UMAS & OUTRAS #17

Carros de Turismo Modificados
Joaquim Lopes

Uma das características do automobilismo brasileiro nos anos 60 foi a extrema variedade com que distintos modelos de carros competiram entre si, mesmo que separados por classe.
Em uma mesma prova podia-se ver carreteras, carros esporte, GT, turismo e protótipos disputando posições numa flagrante desvantagem, ora para uns, ora para outros.
Mas, indubitavelmente, o torcedor brasileiro sempre demonstrou uma especial predileção pelos carros de turismo seja de série ou modificados.
Daí talvez o enorme sucesso das equipes de fábrica nos anos 60, secundados pelas equipes independentes, que os utilizavam como carro de escolha.
Os veículos de turismo também eram os favoritos dos pilotos estreantes, pois poucos podiam dar-se ao luxo de adquirir um Karmann Ghia, Malzoni, Puma ou Berlineta Interlagos, e utilizá-los em competições.
Descartando-se aqui as carreteras – que merecem pela sua importância um capítulo à parte – verifica-se desde a entrada das equipes de fábrica nas corridas uma variação de veículos de série com preparação especial.
Um dos recursos utilizados pelas fábricas nacionais era a criação de uma variante de seus carros de série com preparação mais livre, isenta das regras que norteavam os Grupos 1,2 e 3 da FIA,
Correndo normalmente na categoria Força Livre, eram genericamente chamados de carreteras, muito embora fossem equipados com motores, câmbio e monobloco de fábrica. Era comum terem recortados ou removidos pára-lamas, rebaixado o teto e outros recursos para alívio do peso.
É interessante notar que, mesmo definidos como “carreteras” pela imprensa especializada da época e pelo público, este carros poderiam facilmente ser enquadrados como “protótipos de fábrica” dadas as suas características de construção, ou seja, carroceria, motores e câmbios da mesma marca e derivados de carros de série, e não híbridos como as reais carreteras de motores V-8 montados em chassis e carrocerias de sedans americanos das décadas de trinta e quarenta.
Mas como a categoria protótipos ainda não era homologada oficialmente no Brasil, a saída era classificá-los como Turismo Força Livre ou, às vezes Grupo 5, este último dedicado aos carros de turismo importado e de maior preparação, caso das Alfas Romeo Zagatto e TI, Fiat Abarth entre outros.

A Carretera Mickey Mouse…

Em 1964 a Vemag prepara um DKW-Belcar de série com o chassi encurtado em 30 centímetros (2,15 de entre-eixos), a exemplo da Dyna-Panhard do piloto uruguaio Flor Del Campo que a Vemag enfrentara – e vencera – no Uruguai no ano anterior. O carro recebeu motor de 1080 cc gerando uns 95 HP, 2 ½ carburadores Weber, câmbio escalonado e o apelido de Mickey Mouse.
Levado à pista, o carrinho demonstrou uma incrível agilidade no miolo do circuito de Interlagos mas uma violenta instabilidade em reta e curvas de raio longo, devido ao curto entre-eixos. Logo apelidada de carretera Mickey Mouse, o carrinho se mostraria quase imbatível em circuitos travados de rua, principalmente nas mãos de Marinho Camargo.
O carro andou pelo Nordeste, correndo com o pernambucano Gegê Bandeira e até chegou a ser testado pelo penta-campeão mundial Juan Manuel Fangio em Interlagos, onde o argentino, apesar de todo talento e classe, demonstrou uma certa dificuldade em se adaptar ao carro.

Gegê Bandeira e a Mickey Mouse, Recife, 1965(Foto Óbvio)

Com o fim da equipe de fábrica em meados de 1966, a Mickey Mouse foi arrematada pelo piloto Frodoaldo Arouca, que corria anonimamente sob o pseudônimo de Volante 13. É quando a pequena carretera encontra seus melhores dias, disputando arduamente com carros de maior potência e cilindrada, chegando até a conseguir um honroso quinto lugar nas Mil Milhas de 1967.
Com o conseqüente aumento da competitividade de fuscas, protótipos, sedans e GT importados que aqui começaram a aportar em 1968, a Mickey Mouse foi perdendo sua competitividade, retirando-se das pistas, mas celebrizando seu piloto e forjando sua lenda.

A Carretera Willys-Gordini…

Uma das manobras utilizadas pela equipe Willys para dar sobrevida aos Gordini foi a criação de uma pequena carretera, sendo esta muito usada nas temporadas de 1964 e 65. Naquela época os Gordini disputavam praticamente em classe própria, a 850 cc, reinando absolutos e sem concorrência direta, uma vez que os DKW concorriam na classe 1000 cc. O Gordini teve somente uma vitória majoritária nos 1600 Km de Interlagos de 1965, pilotado por Luisinho P. Bueno e José Carlos Pace.

Gordini vence carreteras em Curitiba, 1964 (foto AE)

A carreteirinha Gordini utilizava um motor de 1000 cc, debitando coisa de uns 70 HP e câmbio de Renault R-8 de cinco marchas, tendo sido pilotada por quase todos os pilotos de fábrica da época. Era o carro de eleição da equipe Willys quando participava de provas em outros estados, sem ter que arriscar suas berlinetas Interlagos ou para fixação da marca.
A Equipe Willys conseguiu alguns bons resultados com o carro ao vencer surpreendentemente as Seis Horas de Curitiba de 1964 (Bird Clemente e Wilsinho Fittipaldi#46), derrotando ali carreteras, DKW, Simca e JK e no II Circuito de Força Livre do Recife, com Luisinho Pereira Bueno, em 1965.
A carretera Gordini foi deixada de lado à medida que a Willys incorporava carros mais competitivos como o Renault R-8 ou os Alpine, tendo feito ainda algumas participações pontuais com Marivaldo Fernandes.
O carrinho serviu de inspiração para a criação de vários clones no Brasil, destacando-se a dos pilotos cariocas Lair Carvalho, Ronaldo Rebecchi e Fernando Pereira, que esteve em uso em corridas até 1968.

Simca-Carretera…

Também a Equipe Simca rendeu-se aos encantos da Força Livre, a fim de conter os constantes avanços e vitórias das berlinetas Interlagos.
Deste modo, em 1965, construiu uma carretera baseada no Simca Tufão, com entre eixos encurtado, carroceria de chapa mais fina, teto rebaixado, diferencial curto e câmbio mais longo, rodas e pneus da Simca-Abarth e motor Aquillon V-8 de 160 HP.
Embora o carro logo tenha demonstrado não ser páreo para as mais leves e aerodinâmicas berlinetas, a carretera colheu interessantes resultados como a vitória nas Três Horas de Recife (Jaime Silva, 1965) além de resultados intermediários com Toco Martins e Ciro Cayres.
Mas o carro foi usado várias vezes mesmo como apoio às Simca-Abarth que aqui dominaram a temporada de 1965, tendo sido abandonado quando a fábrica retirou-se das competições em meados do ano seguinte.
Outras carreteras Simca com nítida inspiração na de fábrica apareceram no Rio Grande do Sul como a de Breno Fornari.

Simca-Carretera, vida curta à sombra das Abarth (foto AE)

Além dos carros de fábrica a lista de veículos de turismo transformados é extensa, principalmente de pilotos particulares. Assim temos o VW-Comino, um fusca bem modificado que teve alguns desempenhos regulares no campeonato paulista de 66, o DKW-Vinhais Pé-na-Bunda (não riam, era este mesmo o nome…), um estranho Belcar com a traseira cortada e que correu com Nilo Vinhais em 64/65, mas alguns carros mesmo sendo de fundo de quintal conseguiram resultados expressivos nas pistas.

DKW-Vinhais, o pé-na-bunda (Foto bandeiraquadriculada)…

É o caso do protótipo Espingarda, um FNM-JK bem modificado que conseguiu um segundo lugar nos Mil Km de Brasília de 1966 (foto abaixo), pilotado por Carlos Bravo e Mário Olivetti. O Espingarda ainda teve algumas participações de nota no campeonato carioca daquele ano, até acidentar-se seriamente sob o comando de Jorge Mourão no circuito de Jacarepaguá.

Espingarda, arma bem calibrada falhou no Rio (Foto AE)

Outro protótipo a correr com algum sucesso foi o Tornado-JK 2150 da equipe Camional, que estreou em 69 e esteve nas pistas até início de 1971. Com um visual bem modificado e pilotado com muita eficiência por Jaime Silva e Ugo Galina, o Tornado era um adversário a ser considerado em provas médias e longas, sempre chegando em boas colocações.

Tornado não passou de promessa (Foto AE)

Mas a baixa potência e o peso elevado não o fizeram um candidato sério a vitórias, sendo depois substituído pelo formidável Fúria-FNM.

O protótipo Regente

No Rio Grande do Sul, o lendário piloto gaúcho Breno Fornari desenvolveu em 1967 um protótipo, utilizando a plataforma do Simca Tufão e laterais modificadas do modelo Regente e capota rebaixada. O carro foi equipado com motor Simca Emi-Sul de estimados 190 HP e quatro carburadores duplos, caixa de marchas Simca com três velocidades, e diferencial 9×43.
Se não conquistou grandes vitórias o Regente marcou pela criatividade de seu construtor que o usou até 1969, com algum sucesso nas corridas do Rio Grande do Sul.

Alma de Emi-Sul num corpo de Regente(Foto MM)

Enfim, a lista é extensa, merecendo várias colunas para cobrir apenas parte de assunto tão rico e vasto.
A gente volta ao assunto numa próxima oportunidade…

Joaquim, Joca, ou “Anexo J” do Boteco do Saloma
Ex-comissário desportivo da FIA, foi fundador, presidente e diretor técnico de kart clube, rali, arrancada e dirigente de federação de automobilismo.
Titular da coluna “Umas&Outras”, escreve regularmente neste espaço às segundas feiras.
(reprodução)

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

60 comentários em “UMAS & OUTRAS #17

  • 16 de junho de 2008 em 09:30
    Permalink

    Joaquim,
    Vendo este cordini carretera, me lembrei de uma história que li em um livro a respeito do Emerson Fittipaldi. Você lembra aqui em Brasília do Touring Clube do Brasil? Pois é, lá dentro tinha um Gordini verde zero que ficava exposto e numa destas corridas dos mil quilômetros de Brasília, acho que antes de 67, o Wilsinho iria correr de gordini e saiu para treinar e demorou um tempão e voltou a pé para o box. Chegando ao box o pessoal perguntaram para ele o que havia acontecido e ele calmamente respondeu que tinha partido o gordini ao meio. Todos começaram a rir, pois achavam que ele estava brincando e ele afirmou que realmente havia partido o gordini em dois num poste.
    Resultado, como eles conheciam o diretor ou algo parecido do Touring Clube do Brasil pediram este gordini que estava exposto emprestado, colocaram o motor, câmbio, suspensão e freios do carro acidentado e fizeram a corrida com ele e depois desfiseram tudo e o gordini continuou exposto por lá por muitos e muitos anos.
    Quanto ao DKW Mickey Mouse, quem o Comprou foi o Volante 13 juntamente com o Luis Braidatto que era, na época, dono de uma revenda DKW em São Paulo. Segundo o Braidato, eles fizeram uma corrida em que a volkswagem colocaram um motor porsche num fusca para vencerem uma determinada prova em interlagos, mas o volante treze acabou por ganhar esta corrida e o pessoal da Volkswagem ficaram muito putos da vida, pois investiram muito, contrataram os melhores pilotos para melhorarem a imagem da volkswagem. Tempos depois o Volante treze veio a falecer de ataque cardíaco e o carro foi praticamente confiscado pelos familiares dos Aroucas e mantiveram ele guardado em uma sala na empresa deles por muitos anos. Fiquei sabendo que o carro foi restaurado e exposto a algum tempo em um shopping em São Paulo.
    Jovino

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 09:30
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    Joaquim,
    Vendo este cordini carretera, me lembrei de uma história que li em um livro a respeito do Emerson Fittipaldi. Você lembra aqui em Brasília do Touring Clube do Brasil? Pois é, lá dentro tinha um Gordini verde zero que ficava exposto e numa destas corridas dos mil quilômetros de Brasília, acho que antes de 67, o Wilsinho iria correr de gordini e saiu para treinar e demorou um tempão e voltou a pé para o box. Chegando ao box o pessoal perguntaram para ele o que havia acontecido e ele calmamente respondeu que tinha partido o gordini ao meio. Todos começaram a rir, pois achavam que ele estava brincando e ele afirmou que realmente havia partido o gordini em dois num poste.
    Resultado, como eles conheciam o diretor ou algo parecido do Touring Clube do Brasil pediram este gordini que estava exposto emprestado, colocaram o motor, câmbio, suspensão e freios do carro acidentado e fizeram a corrida com ele e depois desfiseram tudo e o gordini continuou exposto por lá por muitos e muitos anos.
    Quanto ao DKW Mickey Mouse, quem o Comprou foi o Volante 13 juntamente com o Luis Braidatto que era, na época, dono de uma revenda DKW em São Paulo. Segundo o Braidato, eles fizeram uma corrida em que a volkswagem colocaram um motor porsche num fusca para vencerem uma determinada prova em interlagos, mas o volante treze acabou por ganhar esta corrida e o pessoal da Volkswagem ficaram muito putos da vida, pois investiram muito, contrataram os melhores pilotos para melhorarem a imagem da volkswagem. Tempos depois o Volante treze veio a falecer de ataque cardíaco e o carro foi praticamente confiscado pelos familiares dos Aroucas e mantiveram ele guardado em uma sala na empresa deles por muitos anos. Fiquei sabendo que o carro foi restaurado e exposto a algum tempo em um shopping em São Paulo.
    Jovino

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  • 16 de junho de 2008 em 09:41
    Permalink

    Juca,

    Legal na foto do Tornado é o ELGAR GT atrás dele, Valeu de novo.

    Abraços,

    Caíque.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 09:41
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    Juca,

    Legal na foto do Tornado é o ELGAR GT atrás dele, Valeu de novo.

    Abraços,

    Caíque.

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  • 16 de junho de 2008 em 10:06
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    Joaquim,

    Parabéns pelo texto maravilhoso.
    Em conversa com o Newton Alves, que viveu quela época nas pistas com seus DKWs, Malzonis, Ciai-Vê, etc, sem falar de suas participaões no kartismo e motociclismo, o Espingarda teria recebido esse nome para “dar um tiro no Onça da FNM”.
    Continuando, o Espingarda, após o acidente, recebeu a carroceria danificada do Malzoni de Celso Gerbassi e Newton Alves, que também se acidentara no antigo
    circuito de Jacarepaguá. O Malzoni recebeu uma carroceria novinha em folha e o Espingarda transformou-se no Alfazoni, que após passar nas mãos de vários pilotos cariocas, hoje, restaurado, pertence ao Viola.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 10:06
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    Joaquim,

    Parabéns pelo texto maravilhoso.
    Em conversa com o Newton Alves, que viveu quela época nas pistas com seus DKWs, Malzonis, Ciai-Vê, etc, sem falar de suas participaões no kartismo e motociclismo, o Espingarda teria recebido esse nome para “dar um tiro no Onça da FNM”.
    Continuando, o Espingarda, após o acidente, recebeu a carroceria danificada do Malzoni de Celso Gerbassi e Newton Alves, que também se acidentara no antigo
    circuito de Jacarepaguá. O Malzoni recebeu uma carroceria novinha em folha e o Espingarda transformou-se no Alfazoni, que após passar nas mãos de vários pilotos cariocas, hoje, restaurado, pertence ao Viola.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 11:19
    Permalink

    Saloma,
    Fora do contexto, mas importante para quem curte Rock.
    Amanhã e depois estará se apresentando em São Paulo um dos inventores do Rock and Roll, o velho e bom Chuck Berry aos 81 anos de idade.
    Para quem mora em São Paulo e curte um dos caras que mais influenciou um monte de cantores e grupos de rock e um monte de geração, uma portunidade única.

    Chuck Berry
    Quanto: de R$ 180 a R$ 300
    Quando: qua., às 21h30
    Onde: HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1.281, Chácara Santo Antônio, tel. 0/xx/11/4003-1212)

    Jovino

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 11:19
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    Saloma,
    Fora do contexto, mas importante para quem curte Rock.
    Amanhã e depois estará se apresentando em São Paulo um dos inventores do Rock and Roll, o velho e bom Chuck Berry aos 81 anos de idade.
    Para quem mora em São Paulo e curte um dos caras que mais influenciou um monte de cantores e grupos de rock e um monte de geração, uma portunidade única.

    Chuck Berry
    Quanto: de R$ 180 a R$ 300
    Quando: qua., às 21h30
    Onde: HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1.281, Chácara Santo Antônio, tel. 0/xx/11/4003-1212)

    Jovino

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  • 16 de junho de 2008 em 11:45
    Permalink

    É isso aí Caique…acho que tem uma surpresa a tarde…
    Saloma/Joca…obrigado pela companhia agradabilíssima ontem nos 500 km e para variar a coluna está ótima…

    Show!!!!

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 11:45
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    É isso aí Caique…acho que tem uma surpresa a tarde…
    Saloma/Joca…obrigado pela companhia agradabilíssima ontem nos 500 km e para variar a coluna está ótima…

    Show!!!!

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  • 16 de junho de 2008 em 11:57
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    Grande Maninho

    Texto excelente, como sempre. Uma curiosidade:
    o DKW-Vinhais foi também pilotado em 1964 por
    Eduardo Celidônio.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 11:57
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    Grande Maninho

    Texto excelente, como sempre. Uma curiosidade:
    o DKW-Vinhais foi também pilotado em 1964 por
    Eduardo Celidônio.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 14:23
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    Joaquim,

    Estou procurando notícias sobre aquele Dodge Divisão 3, da Propé. Tinha pneus de F1 atrás, mais da metade de cada um ficavam fora da carroceria. Não terminou muitas corridas, mas era lindo….

    Abraços e boa semana.

    Beegola

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 14:23
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    Joaquim,

    Estou procurando notícias sobre aquele Dodge Divisão 3, da Propé. Tinha pneus de F1 atrás, mais da metade de cada um ficavam fora da carroceria. Não terminou muitas corridas, mas era lindo….

    Abraços e boa semana.

    Beegola

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  • 16 de junho de 2008 em 17:18
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    Vi uma foto certa vez de uma corrida, se não me engano ocorrida no Nordeste nos anos 60 em que aparentemente tinha um Karmann Ghia modificado (ou um fusca com cara de karmann ghia, sei lá). A Capota tinha o formato do KG, mas os farois eram deitados como o dos fuscas. Se não me engano na classificação ele era descrito como “protótipo VW”. Alguém sabe algo sobre esse carro?

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 17:18
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    Vi uma foto certa vez de uma corrida, se não me engano ocorrida no Nordeste nos anos 60 em que aparentemente tinha um Karmann Ghia modificado (ou um fusca com cara de karmann ghia, sei lá). A Capota tinha o formato do KG, mas os farois eram deitados como o dos fuscas. Se não me engano na classificação ele era descrito como “protótipo VW”. Alguém sabe algo sobre esse carro?

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  • 16 de junho de 2008 em 17:27
    Permalink

    Erik…eu tenho essas fotos. Teto de KG e outros pinduricalhos…já aparece a foto no blog!
    LS

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 17:27
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    Erik…eu tenho essas fotos. Teto de KG e outros pinduricalhos…já aparece a foto no blog!
    LS

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  • 16 de junho de 2008 em 18:42
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    Valeu Joca!

    Como seria interessante uma corrida só com essas carreteiras nacionais , dá uma diversidade fora do comum .
    Sem duvida um periodo apaixonante de se rever.
    Esse Espingarda usava a grade de algum carro ?

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 18:42
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    Valeu Joca!

    Como seria interessante uma corrida só com essas carreteiras nacionais , dá uma diversidade fora do comum .
    Sem duvida um periodo apaixonante de se rever.
    Esse Espingarda usava a grade de algum carro ?

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  • 16 de junho de 2008 em 19:38
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    Caro Saloma e Sr. Vicente Miranda

    Longe de mim querer desafiar memórias e conhecimentos automobilisticos de mestres, mas com relação ao protótipo Espingarda, creio haver aí um engano.
    Acontece que este protótipo foi comprado por um piloto português cujo nome minha frágil memória sexagenária já esqueceu, mas consultando as Auto-Esporte ( com hífen pois esta revista só tratava de automobilismo na época. Quem viveu, sabe ) achará o nome do gajo.
    Depois de disputar aqui em Interlagos uma corrida longa (vide Auto-Esporte ) ela foi vendida ao Sr. Renè Vera, aqui de Santo André.
    Andei muito com ela, pois o Sr. Renè não sabia pilota-la, em função do câmbio de 5 marchas ser o tradicional do JK, na coluna, dificílimo de operar com desenvoltura.
    Seu momento mais nobre foi quando em um racha na madrugada, engoliu um Jaguar MK alguma coisa em duas ocasiões.
    Após este período e já em franca deterioração, foi vendido ao primo do Sr. Renè, o Sr. João Carlos Vera, a troco de um piano meia-cauda alemão.
    Terminou seus dias “tomando um pau” de um Volkswagen pouco mexido, isso em 1968. Foi vendido a uns garotos já não mais andando e sumiu.

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 19:38
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    Caro Saloma e Sr. Vicente Miranda

    Longe de mim querer desafiar memórias e conhecimentos automobilisticos de mestres, mas com relação ao protótipo Espingarda, creio haver aí um engano.
    Acontece que este protótipo foi comprado por um piloto português cujo nome minha frágil memória sexagenária já esqueceu, mas consultando as Auto-Esporte ( com hífen pois esta revista só tratava de automobilismo na época. Quem viveu, sabe ) achará o nome do gajo.
    Depois de disputar aqui em Interlagos uma corrida longa (vide Auto-Esporte ) ela foi vendida ao Sr. Renè Vera, aqui de Santo André.
    Andei muito com ela, pois o Sr. Renè não sabia pilota-la, em função do câmbio de 5 marchas ser o tradicional do JK, na coluna, dificílimo de operar com desenvoltura.
    Seu momento mais nobre foi quando em um racha na madrugada, engoliu um Jaguar MK alguma coisa em duas ocasiões.
    Após este período e já em franca deterioração, foi vendido ao primo do Sr. Renè, o Sr. João Carlos Vera, a troco de um piano meia-cauda alemão.
    Terminou seus dias “tomando um pau” de um Volkswagen pouco mexido, isso em 1968. Foi vendido a uns garotos já não mais andando e sumiu.

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  • 16 de junho de 2008 em 19:45
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    “E agora José”…vamos aguardar os próximos capítulos…
    LS

    Resposta
  • 16 de junho de 2008 em 19:45
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    “E agora José”…vamos aguardar os próximos capítulos…
    LS

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  • 17 de junho de 2008 em 12:26
    Permalink

    Grande Joaquim !
    Com a sua indicação, não podia deixar de conferir.
    E tá aí – gostei! Parabéns ! São as pérolas do baú !
    Mas sou obrigado a meter a colher: O motor da Mickey Mouse tinha só 1 + 1/2 carburador, e acho que eram Dellortos.
    Endossando o comentário do amigo Beegola, tb gostaria de saber o paradeiro do Dodge D3 do Leopoldo Abi-Eçab (assim-assado,como brincávamos). O carro era muito bonito. Os paralamas, uma obra de arte do meu amigo Chico Preto. A suspensão, com ball-joints aeronáuticos de alumínio forjado e amortecedores Koni, que fui buscar de trem no distribuidor de New Jersey, junto com o Celentano, e embaixo da maior nevasca. O motor, pelo Silvano Pozzi, com um comando Isky 286, tuchos mecânicos e 4 Weber 48 IDA montados sobre um coletor do Mr.Egg. Pena que o carro andou pouco. Na verdade, faltou desenvolvimento. Acho que o Leopoldo desanimou e abandonou o projeto.
    Grande abraço !!!

    Resposta
  • 17 de junho de 2008 em 12:26
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    Grande Joaquim !
    Com a sua indicação, não podia deixar de conferir.
    E tá aí – gostei! Parabéns ! São as pérolas do baú !
    Mas sou obrigado a meter a colher: O motor da Mickey Mouse tinha só 1 + 1/2 carburador, e acho que eram Dellortos.
    Endossando o comentário do amigo Beegola, tb gostaria de saber o paradeiro do Dodge D3 do Leopoldo Abi-Eçab (assim-assado,como brincávamos). O carro era muito bonito. Os paralamas, uma obra de arte do meu amigo Chico Preto. A suspensão, com ball-joints aeronáuticos de alumínio forjado e amortecedores Koni, que fui buscar de trem no distribuidor de New Jersey, junto com o Celentano, e embaixo da maior nevasca. O motor, pelo Silvano Pozzi, com um comando Isky 286, tuchos mecânicos e 4 Weber 48 IDA montados sobre um coletor do Mr.Egg. Pena que o carro andou pouco. Na verdade, faltou desenvolvimento. Acho que o Leopoldo desanimou e abandonou o projeto.
    Grande abraço !!!

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  • 17 de junho de 2008 em 14:52
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    Uma coisa que me chama a atenção nas colunas do mestre Joca é que além do texto perfeito há uma preocupação na edição de fotos e legendas, o que demonstra um cuidado especial na produção da coluna.Por exemplo, nunca imaginei que a Mickey
    Mouse tivesse corrido em Recife com o piloto Gegê Bandeira.sâo estas informações que a gente só consegue aqui no botequim do Tio Saloma.
    Parabéns a dupla.

    Resposta
  • 17 de junho de 2008 em 14:52
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    Uma coisa que me chama a atenção nas colunas do mestre Joca é que além do texto perfeito há uma preocupação na edição de fotos e legendas, o que demonstra um cuidado especial na produção da coluna.Por exemplo, nunca imaginei que a Mickey
    Mouse tivesse corrido em Recife com o piloto Gegê Bandeira.sâo estas informações que a gente só consegue aqui no botequim do Tio Saloma.
    Parabéns a dupla.

    Resposta
  • 17 de junho de 2008 em 15:08
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    Agradecemos de corpo e alma, meu caro João. É por aí o caminho…
    LS

    Resposta
  • 17 de junho de 2008 em 15:08
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    Agradecemos de corpo e alma, meu caro João. É por aí o caminho…
    LS

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  • 17 de junho de 2008 em 16:58
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    Ora, ora, Mr. M por aqui, quem diria…

    Pois é, me baseei numa informação do Jan Balder que fez uma prova em dupla com o Volante 13, lá por 68 se não me engano.Segundo ele, a Mickey Mouse seguia a receita da fábrica: 2 1/2 Weber e kit 1080 cc. Mas já faz tanto tempo que é possivel que ele tenha se enganado.

    Abração,

    Resposta
  • 17 de junho de 2008 em 16:58
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    Ora, ora, Mr. M por aqui, quem diria…

    Pois é, me baseei numa informação do Jan Balder que fez uma prova em dupla com o Volante 13, lá por 68 se não me engano.Segundo ele, a Mickey Mouse seguia a receita da fábrica: 2 1/2 Weber e kit 1080 cc. Mas já faz tanto tempo que é possivel que ele tenha se enganado.

    Abração,

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 01:52
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    Grande Joaquim !
    Acho que foi apenas um engano matemático !
    A Mickey Mouse usava 1 carburador duplo, que alimentava 2 cilindros e o segundo carburador, igual, mas cortado, alimentado o terceiro cilindro.
    Deste segundo carburador só se aproveitava 1 corpo de borboleta e a cuba. O segundo corpo era eliminado.
    Portanto 1 + 1/2 !
    CQD,
    Abraços !!!!!

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 01:52
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    Grande Joaquim !
    Acho que foi apenas um engano matemático !
    A Mickey Mouse usava 1 carburador duplo, que alimentava 2 cilindros e o segundo carburador, igual, mas cortado, alimentado o terceiro cilindro.
    Deste segundo carburador só se aproveitava 1 corpo de borboleta e a cuba. O segundo corpo era eliminado.
    Portanto 1 + 1/2 !
    CQD,
    Abraços !!!!!

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 10:54
    Permalink

    Pois é Mr. M,
    É este o tal carburador que a tchurma chamava de 2 e 1/2. A rigor, um duplo e meio. Também vi muitos Dekas correndo com os três Dellorto 140, era uma receitinha que funcionava bem.

    Abs.

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 10:54
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    Pois é Mr. M,
    É este o tal carburador que a tchurma chamava de 2 e 1/2. A rigor, um duplo e meio. Também vi muitos Dekas correndo com os três Dellorto 140, era uma receitinha que funcionava bem.

    Abs.

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  • 18 de junho de 2008 em 14:35
    Permalink

    Pra variar excelente texto e um assunto praticamente inesgotável…
    Obrigado Saloma, Obrigado Joaquim!
    Abraço!

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 14:35
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    Pra variar excelente texto e um assunto praticamente inesgotável…
    Obrigado Saloma, Obrigado Joaquim!
    Abraço!

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  • 18 de junho de 2008 em 19:05
    Permalink

    Grande Joaquim !
    Como disse, é um erro de matemática. Nesta lógica de “bocas”, deveria ser 2 + 1, não ?
    Mas deixa isto prá lá !
    A receita dos 3 Dellorto é “importada” do SAAB 850. Muito eficiente, por sinal. Mas considere-se que o motor Sueco é bem mais elaborado do que o da Deka !
    Com um distribuidor “de verdade”, e o cabeçote é devidamente fixado no bloco.
    Tem um 850GT 65, quietinho lá no canto da garagem…
    Grande abraço !

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 19:05
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    Grande Joaquim !
    Como disse, é um erro de matemática. Nesta lógica de “bocas”, deveria ser 2 + 1, não ?
    Mas deixa isto prá lá !
    A receita dos 3 Dellorto é “importada” do SAAB 850. Muito eficiente, por sinal. Mas considere-se que o motor Sueco é bem mais elaborado do que o da Deka !
    Com um distribuidor “de verdade”, e o cabeçote é devidamente fixado no bloco.
    Tem um 850GT 65, quietinho lá no canto da garagem…
    Grande abraço !

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  • 18 de junho de 2008 em 19:25
    Permalink

    Se me permitirem vou entrar nessa bagaça. Vou pegar os alfarrabos, texto e fotos e vamos ver no que dá…
    LS

    Resposta
  • 18 de junho de 2008 em 19:25
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    Se me permitirem vou entrar nessa bagaça. Vou pegar os alfarrabos, texto e fotos e vamos ver no que dá…
    LS

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  • 19 de junho de 2008 em 13:55
    Permalink

    Oba ! Polêmica a vista ! Veeenha !
    Abraços !

    Resposta
  • 19 de junho de 2008 em 13:55
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    Oba ! Polêmica a vista ! Veeenha !
    Abraços !

    Resposta
  • 23 de junho de 2008 em 19:10
    Permalink

    Mestre Joaquim .
    Tenho acompanhado suas colunas e me delicio com tanto conhecimento e paixão nos textos . Está de Parabéns .
    Cheguei aqui pelo Blig do Gomes e frequento os dois botecos . O que é bom demais . E todo mundo gosta de
    “Umas & Outras” . Até o final do ano ainda apareço num Almoço desses . Um abraço a todos e Parabéns Saloma , Romeu e Jaoquim !

    Resposta
  • 23 de junho de 2008 em 19:10
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    Mestre Joaquim .
    Tenho acompanhado suas colunas e me delicio com tanto conhecimento e paixão nos textos . Está de Parabéns .
    Cheguei aqui pelo Blig do Gomes e frequento os dois botecos . O que é bom demais . E todo mundo gosta de
    “Umas & Outras” . Até o final do ano ainda apareço num Almoço desses . Um abraço a todos e Parabéns Saloma , Romeu e Jaoquim !

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  • 23 de junho de 2008 em 19:20
    Permalink

    Conde, pode ter certeza que a galera agradece em peso. Venha assistir conosco os GPs de F1 no Café GP, aos domingos…
    Salomísticos abs
    LS

    Resposta
  • 23 de junho de 2008 em 19:20
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    Conde, pode ter certeza que a galera agradece em peso. Venha assistir conosco os GPs de F1 no Café GP, aos domingos…
    Salomísticos abs
    LS

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  • 27 de junho de 2008 em 00:25
    Permalink

    Ué ? Secou o assunto ???
    E mesmo com o Neco tentando por lenha na fogueira ?
    Acho que vcs estão fugindo da raia !
    Romeu, trate de agitar esta turma !
    Abraços a todos !
    EU

    Resposta
  • 27 de junho de 2008 em 00:25
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    Ué ? Secou o assunto ???
    E mesmo com o Neco tentando por lenha na fogueira ?
    Acho que vcs estão fugindo da raia !
    Romeu, trate de agitar esta turma !
    Abraços a todos !
    EU

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  • 5 de junho de 2009 em 12:47
    Permalink

    Caro Saloma.
    Tomei conhcimento do seu blog através do Carlos Alberto Mendes. Não preciso dizer que virei seu fã.
    Sou de Petrópolis, corri de Fusca na década de 70 e depois de Opala em 78.
    Conheço algumas histórias do altomobilismo, se te interessar…
    Por exemplo: O Espingarda foi construido pelo “Carlinhos Bravo, que além de Pilôto foi também um grande preparador.
    Aliás, Petrópolis sempre teve grandes preparadores. Pra não me alongar muito vou relembrar o saudoso Renato Peixoto, construtor dos 2 carros da Equipe Casari/Brahma, o Chopp da Brahma e o Guaraná da Brahma, lembra?
    Um grande abraço a você e aos seus Leitore.

    Resposta
  • 5 de junho de 2009 em 12:47
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    Caro Saloma.
    Tomei conhcimento do seu blog através do Carlos Alberto Mendes. Não preciso dizer que virei seu fã.
    Sou de Petrópolis, corri de Fusca na década de 70 e depois de Opala em 78.
    Conheço algumas histórias do altomobilismo, se te interessar…
    Por exemplo: O Espingarda foi construido pelo “Carlinhos Bravo, que além de Pilôto foi também um grande preparador.
    Aliás, Petrópolis sempre teve grandes preparadores. Pra não me alongar muito vou relembrar o saudoso Renato Peixoto, construtor dos 2 carros da Equipe Casari/Brahma, o Chopp da Brahma e o Guaraná da Brahma, lembra?
    Um grande abraço a você e aos seus Leitore.

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  • 15 de junho de 2009 em 16:16
    Permalink

    Luiz. acho que em Brasilia o Espingarda eara Pilotado pelo Carlos Bravo e o Abelardo, que bateu na porta do KG do Moco.
    O português que adquiriu o Espingarda acho que foi o Xico Mendes (único Chico com X que eu conheci) dono da Dinal, representante da FNM em Petrópolis. Se inscreveu com o Helvio “Vivico” Zanata para a Nona Mil Milhas, mas se esquceu de comprar pneus, rs, o “Vivico” saiu p da vida e o Xico Mendes deu algumas voltas.
    Um abraço.

    Resposta
  • 15 de junho de 2009 em 16:16
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    Luiz. acho que em Brasilia o Espingarda eara Pilotado pelo Carlos Bravo e o Abelardo, que bateu na porta do KG do Moco.
    O português que adquiriu o Espingarda acho que foi o Xico Mendes (único Chico com X que eu conheci) dono da Dinal, representante da FNM em Petrópolis. Se inscreveu com o Helvio “Vivico” Zanata para a Nona Mil Milhas, mas se esquceu de comprar pneus, rs, o “Vivico” saiu p da vida e o Xico Mendes deu algumas voltas.
    Um abraço.

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  • 29 de novembro de 2009 em 12:11
    Permalink

    Prezado amigo Saloma

    Após muita polêmica, com o auxilio prestimoso do Mestre Joca e do Sr. Pedro Henrique “Baleiro”, foi resolvida a questão do destino do Protótipo Espingarda.
    Havia a dúvida entre a afirmação de que o mesmo havia sido convertido no Alfazoni e a minha informação que o carro esteve em Santo André, onde eu o dirigi muitas vezes, até que quase destruído, foi vendido para uns rapazes de São Paulo.
    Realmente o Espingarda teve sua parte mecânica utilizada na construção do Alfazoni porém sua carroceria foi montada em OUTRO chassis JK e com esta nova configuração, realmente, participou da edição IX das Mil Milhas pilotado pelo Sr. Xico Mendes (com “X”!), o português então proprietário da Dinal, autorizada FNM em Petrópolis.
    Creio ser relevante esta informação para a restauração da memória história do automobilismo brasileiro.

    Grato

    Resposta
  • 29 de novembro de 2009 em 12:11
    Permalink

    Prezado amigo Saloma

    Após muita polêmica, com o auxilio prestimoso do Mestre Joca e do Sr. Pedro Henrique “Baleiro”, foi resolvida a questão do destino do Protótipo Espingarda.
    Havia a dúvida entre a afirmação de que o mesmo havia sido convertido no Alfazoni e a minha informação que o carro esteve em Santo André, onde eu o dirigi muitas vezes, até que quase destruído, foi vendido para uns rapazes de São Paulo.
    Realmente o Espingarda teve sua parte mecânica utilizada na construção do Alfazoni porém sua carroceria foi montada em OUTRO chassis JK e com esta nova configuração, realmente, participou da edição IX das Mil Milhas pilotado pelo Sr. Xico Mendes (com “X”!), o português então proprietário da Dinal, autorizada FNM em Petrópolis.
    Creio ser relevante esta informação para a restauração da memória história do automobilismo brasileiro.

    Grato

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  • 29 de novembro de 2009 em 12:23
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    Tks…João. Petrópolis, minha terra, tem muitas histórias a contar. Tenho muito o que relatar nesses anos de vivência automobilistica na terrinha…

    Resposta
  • 29 de novembro de 2009 em 12:23
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    Tks…João. Petrópolis, minha terra, tem muitas histórias a contar. Tenho muito o que relatar nesses anos de vivência automobilistica na terrinha…

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