SPIDER OU CUCA DE FORA

Um carro de corrida, é sabido, têm que ser leve, ou seu peso compatível com sua potência, senão vira um caminhão. Esse final de semana, em Interlagos, me deparei com um folheto da “207 Spider Cup”, que presenteia o campeão com um teste nos 908 HDi FAP, que fizeram “les cheveux, la barbe et moustache” em Interlagos, última etapa da LeMans Séries de 2007… Um perfil rápido da barata, seria…
Alimentado por um motor 1,6 ( 1.596 cm3) THP, desenvolvendo 175 cavalos (à 5.800 rpm e um regime máximo de 6.500 rpm), turbo alimentado, acoplados a um câmbio de 6 marchas ao volante, chassis tubular, freios à disco de 283 polegadas, direção à cremalheira do Peugeot 407 de série, rodas de 18 polegadas com tala de 8 polegadas, com peso de 720 kg e tanques de combustível de 60 litros. Isso mais uns pinduricálios de série, prêmios para os dez primeiros por corrida e mais um Peugeot 207, para os três primeiros colocados no final do campeonato.
Ao longo dos anos, tivemos vários protótipos com perfil igual, de pegar um carro de série e transformá-lo num protótipo de competição, transformando em um spider, mas usando vários componentes de série. Na terra brasilis, dos que mais gosto e acho se enquadra nesse perfil seria o “Esquife Voador” ou “Cuca de Fora” do Jan Balder e Ciro Cayres, da CEBEM de Aguinaldo de Góes.

BMW, modelo 2002, Shnitzer, 205 cavalinhos à 7.400 rpm, câmbio de 5 marchas e autoblocante. Os freios eram à disco na dianteira e à tambor atrás. Rodas de 13 polegadas e tala de 7 polegadas. No traçado antigo de Interlagos (que saudade), chegava a mais ou menos uns 200 km/h na freiada da três a 7.300 rpm. E fazia o laranjinha a uns 90 km/h (5.200 rpm)…


Bom galera, vamos fazer uma enquete sobre os “spider” que marcaram época, na terrinha e pelo mundo afora. Sei que os blogueiros de plantão têm muito o que falar da “História dos Spider nas competições”.

é isso…
(reprodução/AE)

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

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