O SIMCA-ACHCAR – RELATO DO CRIADOR E PILOTO, RICARDO ACHCAR

Um depoimento do criador do protótipo e piloto Ricardo Achcar

Depoimento do Ricardo sobre o Simca-Achcar

“Foi na rua Teodoro da Silva com apresentação do Milton Amaral que juntaram-se vidas e trajetórias no esporte motor, Herculano Ferreirinha, Antônio Ferreirinha e no grupo, Manoel de quem me falta o nome porem não respeito pela dedicação que sempre mostrou.
Foi também pela via da capotagem espetacular na Ferradura em Interlagos que o meu co-piloto, Vadinho versão Carioca do personagem de Dona Flor e Seus Dois Maridos do Jorge Amado, vulgo pau queimado e o horror dos pais de família da época, Milton Amaral que o Simca Achcar resolveu se produzir.

Foi muito também pelo Ciro Caíres, o piloto companheiro que me passou a primeira grande lição que mudou a minha vida, sobre suspensão e ajustes, que pude adquirir um motor V-8 da Simca contra vontade do Chico Landi que tinha um certo preconceito com “os carioca cheio de firula” mas acabou deixando se convencer pelo Ciro e me deram o melhor motor de dinamômetro que havia na época no departamento de competição em compasso, creio que então a espera da chegada dos Simca-Abarth. Tinha o dito cujo 146 HP e os tinha mesmo.

A concepção do suporte interno entre-eixos do motor foi minha e mão de obra coordenada pelo Herculano com Antônio e Manoel na execução e eu enchendo o saco, conhecido por supervisão.
O que pouca gente sabe é que eu havia conseguido uma caixa Colotti do Renault Rabo Quente na França e havia conseguido um feito inédito de engambelar minha mãe, radical contraria ao esporte, que trouxe “a bola de ferro” na bagagem dela.

O raio da caixa tinha um eixo piloto de 13 milímetros de diâmetro que agüentou honrosamente a potencia e o torque do motor Simca em honra ao orgulho da engenharia francesa. Era inacreditável. Nunca reclamou, piou ou rangeu. Em compensação, era seca que nem uma velha ranzinza, exigia o giro no cabelo ou não entrava nem dizia bom dia. Alem de robusta, ranzinza e berrante nos dentes retos, era invertida sexualmente. Primeira em baixo na direita ( o motor era entre-eixos) e o resto vocês adivinham. A ré era em cima na esquerda. Quem é do meio sabe daquele piloto de ” confecção de fábrica” da Willys que enfiou a invertida lá na entrada da Sul e perdeu o Norte…

Era endiabrada

Como eu já era conhecedor das mazelas do enchimento do circuito de água da Berlinetta, caixa de compensação e uma multiplicidade de sangradores estavam instalados no sistema de arrefecimento. O termo sifão da Vemag (DKW) era uma lição completa sobre arrefecimento. Quem viveu esta época e elucubrou na criatividade sabe que rival superior, apenas a complexidade macetadissima do ajuste dos três platinados do 3=6, incrível peça de façanhas, que Deus os tenha vivo para sempre mas na história como fonte de inspiração. Quando fechavam intermitentemente o recurso era a casa Dr.Eiras ou pegar o Jorge Letry de bom humor. A primeira opção sempre levou a melhor. E ninguém sai normal dessa experiência. Apenas melhores pilotos e surdos de um ouvido, o próximo da descarga na janela esquerda. Perguntem ao Chico Lameirão falando no ouvido da direita por favor.

Foi por estas e mais algumas que eu determinei do alto da minha engenharia que utilizaríamos um radiador de colméia celular da Bongotti. Não sei se todo mundo sabe, não custa mencionar. Na colméia celular a decantação da água se faz num percurso em diagonal aproximadamente 30% maior do que na queda vertical. Calculando os oitos cilindros, cilindrada, cabeçote plano e circuito em geral, eu estimei que com segurança 11 litros dariam cabo da questão, especialmente pela bomba do motor que era poderosa e o radiador suportava alta pressão. Isto me permitia colocar uma tampa de radiador de 113 libras. Vamos de experiência 3=6. E assim executamos.


O protótipo Simca-Achcar no autódromo de Jacarepaguá Foto reprodução/AE

Adiante, no autódromo, na arrancada, o Paulinho Newland com a sua lindíssima e hoje sem preço GTO surgia encarnado no meu retrovisor se bem que bafo no cangote, tome de Sul. Coisa de historia. Até eu gosto de ler, dá mais arrepio. Tudo doido, criativo, corajoso, imprevisível com a morte de copila. Passava na reta e o Antônio abusava dos tamancos, na época indumentária de defesa, quando a coisa ficava preta e sacava os dois e sai de perto. Dava quase cambalhotas e polegar imenso surgia quase no meio do parabrisa. Herculano, mais gelado e também menor, botava um sorriso ritualista e ficava na dele e o Manoel compartilhava do Antônio dando suporte para ele não ser atropelado.

De repente, não que a morte se pronunciasse mas era meio como. Bumba, a mangueira superior de saída do motor se soltava do radiador. Podia se a mangueira inferior. Mas não dizia a morte! Tem que ser a de cima que é mais quentinha…E o meu cangote era premiado com um jato de vapor, água e berro de motor, tudo quentinho.

Aí, estava na pista aquele insolente jornalista. Na terceira mangueirada que eu levei o nome ficou. “Vem quente que eu estou fervendo” . Não insistam e não encham o meu saco: Não vou dizer o nome desse analfabeto que provavelmente escrevia o meu nome com “x”.

Passaram-se quatro anos mais ou menos. O Antônio já usava calçados robustos, discretos e militarescos. Os tamancos se foram, provavelmente na cabeça de alguém. Mas, o fato é que já era campeão e a assombração de muitos preparadores de motor. Uma noite, sem saber porque, entrei no nosso Box e encontrei o Antônio namorando um pistão embevecido. Tirei-o da letargia, cara doente, e dei-lhe o que eu chamo de ordem. Acho que nem ele sabe porque me atendeu. Digo isso porque não veio com rabugisse e impropérios lusos. Me atendeu. Acho que ele também não sabe porque, mas o Antônio lia os meus instintos coisa que eu não sabia fazer. “Tira esse radiador que eu quero ver uma coisa”. Silencio e execução.

Fiquei preocupado. Antônio retirou o radiador botou na bancada e olhou para minha cara. “Pega essa garrafa de litro e enche essa coisa.” Antônio, ainda calado, encheu. Deu 7 litros. Fechamos o Box e fomos para a Montenegro, hoje Vinicius de Moraes, no Garota de Ipanema. Tomamos todas e eu ouvi a noite toda resignado repetitivos impropérios com o peso gutural daquela boca cheia de graxa e parafusos do Ferreirinha, o maior mecânico do Brasil porque veste a camisa até debaixo da neve.
Eu ví”.

Ricardo Achcar
(reprodução)

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

32 comentários em “O SIMCA-ACHCAR – RELATO DO CRIADOR E PILOTO, RICARDO ACHCAR

  • 30 de janeiro de 2009 em 08:47
    Permalink

    Delicioso o depoimento do Ricardo!
    Como carioca, acompanhei, ainda moleque, e cheio de admiração, as peripécias dele nos anos dourados.
    Esta é a grande maravilha dos blogs atuais. As pessoas responsáveis pelo que existe hoje em atomobilismo de competição no país, e que há muito tempo foram lentamente desaparecendo do cenário, aos poucos vão surgindo novamente com histórias e segredos dos bastidores que encantam a todos nós.
    Parabéns e obrigado ao Ricardo, e ao teu blog, pelo resgate de tão gostosas memórias…
    Hugo -Brasília #71

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  • 30 de janeiro de 2009 em 08:47
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    Delicioso o depoimento do Ricardo!
    Como carioca, acompanhei, ainda moleque, e cheio de admiração, as peripécias dele nos anos dourados.
    Esta é a grande maravilha dos blogs atuais. As pessoas responsáveis pelo que existe hoje em atomobilismo de competição no país, e que há muito tempo foram lentamente desaparecendo do cenário, aos poucos vão surgindo novamente com histórias e segredos dos bastidores que encantam a todos nós.
    Parabéns e obrigado ao Ricardo, e ao teu blog, pelo resgate de tão gostosas memórias…
    Hugo -Brasília #71

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  • 30 de janeiro de 2009 em 09:30
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    Preciza contar mais historias.Voce escreve bem pra cacete!!!Forte abraco Dado Andrade.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 09:30
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    Preciza contar mais historias.Voce escreve bem pra cacete!!!Forte abraco Dado Andrade.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 10:48
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    Éssa história do Senhor Ricardo é muito legal e mexe com as minhas emoções, porque a Bongotti era do meu pai e meus tios. Legal!

    Saloma, valeu por ter publicado.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 10:48
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    Éssa história do Senhor Ricardo é muito legal e mexe com as minhas emoções, porque a Bongotti era do meu pai e meus tios. Legal!

    Saloma, valeu por ter publicado.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 10:56
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    Ricardo,
    Belo relato sobre a história de um dos mais belos carros que andaram no Autódromo de Jacarepaguá e, segundo relato do Luis Felipe da Gama Cruz, um dos mais rápidos em reta. Dá até vontade de fazer uma recriação a partir de um kit de carroceria e chassi fabricado pelo Sergio Pinheiro lá na Muda.
    Seria bom que alguém contasse algumas das histórias rocambolescas sobre o Milton “Pau Queimado” Amaral, os “causos” que aconteciam na sua granja.
    No mais, fico imaginando D. Josefina, uma figura de exponencial elegância da sociedade carioca, trazendo em sua bagagem a caixa Colotti.
    Brinde-nos frequentemente com seu conhecimento técnico e histórico sobre automobilsmo, sempre apresentados com um toque de classe e fino humor.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 10:56
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    Ricardo,
    Belo relato sobre a história de um dos mais belos carros que andaram no Autódromo de Jacarepaguá e, segundo relato do Luis Felipe da Gama Cruz, um dos mais rápidos em reta. Dá até vontade de fazer uma recriação a partir de um kit de carroceria e chassi fabricado pelo Sergio Pinheiro lá na Muda.
    Seria bom que alguém contasse algumas das histórias rocambolescas sobre o Milton “Pau Queimado” Amaral, os “causos” que aconteciam na sua granja.
    No mais, fico imaginando D. Josefina, uma figura de exponencial elegância da sociedade carioca, trazendo em sua bagagem a caixa Colotti.
    Brinde-nos frequentemente com seu conhecimento técnico e histórico sobre automobilsmo, sempre apresentados com um toque de classe e fino humor.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 12:49
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    A parte que o Ricardo menciona o jornalista, que provavelmente, escrevia seu nome com “X”” é hilária. Relato especíalissmo, que deixa nostálgico até mesmo quem não viveu a época dessa fase de ouro de nosso automobilismo…

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  • 30 de janeiro de 2009 em 12:49
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    A parte que o Ricardo menciona o jornalista, que provavelmente, escrevia seu nome com “X”” é hilária. Relato especíalissmo, que deixa nostálgico até mesmo quem não viveu a época dessa fase de ouro de nosso automobilismo…

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  • 30 de janeiro de 2009 em 15:43
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    Ricardo, parabens, belo depoimento de quem viveu e participou da melhor fase do automobilismo brasileiro. Vocês pilotos daquela época só nos abastece de conhecimentos e satisfação de ter vivido aqueles momentos maravilhosos.
    Vicente, achei a sua idéia ótima e tem muitos carros daquela época que poderiam ser recriados ou releiturados, como queiram.
    Jovino

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  • 30 de janeiro de 2009 em 15:43
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    Ricardo, parabens, belo depoimento de quem viveu e participou da melhor fase do automobilismo brasileiro. Vocês pilotos daquela época só nos abastece de conhecimentos e satisfação de ter vivido aqueles momentos maravilhosos.
    Vicente, achei a sua idéia ótima e tem muitos carros daquela época que poderiam ser recriados ou releiturados, como queiram.
    Jovino

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  • 30 de janeiro de 2009 em 16:49
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    Assim que li, imediatamente liguei para o Luis da Koni by LG, meu velho amigo.
    Ele e o Ferreirinha conversam quase todos os dias, e tem uma relação de amizade já bem antiga.
    Essa última frase do Achcar é para imprimir e colocar num quadro na oficina…
    Tenham certeza que nosso amigo Ferreirinha já leu o relato, e deve estar bastante emocionado com as lembranças. E essa história dos tamancos… Já estou até vendo ele praguejeando em “portugues lusitano”, porque o que ele xinga não tá no gibi…
    Figuraça, o Ferreirinha.
    Histórica, divertida e quando desanda a contar histórias, é uma em cima da outra, sem parar.
    Querem vê-lo? É só ir até Interlagos. Permanece por ali, trabalhando. Sempre com as mãos sujas de graxa e a boca cheia de sonoros e divertidíssimos palavrões.
    Adoro esse cara.

    Resposta
  • 30 de janeiro de 2009 em 16:49
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    Assim que li, imediatamente liguei para o Luis da Koni by LG, meu velho amigo.
    Ele e o Ferreirinha conversam quase todos os dias, e tem uma relação de amizade já bem antiga.
    Essa última frase do Achcar é para imprimir e colocar num quadro na oficina…
    Tenham certeza que nosso amigo Ferreirinha já leu o relato, e deve estar bastante emocionado com as lembranças. E essa história dos tamancos… Já estou até vendo ele praguejeando em “portugues lusitano”, porque o que ele xinga não tá no gibi…
    Figuraça, o Ferreirinha.
    Histórica, divertida e quando desanda a contar histórias, é uma em cima da outra, sem parar.
    Querem vê-lo? É só ir até Interlagos. Permanece por ali, trabalhando. Sempre com as mãos sujas de graxa e a boca cheia de sonoros e divertidíssimos palavrões.
    Adoro esse cara.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 19:09
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    Ricardo,
    Que fim teve o carro? Já ouvi uma história que o mesmo teria voltado a ser uma Berlineta, com mecânica Renault e formas originais.

    Resposta
  • 30 de janeiro de 2009 em 19:09
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    Ricardo,
    Que fim teve o carro? Já ouvi uma história que o mesmo teria voltado a ser uma Berlineta, com mecânica Renault e formas originais.

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  • 30 de janeiro de 2009 em 23:53
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    toda vida fui curioso por saber se o ricardo e irmao da dalal
    pelo que o vic miranda falou parece ser
    minha mae trabalhou 25 anos no ballet da dona dalal
    lembro deste carro no velho caledonia
    jc sete lagoas
    era um tirambaco
    to em charlotte,hoje andei na van amanha andarei num stock do hendrick team

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  • 30 de janeiro de 2009 em 23:53
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    toda vida fui curioso por saber se o ricardo e irmao da dalal
    pelo que o vic miranda falou parece ser
    minha mae trabalhou 25 anos no ballet da dona dalal
    lembro deste carro no velho caledonia
    jc sete lagoas
    era um tirambaco
    to em charlotte,hoje andei na van amanha andarei num stock do hendrick team

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  • 30 de janeiro de 2009 em 23:57
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    Vc não é fraco não…mande fotos para nós!

    Resposta
  • 30 de janeiro de 2009 em 23:57
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    Vc não é fraco não…mande fotos para nós!

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  • 31 de janeiro de 2009 em 00:05
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    Esse Ricardo tá me saindo um grande escrevinhador. Delicia de texto. Cada vez que leio caio na risada.
    As histórias dos ‘antigos’, realmente são um privilégio rememorar, relembrar, ouvi-las com nova roupagem que o tempo e a experiencia acumulou.
    Pode mandar mais umas quantas que , garanto, ninguém vai reclamar…

    E a maquina aí das fotos? escondida em algum canto?

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 00:05
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    Esse Ricardo tá me saindo um grande escrevinhador. Delicia de texto. Cada vez que leio caio na risada.
    As histórias dos ‘antigos’, realmente são um privilégio rememorar, relembrar, ouvi-las com nova roupagem que o tempo e a experiencia acumulou.
    Pode mandar mais umas quantas que , garanto, ninguém vai reclamar…

    E a maquina aí das fotos? escondida em algum canto?

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  • 31 de janeiro de 2009 em 12:08
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    Tive o prazer de ver essa máquina maravilhosa correndo no Rio.
    Sou feliz por ter vivenciado os melhores anos do automobilismo brasileiro , os anos dourados das corridas.Corrijam-me se eu estiver errado.

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 12:08
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    Tive o prazer de ver essa máquina maravilhosa correndo no Rio.
    Sou feliz por ter vivenciado os melhores anos do automobilismo brasileiro , os anos dourados das corridas.Corrijam-me se eu estiver errado.

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  • 31 de janeiro de 2009 em 14:37
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    Sergio, como aprendiz de feiticeiro, que fui por muitos anos…digo o mesmo e assino embaixo!

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 14:37
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    Sergio, como aprendiz de feiticeiro, que fui por muitos anos…digo o mesmo e assino embaixo!

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  • 31 de janeiro de 2009 em 15:48
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    acabei de sair do truck onde so dei 4 voltas no speed way
    meu amigo e ex piloto da stock dos anos 80 e e um dos masters do club que existe no autodromo de charlote
    agora estou no restaurante em frente a pista e vendo a turma andar nuns carrinhos com motor de moto yamaha 1100 e vez por outra passa um carro no oval
    parece um sonho pois tentei fazer isto em indianapolis e nao consegui pois nao tinha quem me indicasse
    aqui foi diferente
    ouvi uma historia do finado airton de que ele sentou num stock e na primeira volta cravou o melhor tempo
    alguem sabe algo a respeito?
    ta frio pacas mas estou igual passarinho numa moita de cupim
    to rindo a toa
    pena que tenho que voltar no voo noturno e segunda recomeca tudo de novo ouvindo as babozeiras do nosso governinho
    gastei muito mas cumpri um sonho
    este tal de blog e uma baita terapia
    semna que vem tenho algumas fotos ai no brazil
    jc sete lagoas em transito

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 15:48
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    acabei de sair do truck onde so dei 4 voltas no speed way
    meu amigo e ex piloto da stock dos anos 80 e e um dos masters do club que existe no autodromo de charlote
    agora estou no restaurante em frente a pista e vendo a turma andar nuns carrinhos com motor de moto yamaha 1100 e vez por outra passa um carro no oval
    parece um sonho pois tentei fazer isto em indianapolis e nao consegui pois nao tinha quem me indicasse
    aqui foi diferente
    ouvi uma historia do finado airton de que ele sentou num stock e na primeira volta cravou o melhor tempo
    alguem sabe algo a respeito?
    ta frio pacas mas estou igual passarinho numa moita de cupim
    to rindo a toa
    pena que tenho que voltar no voo noturno e segunda recomeca tudo de novo ouvindo as babozeiras do nosso governinho
    gastei muito mas cumpri um sonho
    este tal de blog e uma baita terapia
    semna que vem tenho algumas fotos ai no brazil
    jc sete lagoas em transito

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  • 31 de janeiro de 2009 em 16:46
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    Ficamos no aguardo…e parabéns pelo sonho!
    Saloma

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 16:46
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    Ficamos no aguardo…e parabéns pelo sonho!
    Saloma

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  • 31 de janeiro de 2009 em 22:24
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    José Carlos
    O Ricardo Achcar é sim irmão da Dalal Achcar.
    Amanhã estarei com ele e vou pedir pra ele vir aqui responder as perguntas.

    Resposta
  • 31 de janeiro de 2009 em 22:24
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    José Carlos
    O Ricardo Achcar é sim irmão da Dalal Achcar.
    Amanhã estarei com ele e vou pedir pra ele vir aqui responder as perguntas.

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