não trabalhei na fabrica pois na época era moleque, porém, o meu fazia as manutenções nos carrinhos, e como êle, tonei-me mecânico restaurador,quero muito saber mais da história da Wemag,o livro já esta impresso?
    Mande noticias,um abraço LUIZ FERNANDO.

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  • 18 de setembro de 2009 em 17:28
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    Em 1967 meu pai possuía um DKW Belcar preto que era usado como taxi. Lembro até hoje do cheirinho de carro novo que saia do seu interior……..Tempos bons aqueles………

    Resposta
  • 18 de setembro de 2009 em 17:28
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    Em 1967 meu pai possuía um DKW Belcar preto que era usado como taxi. Lembro até hoje do cheirinho de carro novo que saia do seu interior……..Tempos bons aqueles………

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  • 28 de setembro de 2009 em 14:36
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    Fico admirado de saber que na VEMAG à época, havia um regime de trabalho com tal dureza no tratamento comos empregados. Seria um situação localizada ou toda fábrica em todos os diversos departamentos era assim. O Diretor Lélio tinha conhecimento destes fatos?
    Havia uma observação que os produtos VEMAG carciam de um acabamento mais esmerado, seria consequencia do tratamento sofrido pelos operários?
    Por fim gostarai de saber qual editora publicou olivro para solicitar um volume.

    Resposta
  • 28 de setembro de 2009 em 14:36
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    Fico admirado de saber que na VEMAG à época, havia um regime de trabalho com tal dureza no tratamento comos empregados. Seria um situação localizada ou toda fábrica em todos os diversos departamentos era assim. O Diretor Lélio tinha conhecimento destes fatos?
    Havia uma observação que os produtos VEMAG carciam de um acabamento mais esmerado, seria consequencia do tratamento sofrido pelos operários?
    Por fim gostarai de saber qual editora publicou olivro para solicitar um volume.

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  • 18 de novembro de 2009 em 16:30
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    Caros amigos,fico feliz por manterem a história que tb faz parte da vida do meu pai que trabalhou na Vemag até a 1967,o nome dele é José Tulio e não sei se alguem lembra,inclusive qdo fizeram o lançamento da perua vemag ele é a pessoa que está colocando as malas no porta-malas do carro e essa foto ele ainda tem e foi publicada em uma revista da época…Quem tiver interesse me avisem por e-mail que digitalizo e envio à vc´s..
    Eduardo.

    Resposta
  • 18 de novembro de 2009 em 16:30
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    Caros amigos,fico feliz por manterem a história que tb faz parte da vida do meu pai que trabalhou na Vemag até a 1967,o nome dele é José Tulio e não sei se alguem lembra,inclusive qdo fizeram o lançamento da perua vemag ele é a pessoa que está colocando as malas no porta-malas do carro e essa foto ele ainda tem e foi publicada em uma revista da época…Quem tiver interesse me avisem por e-mail que digitalizo e envio à vc´s..
    Eduardo.

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  • 8 de dezembro de 2009 em 12:48
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    Amigos da VEMAG, em especial ao Jorge Luiz Carvalho que escreveu nesteblog, sobrinho do “Dr. Carvalho”, Alceste Vladimir de Carvalho, que era o gerente da Ferramentaria. Foi meu primeiro emprego e tenho gratas recordações daquela empresa, que hoje me dá muita nostalgia e sentimento quando vejo suas instalações totalmente sucateadas, destruidas, ao longo da ferrovia e entre a construção da linha do metrô e do shopping Central Plaza da Av.do Estado. Senti saber da noticia do falecimento do Dr. Carvalho, a quem tive admiração e o procurei para me indicar a uma vaga na ARNO, onde ele trabalhou, anos depois da VEMAG. Lembro-me de muitos colegas da época, muitos residiam aqui em Santo André, onde resido, inclusive o Dr. Carvalho, na R. Padre Vieira. QUem sabe algum deles se reportem a este blog, que tenham lá trabalhado de 1964 a 1967, ano da venda da querida e saudosa VEMAG Veículos e Máquinas Agrícolas S.A.

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  • 8 de dezembro de 2009 em 12:48
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    Amigos da VEMAG, em especial ao Jorge Luiz Carvalho que escreveu nesteblog, sobrinho do “Dr. Carvalho”, Alceste Vladimir de Carvalho, que era o gerente da Ferramentaria. Foi meu primeiro emprego e tenho gratas recordações daquela empresa, que hoje me dá muita nostalgia e sentimento quando vejo suas instalações totalmente sucateadas, destruidas, ao longo da ferrovia e entre a construção da linha do metrô e do shopping Central Plaza da Av.do Estado. Senti saber da noticia do falecimento do Dr. Carvalho, a quem tive admiração e o procurei para me indicar a uma vaga na ARNO, onde ele trabalhou, anos depois da VEMAG. Lembro-me de muitos colegas da época, muitos residiam aqui em Santo André, onde resido, inclusive o Dr. Carvalho, na R. Padre Vieira. QUem sabe algum deles se reportem a este blog, que tenham lá trabalhado de 1964 a 1967, ano da venda da querida e saudosa VEMAG Veículos e Máquinas Agrícolas S.A.

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  • 28 de janeiro de 2010 em 02:55
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    Não sou de São Paulo mas sou fã do Vemag Belcar. Foi nele que aprendi a dirigir em 1968 aos 18 anos. A visão daquele painel era uma delícia. A delicada alavanca do cambio era outro ponto forte que muito me agradava.
    Hoje, o papel de parede do meu PC é simplesmente a foto daquele painel que tantas recordações me trazem.
    Quanto aos relatos aqui postados, pude sentir em todos o clima de nostalgia e família. Enfim, clima de gente honesta. Abraços a todos.

    Resposta
  • 28 de janeiro de 2010 em 02:55
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    Não sou de São Paulo mas sou fã do Vemag Belcar. Foi nele que aprendi a dirigir em 1968 aos 18 anos. A visão daquele painel era uma delícia. A delicada alavanca do cambio era outro ponto forte que muito me agradava.
    Hoje, o papel de parede do meu PC é simplesmente a foto daquele painel que tantas recordações me trazem.
    Quanto aos relatos aqui postados, pude sentir em todos o clima de nostalgia e família. Enfim, clima de gente honesta. Abraços a todos.

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