TONINHO DA MATTA…

Antônio Lúcio da Matta, ou simplesmente Toninho da Matta, piloto mineiro, carimbou seu nome no automobilismo brasileiro. Não tinha carro que o mineiro não tocasse. E o prazer sempre esteve estampado nos seus olhos, quando ficava atrás de um volante e manda a bota…
O sangue automobilista deste mineiro veio provavelmente da Itália. Seu avô materno, João Baptista Cementi, era um imigrante italiano que veio parar em Belo Horizonte. Trouxe com ele tudo que conhecia sobre automóvel e montou uma oficina onde torneava todas as peças que não eram encontradas por aqui. Desde pequeno tinha uma verdadeira paixão pelo automobilismo, dirigia desde os dezesseis anos e não podia dar em outra, um puta piloto campeão!”

Surgiram equipes bem estruturadas, como a do Martius Jarjour Carneiro que tinha o sugestivo nome de ZOOM…

Opala 21…1969/1970
Os 500 Quilômetros de Belo Horizonte só não tiveram mais emoção e entusiasmo devido ao lamentável acidente que tirou a vida de Marcelo Campos. Mas, apesar disto, ainda assim a corrida foi um acontecimento que emocionou principalmente o povo que se dirigiu para as imediações do estádio para assistir á corrida. Ao vence-la, o mineiro Toninho da Matta em dupla com seu primo Ivaldo da Matta teve dois triunfos: aquele sobre os adversários, de categoria internacional, como Emerson Fittipaldi e Luiz Pereira Bueno e o de ter que superar o trauma pela morte do companheiro e amigo…

Kart…1974
Toninho mudou de cidade, foi para o Rio de Janeiro. Passou a disputar o Carioca e formou a equipe Merci junto com os pilotos: Fernado Azevedo, Luiz Fernando Azevedo e Jorge Freitas. Toninho iniciou o campeonato com recorde e vitória . Era a inauguração do novo traçado do kartódromo Novo Rio. Venceu também o Prêmio Molikote destinado ao piloto mais competitivo…

LS/fotos reprodução/colaboração: Maria Luiza de Araujo Monteiro da Mata

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

52 comentários em “TONINHO DA MATTA…

  • 27 de agosto de 2008 em 00:34
    Permalink

    O grande Toninho da Matta correu também no Rallye de Regularidade e no de Velocidade.

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 00:34
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    O grande Toninho da Matta correu também no Rallye de Regularidade e no de Velocidade.

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  • 27 de agosto de 2008 em 00:52
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    Impossível não viajar no tempo… e não tem como não dizer de quem o Cristiano é Filho.
    Parece uma fotocópia!

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 00:52
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    Impossível não viajar no tempo… e não tem como não dizer de quem o Cristiano é Filho.
    Parece uma fotocópia!

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  • 27 de agosto de 2008 em 08:06
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    Taí um piloto de turismo que sempre fui fã. Assisti aqui em Brasília uma prova no circuito do Hotel Nacional em que ele venceu com facilidade com este opala, se não me engano, 69 e 3.800cc.
    Saloma, cadê o famoso Passat TS dele?
    Jovino

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  • 27 de agosto de 2008 em 08:06
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    Taí um piloto de turismo que sempre fui fã. Assisti aqui em Brasília uma prova no circuito do Hotel Nacional em que ele venceu com facilidade com este opala, se não me engano, 69 e 3.800cc.
    Saloma, cadê o famoso Passat TS dele?
    Jovino

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  • 27 de agosto de 2008 em 10:12
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    Jovino,

    Também estava nesta prova, as 200 Milhas de Brasilia, disputada em novembro de 69 (ah, meus 16 anos…!!!), pelo circuito do Hotel Nacional. O segundo colocado foi o Angi Munhoz com um Puma semi-oficial (assistência Crispim) e o terceiro foi o também estreante protótipo Ok (depois Amok, erroneamente citado na Quatro Rodas como Camber II)do ex-senador cassado Luis Estêvão.
    Lembro-me também desta corrida de BH; o Luisinho P. Bueno correu em dupla com o Fernando Feiticeiro, mas não pela equipe Bino, e sim a do Feiticeiro, proprietário do Bino Mark II naquele ano. Tiveram problemas mecânicos mas não me recordo a colocação final. Já o Emerson não passou de quatro ou cinco voltas, quebrando a cruzeta, salvo engano.
    Outra grande recordação deste Opalão, mas aí já mas mãos do “judeu voador”, Bóris Feldman, foi nos 1000 Km de Brasilia de 1970, quando o Bóris deu uma panca memorável, pouco antes da entrada dos antigos boxes da Rodoviária, ainda nos treinos.
    Um dos meus macabros hobbies de adolescência era colecionar pedaços de carros acidentados em corrida. Tinha um pedaço da fibra de vidro deste Opalão, devidamente catalogada e etiquetada, mas já perdi faz muito tempo.
    Maluquices da juventude…

    Grande abraço,

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 10:12
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    Jovino,

    Também estava nesta prova, as 200 Milhas de Brasilia, disputada em novembro de 69 (ah, meus 16 anos…!!!), pelo circuito do Hotel Nacional. O segundo colocado foi o Angi Munhoz com um Puma semi-oficial (assistência Crispim) e o terceiro foi o também estreante protótipo Ok (depois Amok, erroneamente citado na Quatro Rodas como Camber II)do ex-senador cassado Luis Estêvão.
    Lembro-me também desta corrida de BH; o Luisinho P. Bueno correu em dupla com o Fernando Feiticeiro, mas não pela equipe Bino, e sim a do Feiticeiro, proprietário do Bino Mark II naquele ano. Tiveram problemas mecânicos mas não me recordo a colocação final. Já o Emerson não passou de quatro ou cinco voltas, quebrando a cruzeta, salvo engano.
    Outra grande recordação deste Opalão, mas aí já mas mãos do “judeu voador”, Bóris Feldman, foi nos 1000 Km de Brasilia de 1970, quando o Bóris deu uma panca memorável, pouco antes da entrada dos antigos boxes da Rodoviária, ainda nos treinos.
    Um dos meus macabros hobbies de adolescência era colecionar pedaços de carros acidentados em corrida. Tinha um pedaço da fibra de vidro deste Opalão, devidamente catalogada e etiquetada, mas já perdi faz muito tempo.
    Maluquices da juventude…

    Grande abraço,

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:11
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    Joca, sabia que vc iria gostar. E pode pegar o lenço e a Neosaldina que vem mais coisa aí…

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:11
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    Joca, sabia que vc iria gostar. E pode pegar o lenço e a Neosaldina que vem mais coisa aí…

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:24
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    Presenciei diversos shows de pilotagem do Tominho. Pena que não existam mais registros e fotos dos grandes feitos deste “mineiro” arretado no volante.

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:24
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    Presenciei diversos shows de pilotagem do Tominho. Pena que não existam mais registros e fotos dos grandes feitos deste “mineiro” arretado no volante.

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:32
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    Roberto, estamos trabalhando para isso e vamos conseguir…

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  • 27 de agosto de 2008 em 11:32
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    Roberto, estamos trabalhando para isso e vamos conseguir…

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  • 27 de agosto de 2008 em 12:18
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    Bah, sensacional esses registros, Saloma!
    Tenho algumas coisas do Toninho por aqui, a partir do período do Torneio Passat. Se precisares de alguma coisa é só pedir.
    Grande Toninho. Acelerava muito.

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 12:18
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    Bah, sensacional esses registros, Saloma!
    Tenho algumas coisas do Toninho por aqui, a partir do período do Torneio Passat. Se precisares de alguma coisa é só pedir.
    Grande Toninho. Acelerava muito.

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  • 27 de agosto de 2008 em 12:27
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    Melhor ainda Sanco, se vc já disponibilizou algo no seu blog, mande o link que faremos materias sobre o cabra em parceria…e material é sempre bemvindo, ok!
    abs
    LS

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 12:27
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    Melhor ainda Sanco, se vc já disponibilizou algo no seu blog, mande o link que faremos materias sobre o cabra em parceria…e material é sempre bemvindo, ok!
    abs
    LS

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  • 27 de agosto de 2008 em 21:46
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    nos anos 78 79 80 no grupo um acompanhei de perto o toninho,visto que morava em bh e fazia parte do rio motor racing .todas as coriidas que tinha no rio eu saia de bh e ia para bandeirar no jpagua
    tinha um mecanico do toninho que era nosso amigo e varias vezes eu acompanhei de bh ao rio pela BR03 a equipe autobet,nesta epoca eu tinha um passat ts 76 de alavanca alta que sob auspicios e ajuda do preparador que era meu vizinho no prado em bh chamado sanchao eu pude adaptar meu ts pra alavanca baixa que era standard apos 1977
    nosso amigo sanchao que esta no andar de cima certamente e com aval do proprio toninho foi responsavel pelo grande sucesso dos passats nesta era
    caro saloma,a tocada do toninho era uma coisa sem igual e com certeza o considero o melhor piloto de automobilismo do brasil de todos os tempos
    opiniao e igual umbigo cada um tem a sua
    jc sete lagoas

    Resposta
  • 27 de agosto de 2008 em 21:46
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    nos anos 78 79 80 no grupo um acompanhei de perto o toninho,visto que morava em bh e fazia parte do rio motor racing .todas as coriidas que tinha no rio eu saia de bh e ia para bandeirar no jpagua
    tinha um mecanico do toninho que era nosso amigo e varias vezes eu acompanhei de bh ao rio pela BR03 a equipe autobet,nesta epoca eu tinha um passat ts 76 de alavanca alta que sob auspicios e ajuda do preparador que era meu vizinho no prado em bh chamado sanchao eu pude adaptar meu ts pra alavanca baixa que era standard apos 1977
    nosso amigo sanchao que esta no andar de cima certamente e com aval do proprio toninho foi responsavel pelo grande sucesso dos passats nesta era
    caro saloma,a tocada do toninho era uma coisa sem igual e com certeza o considero o melhor piloto de automobilismo do brasil de todos os tempos
    opiniao e igual umbigo cada um tem a sua
    jc sete lagoas

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  • 28 de agosto de 2008 em 17:16
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    “Águia”,

    O Puma VW no qual Marcelo Campos se acidentou e veio a falecer esteve `a venda no Mercado Livre anos atrás. Ainda apresentava a carroceria bastante danificada. Se não me engano, Marcelo teve uma poerformance espetacular numa prova aqui no Rio, prova essa que teve a participação do VW-Bimotor dos Fittipaldi, Ford GT40 do Sidney Cardoso e Alfa P33 do Moco.

    Resposta
  • 28 de agosto de 2008 em 17:16
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    “Águia”,

    O Puma VW no qual Marcelo Campos se acidentou e veio a falecer esteve `a venda no Mercado Livre anos atrás. Ainda apresentava a carroceria bastante danificada. Se não me engano, Marcelo teve uma poerformance espetacular numa prova aqui no Rio, prova essa que teve a participação do VW-Bimotor dos Fittipaldi, Ford GT40 do Sidney Cardoso e Alfa P33 do Moco.

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  • 29 de agosto de 2008 em 19:09
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    Fico feliz em ver fotos e histórias sobre Toninho da Matta que, além de outras qualidades, sempre foi bom em corridas longas.

    Felizmente tive o prazer de participar de algumas em que ele correu, como também Marcelo campos e Martious Jajour e várias com Jorge Freitas – como este último tocava aquele Fusca, sempre fui seu fã e dizia pra ele.

    Vicente Miranda

    A corrida que você se refere foi os 1000 Kilômetros da Guanabara de 69.

    Nela Marcelo Campos em dupla com Martious Jajour chegou em terceiro lugar com o Puma # 38 e Toninho da Matta e Enio Garcia chegaram em quinto com o Elgar GT # 12

    Por sinal, por esses dias escaneando fotos para o Ítalo – que está fazendo o vídeo game – achei bastante fotos dessa corrida, inclusive algumas do Puma 38, outras do Elgar GT 12 e com eles no pódio.

    Como disse nosso amigo Águia não sabia que Marcelo Campos havia partido para o segundo andar.

    Resposta
  • 29 de agosto de 2008 em 19:09
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    Fico feliz em ver fotos e histórias sobre Toninho da Matta que, além de outras qualidades, sempre foi bom em corridas longas.

    Felizmente tive o prazer de participar de algumas em que ele correu, como também Marcelo campos e Martious Jajour e várias com Jorge Freitas – como este último tocava aquele Fusca, sempre fui seu fã e dizia pra ele.

    Vicente Miranda

    A corrida que você se refere foi os 1000 Kilômetros da Guanabara de 69.

    Nela Marcelo Campos em dupla com Martious Jajour chegou em terceiro lugar com o Puma # 38 e Toninho da Matta e Enio Garcia chegaram em quinto com o Elgar GT # 12

    Por sinal, por esses dias escaneando fotos para o Ítalo – que está fazendo o vídeo game – achei bastante fotos dessa corrida, inclusive algumas do Puma 38, outras do Elgar GT 12 e com eles no pódio.

    Como disse nosso amigo Águia não sabia que Marcelo Campos havia partido para o segundo andar.

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  • 29 de agosto de 2008 em 19:23
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    Poxa, como pude ser ingrato… Me esqueci de falar da alegria misturada com saudade que tive ao ver a foto do Kartródromo Novo Rio, de onde trago recordações inesquecíveis.

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  • 29 de agosto de 2008 em 19:23
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    Poxa, como pude ser ingrato… Me esqueci de falar da alegria misturada com saudade que tive ao ver a foto do Kartródromo Novo Rio, de onde trago recordações inesquecíveis.

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  • 30 de agosto de 2008 em 15:41
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    Sidney,
    Participei de muitas provas no Kartódromo Novo Rio, tanto no antigo quanto no novo circuito, onde uma nova varante de alta no final da reta soltava asfalto. Tenho algumas fotos daquele tempo em que eu, pasme, tinha cabelos … compridos!
    Quando em 1975 o Luis Claudio Mattos inaugurou o Kartódromo Maqui-Mundi, com 32 opções de circuito, uma pista equivalente às melhores do mundo. Infelizmente, como se diz, “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. A CCK (Comissão Carioca de Kart) da FAERJ trocava de circuito a cada etapa do campeonato carioca, fazendo os custos por corrida subirem vertiginosamente, visto que tínhamos que praticamente moer um motor e jogo de pneus em treinos para acertar o conjunto (relação de coroa e pinhão, bitolas, geometria de direção, etc..). Havia também a pista de Volta Redonda que eu adorava.

    Resposta
  • 30 de agosto de 2008 em 15:41
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    Sidney,
    Participei de muitas provas no Kartódromo Novo Rio, tanto no antigo quanto no novo circuito, onde uma nova varante de alta no final da reta soltava asfalto. Tenho algumas fotos daquele tempo em que eu, pasme, tinha cabelos … compridos!
    Quando em 1975 o Luis Claudio Mattos inaugurou o Kartódromo Maqui-Mundi, com 32 opções de circuito, uma pista equivalente às melhores do mundo. Infelizmente, como se diz, “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. A CCK (Comissão Carioca de Kart) da FAERJ trocava de circuito a cada etapa do campeonato carioca, fazendo os custos por corrida subirem vertiginosamente, visto que tínhamos que praticamente moer um motor e jogo de pneus em treinos para acertar o conjunto (relação de coroa e pinhão, bitolas, geometria de direção, etc..). Havia também a pista de Volta Redonda que eu adorava.

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  • 31 de agosto de 2008 em 18:12
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    Vicente Miranda
    Deixa eu te falar porque trago recordações inesquecíveis.
    1 – Adorava ver os Karts Minis andando de lado, lembravam as Berlinetas, sempre que podia ia lá assisitir às corridas e fui à várias.

    2 – Como sempre gostei de ver derrapagens controladas, na época meus pilotos preferidos eram Paulo Roberto Marinho e Chico Inglês, na minha opinião os que andavam mais de lado com esses Minis nàquela época.

    Mas meu preferido mesmo era o Paulo Roberto Marinho, filho de Roberto Marinho, este era o que mais deslizava naquela pista. Pena que na passagem de ano em 70 quando foi levar um amigo à rodoviária, na volta teve um acidente com sua Kombi e faleceu.

    Havia um mecânico de carro de nome Juarez – não sei se você conheceu – ele tinha uma oficina na Av. Geremário Dantas perto do Largo do Tanque. Foi esse que, uma vez dando uma volta no Autódromo do Rio com aquele Karmann-Ghia de fibra com motor VW que havia sido meu e agora estava com Nelson Balestieri, pediu emprestado o KG ao Nelson pra dar uma volta e caiu na Ferradura.

    Ele era meu fã e um dia eu estava com minha equipe no Autódromo do Rio amaciando o motor do Lorena e, pra minha surpresa, ele apareceu lá com um Kart Parrilla e disse que o havia comprado pois seu desejo era me ver dar uma tocada nele no Kartódromo Novo Rio.

    Fiquei surpreso com aquela admiração. Como na hora estávamos sem tempo pra ir lá, jogamos óleo misturado com água bem na entrada da curva Norte e ficamos brincando de dar entortadas lá.

    Combinamos que iríamos no dia seguinte.
    Fomos, dei umas voltas pra sentir o Kart, embora gostaria mais se fosse Mini, pois como você sabe, os Minis entortavam bem mais que os Parrillas.

    Bem, lá pela décima volta vejo ele e a turma que estava lá pulando de alegria e fazendo-me sinais de vitória.
    Sentia que estava andando bem, mas, sinceramente, nem imaginava o que tinha acontecido.

    Parei, eles vieram com os cronômetros na mão e mostraram-me que havia igualado o recorde da pista neste meu primeiro contato com o Kart.

    Outra boa recordação foi quando Norman Casari, em parceria com Mário Aguinaga, criaram aqueles mini-carrinhos para crianças.
    No lançamento promoveu uma corrida lá, convidou-me pra ir dar uma força, fui bandeirinha dos garotos e acabou saindo uma foto minha no jornal no dia seguinte.

    Resposta
  • 31 de agosto de 2008 em 18:12
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    Vicente Miranda
    Deixa eu te falar porque trago recordações inesquecíveis.
    1 – Adorava ver os Karts Minis andando de lado, lembravam as Berlinetas, sempre que podia ia lá assisitir às corridas e fui à várias.

    2 – Como sempre gostei de ver derrapagens controladas, na época meus pilotos preferidos eram Paulo Roberto Marinho e Chico Inglês, na minha opinião os que andavam mais de lado com esses Minis nàquela época.

    Mas meu preferido mesmo era o Paulo Roberto Marinho, filho de Roberto Marinho, este era o que mais deslizava naquela pista. Pena que na passagem de ano em 70 quando foi levar um amigo à rodoviária, na volta teve um acidente com sua Kombi e faleceu.

    Havia um mecânico de carro de nome Juarez – não sei se você conheceu – ele tinha uma oficina na Av. Geremário Dantas perto do Largo do Tanque. Foi esse que, uma vez dando uma volta no Autódromo do Rio com aquele Karmann-Ghia de fibra com motor VW que havia sido meu e agora estava com Nelson Balestieri, pediu emprestado o KG ao Nelson pra dar uma volta e caiu na Ferradura.

    Ele era meu fã e um dia eu estava com minha equipe no Autódromo do Rio amaciando o motor do Lorena e, pra minha surpresa, ele apareceu lá com um Kart Parrilla e disse que o havia comprado pois seu desejo era me ver dar uma tocada nele no Kartódromo Novo Rio.

    Fiquei surpreso com aquela admiração. Como na hora estávamos sem tempo pra ir lá, jogamos óleo misturado com água bem na entrada da curva Norte e ficamos brincando de dar entortadas lá.

    Combinamos que iríamos no dia seguinte.
    Fomos, dei umas voltas pra sentir o Kart, embora gostaria mais se fosse Mini, pois como você sabe, os Minis entortavam bem mais que os Parrillas.

    Bem, lá pela décima volta vejo ele e a turma que estava lá pulando de alegria e fazendo-me sinais de vitória.
    Sentia que estava andando bem, mas, sinceramente, nem imaginava o que tinha acontecido.

    Parei, eles vieram com os cronômetros na mão e mostraram-me que havia igualado o recorde da pista neste meu primeiro contato com o Kart.

    Outra boa recordação foi quando Norman Casari, em parceria com Mário Aguinaga, criaram aqueles mini-carrinhos para crianças.
    No lançamento promoveu uma corrida lá, convidou-me pra ir dar uma força, fui bandeirinha dos garotos e acabou saindo uma foto minha no jornal no dia seguinte.

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  • 31 de agosto de 2008 em 22:07
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    Sidney, tenho uma foto do Salominha numa dessas baratinhas e assiste muitas provas delas. Algumas em Petrópolis, no circuito da catedral, onde corriam uns moleques tipo Andreias Matheis…grande amigo e Manager na Stock, que hoje faturou um milhão de doletas com a vitória de um dos seus pilotos, Valdemo Brito…

    Resposta
  • 31 de agosto de 2008 em 22:07
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    Sidney, tenho uma foto do Salominha numa dessas baratinhas e assiste muitas provas delas. Algumas em Petrópolis, no circuito da catedral, onde corriam uns moleques tipo Andreias Matheis…grande amigo e Manager na Stock, que hoje faturou um milhão de doletas com a vitória de um dos seus pilotos, Valdemo Brito…

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  • 1 de setembro de 2008 em 10:35
    Permalink

    Sidney,
    O filho do Roberto Marinho que foi campeão de kart foi o João Roberto Marinho, e está bem vivo, à frente das Organizações Globo. E pasme, o Chico Inglês era meu vizinho. Já tentei fotos com meu amigo Paulo Roberto Miranda, que foi Vice para o João, mas não consegui nada.
    Não corri no tempo dois chassis deitados, Mini deitado (igual ao do Toninho na primeira foto), Mini Língua-de-Vaca (evolução do primeiro), Mini Calunga (deitado com motor lateral), Silpo e FBM. Com o advento dos chassis sentados, do tipo FIA 100, os chassis antigos supracitados foram superados até na categoria 125 cm3 (motores 125 nacionais). Corri já no tempo dos chassis FIA, primeiro com Maxi-Mini Riomar 125 (igual ao em que o Toninho correu em 1974 – vide foto) e depois Cox-T (derivado do Tauffun alemão, trazido pelo Waltinho Travaglini após um Campeonato Mundial) e depois depois Mini SS (copiado do Birel italiano), com ambos os chassis utilizando motores Komet e BM.
    Por incrível que pareça, tenho quase certeza que cheguei a ver o kart que você andou. Deve ter sido um Cox-Parilla que ficava pendurado na parece da oficina onde ficava o KG que na época já pertencia ao Nelson Balestrieri. Estávamos em 1972, se não me engano, e sempre passava por lá após um papo na oficina do Vicente Domingues (Vick´s Racing Motors).

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  • 1 de setembro de 2008 em 10:35
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    Sidney,
    O filho do Roberto Marinho que foi campeão de kart foi o João Roberto Marinho, e está bem vivo, à frente das Organizações Globo. E pasme, o Chico Inglês era meu vizinho. Já tentei fotos com meu amigo Paulo Roberto Miranda, que foi Vice para o João, mas não consegui nada.
    Não corri no tempo dois chassis deitados, Mini deitado (igual ao do Toninho na primeira foto), Mini Língua-de-Vaca (evolução do primeiro), Mini Calunga (deitado com motor lateral), Silpo e FBM. Com o advento dos chassis sentados, do tipo FIA 100, os chassis antigos supracitados foram superados até na categoria 125 cm3 (motores 125 nacionais). Corri já no tempo dos chassis FIA, primeiro com Maxi-Mini Riomar 125 (igual ao em que o Toninho correu em 1974 – vide foto) e depois Cox-T (derivado do Tauffun alemão, trazido pelo Waltinho Travaglini após um Campeonato Mundial) e depois depois Mini SS (copiado do Birel italiano), com ambos os chassis utilizando motores Komet e BM.
    Por incrível que pareça, tenho quase certeza que cheguei a ver o kart que você andou. Deve ter sido um Cox-Parilla que ficava pendurado na parece da oficina onde ficava o KG que na época já pertencia ao Nelson Balestrieri. Estávamos em 1972, se não me engano, e sempre passava por lá após um papo na oficina do Vicente Domingues (Vick´s Racing Motors).

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  • 1 de setembro de 2008 em 19:40
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    Saloma
    É fantástico como o mundo se tornou mesmo uma Aldeia Global, como já prevera Marshall McLuhan em seu livro Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem.

    Acho fantástico também como pessoas com mesmos interesses se encontram na internet.

    Jamais poderia imaginar que seu filho estava ali naquelas corridas. Você bem que poderia publicar essa foto pra nós.

    Vicente Miranda

    Desculpe-me na confusão do nome, troquei-o pelo do Paulo Roberto Marinho, que faleceu de Kombi num acidente em São pedro da Aldeia no reveillon, como te falei.

    Sobre o Chico Inglês ser seu vizinho, é como falei com o Saloma sobre a Aldeia Global, é fantástica!

    Poxa, vê se insiste com Paulo Roberto Miranda nas fotos. O que essa turma andava de lado nos Minis deitados era um espetáculo.

    Quanto ao Kart presumo que deve ser esse mesmo.

    Presumo, porque quando andei com ele foi no final da década de 60 quando o Juarez tinha uma oficina defronte a Vick´s Racing Motors, do Vicente Domingues.

    Em 72 fui fazer uma operação que acabou não sendo bem sucedida e fiquei anos no hospital, portanto não podia ir na oficina do Pedro e Nelson Balestieri(Obs. tenho visto que você tem se enganado na grafia do sobrenome do Nelson).

    Deve ser esse mesmo Kart, pois Nelson e Juarez viviam juntos.

    Agora vejo porque não o conhecia, pois calhou justamente que na época que você corria eu estava no hospital.

    Abraços a todos e viva a Aldeia Global que nos propicia esses reencontros maravilhosos.

    Resposta
  • 1 de setembro de 2008 em 19:40
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    Saloma
    É fantástico como o mundo se tornou mesmo uma Aldeia Global, como já prevera Marshall McLuhan em seu livro Os Meios de Comunicação Como Extensões do Homem.

    Acho fantástico também como pessoas com mesmos interesses se encontram na internet.

    Jamais poderia imaginar que seu filho estava ali naquelas corridas. Você bem que poderia publicar essa foto pra nós.

    Vicente Miranda

    Desculpe-me na confusão do nome, troquei-o pelo do Paulo Roberto Marinho, que faleceu de Kombi num acidente em São pedro da Aldeia no reveillon, como te falei.

    Sobre o Chico Inglês ser seu vizinho, é como falei com o Saloma sobre a Aldeia Global, é fantástica!

    Poxa, vê se insiste com Paulo Roberto Miranda nas fotos. O que essa turma andava de lado nos Minis deitados era um espetáculo.

    Quanto ao Kart presumo que deve ser esse mesmo.

    Presumo, porque quando andei com ele foi no final da década de 60 quando o Juarez tinha uma oficina defronte a Vick´s Racing Motors, do Vicente Domingues.

    Em 72 fui fazer uma operação que acabou não sendo bem sucedida e fiquei anos no hospital, portanto não podia ir na oficina do Pedro e Nelson Balestieri(Obs. tenho visto que você tem se enganado na grafia do sobrenome do Nelson).

    Deve ser esse mesmo Kart, pois Nelson e Juarez viviam juntos.

    Agora vejo porque não o conhecia, pois calhou justamente que na época que você corria eu estava no hospital.

    Abraços a todos e viva a Aldeia Global que nos propicia esses reencontros maravilhosos.

    Resposta
  • 1 de setembro de 2008 em 21:37
    Permalink

    Sidney,
    Imagine que em 1972 eu matava a última aula no cursinho de vestibular em Copacabana para colocar andar forte (que meus filhos não leiam) na Estrada Velha de Jacarepaguá. Tinha um valente VW 1200 que nunca bateu mas apanhou muito, com alargador de bitola, rodas 5 1/2″ e cambagem negativa feita na oficina do xará Domingues. A Av. Geremário dantas era umadelícia para acertar carro naquele tempo, totalmente diferente dis dias de hoje. Aproveitava e encontrava com meu meio-irmão que trabalhava nas redondezas e dávamos um “calor” naquelas curvas com um Simca Rallye, carro de uso dele. Dali íamos namorar o KG do Nelson (obrigado pela correção) Balestieri.
    Na volta para a Zona Sul, volta e meia encontrava na Estrada Velha de Jacarepaguá com a Vemaguet grená de entregas da Real Freios, lá de Botafogo, cujo proprietário Manuel Patricio participava do programa Carro é Notícia do André Queirós. O “piloto” da Vemaguet, um tal de Tuneca, e eu vínhamos brincando nas curvas da estrada. Era uma diversão só, até que um dia, já na Barra, passando por baixo do viaduto pouco antes de onde hoje tem o Downtown, segui reto, comprei um lote no matagal e vi o capim navalha na altura da janela do Fusquinha.

    Resposta
  • 1 de setembro de 2008 em 21:37
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    Sidney,
    Imagine que em 1972 eu matava a última aula no cursinho de vestibular em Copacabana para colocar andar forte (que meus filhos não leiam) na Estrada Velha de Jacarepaguá. Tinha um valente VW 1200 que nunca bateu mas apanhou muito, com alargador de bitola, rodas 5 1/2″ e cambagem negativa feita na oficina do xará Domingues. A Av. Geremário dantas era umadelícia para acertar carro naquele tempo, totalmente diferente dis dias de hoje. Aproveitava e encontrava com meu meio-irmão que trabalhava nas redondezas e dávamos um “calor” naquelas curvas com um Simca Rallye, carro de uso dele. Dali íamos namorar o KG do Nelson (obrigado pela correção) Balestieri.
    Na volta para a Zona Sul, volta e meia encontrava na Estrada Velha de Jacarepaguá com a Vemaguet grená de entregas da Real Freios, lá de Botafogo, cujo proprietário Manuel Patricio participava do programa Carro é Notícia do André Queirós. O “piloto” da Vemaguet, um tal de Tuneca, e eu vínhamos brincando nas curvas da estrada. Era uma diversão só, até que um dia, já na Barra, passando por baixo do viaduto pouco antes de onde hoje tem o Downtown, segui reto, comprei um lote no matagal e vi o capim navalha na altura da janela do Fusquinha.

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  • 3 de setembro de 2008 em 09:29
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    É Vicente, que seus filhos não leiam… Ah,ah,ah.

    Aquela estrada Velha da da Barra tem é histórias pra contar.

    Resposta
  • 3 de setembro de 2008 em 09:29
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    É Vicente, que seus filhos não leiam… Ah,ah,ah.

    Aquela estrada Velha da da Barra tem é histórias pra contar.

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  • 3 de setembro de 2008 em 09:48
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    Sidney, dá para ficar devagando num horizonte e jogar o pensamento para aquela época que vamos longe. Vc viu o Malzoni que o cabra está passando no blog, pois é, me foi oferecido anteriormente, mas estou sem condições de pegar a empreitada. meu desejo era refazer o cara preta do Norman. Assim ficaria mais fácil a recuperação, porque estaria desprovido de detalhes e iria me satisfazer muito. E seria a recriação de mais um ícone do nosso, tão esquecido automobilísmo de base, digo assim, porque se estamos militando a história aqui, humildes aprendizes de feitiveiro, é graças a gênios iguais a vc que nos deram e dão tanto prazer de conversar e escutar suas histórias…muito obrigado por estar sempre presente no boteco.
    abs do amigo…
    LS

    Resposta
  • 3 de setembro de 2008 em 09:48
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    Sidney, dá para ficar devagando num horizonte e jogar o pensamento para aquela época que vamos longe. Vc viu o Malzoni que o cabra está passando no blog, pois é, me foi oferecido anteriormente, mas estou sem condições de pegar a empreitada. meu desejo era refazer o cara preta do Norman. Assim ficaria mais fácil a recuperação, porque estaria desprovido de detalhes e iria me satisfazer muito. E seria a recriação de mais um ícone do nosso, tão esquecido automobilísmo de base, digo assim, porque se estamos militando a história aqui, humildes aprendizes de feitiveiro, é graças a gênios iguais a vc que nos deram e dão tanto prazer de conversar e escutar suas histórias…muito obrigado por estar sempre presente no boteco.
    abs do amigo…
    LS

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  • 19 de novembro de 2008 em 21:34
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    Em 1970, tinha 13 anos e morava em Pará de Minas. Mas fui alguma vezes no AUTODROMO DO MINEIRÃO ver as corridas. Eu só tinha olhos para o Opala 21 da Motorauto. Que saudade!!!!! Como o cara pilotava. Lá eu tive a oportunidade de conhecer muita gente que se tornou imortal (Nelson, Emerson, para não falar dos outros).
    Como era bom aquele tempo…. Esse cara pilotava prá caralho!!!!!!!

    Resposta
  • 19 de novembro de 2008 em 21:34
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    Em 1970, tinha 13 anos e morava em Pará de Minas. Mas fui alguma vezes no AUTODROMO DO MINEIRÃO ver as corridas. Eu só tinha olhos para o Opala 21 da Motorauto. Que saudade!!!!! Como o cara pilotava. Lá eu tive a oportunidade de conhecer muita gente que se tornou imortal (Nelson, Emerson, para não falar dos outros).
    Como era bom aquele tempo…. Esse cara pilotava prá caralho!!!!!!!

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  • 18 de agosto de 2009 em 02:29
    Permalink

    Olá pessoal

    Venho por meio deste, IMPLORAR informações de quem realmente conhece, pois estou precisando seriamente de ajuda para os seguintes quesitos:

    Tenho atualmente 9 karts de época, sendo eles os seguintes;

    2 Maxi-Mini 1971?
    2 Mini SS 1976?
    1 Rois Kart 1963?
    2 Banheiras Língua de vaca 1968-69
    1 Jolly kart 1970?
    1 RS americano 1960/62

    Preciso de informações, fotos e ajuda para que consiga restaurar todos eles… Tenho as mecânicas originais dos Mini SS (V12) e do Maxi-Mini (V12 Marmitão), bem como do kart americano (Pasco 175cc)…
    Preciso de informação, fotos, tudo é bem vindo…

    Estou montando uma página voltada ao Kart Antigo, como disse, todas as informações são bem vindas…

    Por favor, me ajudem, sozinho não conseguirei…

    Grato…

    Marcelo afornali – afornali@bicicletasantigas.com.br

    Resposta
  • 18 de agosto de 2009 em 02:29
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    Olá pessoal

    Venho por meio deste, IMPLORAR informações de quem realmente conhece, pois estou precisando seriamente de ajuda para os seguintes quesitos:

    Tenho atualmente 9 karts de época, sendo eles os seguintes;

    2 Maxi-Mini 1971?
    2 Mini SS 1976?
    1 Rois Kart 1963?
    2 Banheiras Língua de vaca 1968-69
    1 Jolly kart 1970?
    1 RS americano 1960/62

    Preciso de informações, fotos e ajuda para que consiga restaurar todos eles… Tenho as mecânicas originais dos Mini SS (V12) e do Maxi-Mini (V12 Marmitão), bem como do kart americano (Pasco 175cc)…
    Preciso de informação, fotos, tudo é bem vindo…

    Estou montando uma página voltada ao Kart Antigo, como disse, todas as informações são bem vindas…

    Por favor, me ajudem, sozinho não conseguirei…

    Grato…

    Marcelo afornali – afornali@bicicletasantigas.com.br

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  • 26 de dezembro de 2009 em 17:01
    Permalink

    Bom falar sôbre Toninho. Tive prazer de correr na mesma prova que êle por duas vêzes e deu para aprender muito. Logo que mudei para BH, o conheci e em pouco tenpo ficou meu amigo,o que muito me honrou. É uma pessoa simpática, simples e principalmente leal.Como piloto só posso dizer que minas teve UM-ÊLE,e o resto.

    Resposta
  • 26 de dezembro de 2009 em 17:01
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    Bom falar sôbre Toninho. Tive prazer de correr na mesma prova que êle por duas vêzes e deu para aprender muito. Logo que mudei para BH, o conheci e em pouco tenpo ficou meu amigo,o que muito me honrou. É uma pessoa simpática, simples e principalmente leal.Como piloto só posso dizer que minas teve UM-ÊLE,e o resto.

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  • 14 de dezembro de 2011 em 14:05
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    Kartódromo no RIO? Cadê?!
    Primeiro foi o fim do indoor no Shopping Nova América, depois o do Premiun Barra (melhor de todos) e agora o do Top Kart Norte Shopping…

    Resposta
  • 14 de dezembro de 2011 em 14:05
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    Kartódromo no RIO? Cadê?!
    Primeiro foi o fim do indoor no Shopping Nova América, depois o do Premiun Barra (melhor de todos) e agora o do Top Kart Norte Shopping…

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