DIÁRIOS DO HUGO #8

NOS MARES
Por Hugo Borghi
Nossa turma sempre se interessou por pescarias de mergulho, barcos, e atividades aquáticas. Meu primeiro barquinho foi um Boston Whaler de 13 pés de comprimento.

Um casquinho excepcional, com entrada tripla, e uma proa quadradinha chanfrada. Apesar da borda muito baixa, e casco de formato quase chato, era sêca, não respingava água, muito estável, macia no embate com as ondas, e inafundável. Montei um motor de popa Mercury de 35 cv., e com este conjunto, dei minhas primeiras braçadas no mundo da náutica. Em tempo de mar bom, íamos até as Ilhas Cagarra, Rasa e Redonda em frente à Ipanema, às Tijucas, praias de Itaipu, fundo da Baía de Guanabara, etc… Me lembro de certo dia, ter descido de Petrópolis com o Zéca, depois de uma festa, e “virados”, emendado uma pescaria de linha na bóia do Magdalena, bem na boca da barra. Não pescamos nada, mas vomitamos as tripas…
Barco é que nem moto. Você sempre almeja um maior e mais potente. Portanto, apesar do Boston Whaler só me ter dado prazer, vendi-o depois de alguns anos, e encomendei uma lancha da Estructofibra, agora com 18 pés, e um motor de rabeta Mercruiser de 160 cv.
Este mesmo estaleiro havia em 1968, construído a carroceria em fibra de vidro do Lorena GT, carro com o qual o Sidney Cardoso barbarizou em Jacarepaguá!

Com esta lancha maior, expandiram-se também os horizontes. Íamos com facilidade para Angra dos Reis, e as pescarias ficaram mais sérias. Fazia parte do nosso grupo, o querido e saudoso “Bijú”.
Luiz Leopoldo Noronha Correia, vulgo Bijupirá, e Bijú, para os íntimos. Apelido que ganhou por estar sempre junto do bi-campeão mundial Bruno Hermany, da mesma forma que o peixe bijupirá, fica junto das jamantas. Possuindo um tremendo conhecimento de tudo que se relacionava com o mar e pescarias, era de uma habilidade incomum. Junto com Américo Santarelli, Pedro Correa de Araújo, e Lúcio Lenz, formavam a nata da pesca nacional, e do Iate Clube do Rio de Janeiro.
Abaixo, maravilhosa capa da revista O Cruzeiro, como nossos heróis desportitas: Maria Esther Bueno, Pelé, Éder Jofre e Bruno Hermany.

Bijú foi um super amigo, companheiro, e nosso professor de mergulho e pescaria submarina. Ensinou-nos a navegar a motor e à vela, e a pescar tanto com linha de fundo embarcados, como a corricar peixes de grande porte. Foi nosso “guru” náutico!
Como além de tudo o mais, também gostava de velocidade, conseguiu junto ao David Moreira, proprietário do estaleiro DM Náutica, um casco de 22 pés que mandou esticar para 27. Nesse casco que foi aliviado de peso ao máximo, instalou um motor Chrysler Marine V8 com 335 cv. que era originalmente montado no Dodge Super Bee, deixando a descarga molhada, livre. O convés era quase todo fechado, a não ser por uma pequena praça de comando situada bem à pôpa. Comandava-se o barco de pé, encaixados num alcochoado moldado em três meias luas para poder conter, firmemente, as costas do piloto, e mais dois ocupantes. Biju denominou-a apropriadamente de “Páu na Máquina”, pois era realmente, uma “máquina” de corridas. Íamos constantemente à Angra com ela, tanto de dia quanto de noite.
Numa dessas vezes, num mar tranqüilo e de vagas longas, fizemos o trajeto desde o ICRJ, até a Baía da Ilha Grande em uma hora e vinte minutos, excelente tempo, naquela época, para uma lancha mono-motor. Saltávamos de vaga em vaga, cuidando para que o motor não passasse de giro quando o hélice saía fora da água. O ronco alto e grave do motor V8 era espetacular, assim como a água que era esparramada para os lados quando o casco tocava novamente no mar após um salto. Foi uma experiência incrível!
Depois da lanchinha da Estructofibra, passei para um modelo Xaréu da Carbras-Mar que me foi vendida pelo “Boy” Sampaio, na época gerente daquele estaleiro da Av. Brasil. Esse casco de 22 pés, foi um projeto de grande sucesso do Joaquim Kuster, e navegava sublimemente em qualquer tipo de mar. Os dois motores Volvo-Penta de rabeta, e 130 cv. cada, proporcionavam maior segurança para navegadas mais distantes de terra.
Com a “Zingara”, podíamos alcançar o “Mar Azul”, área oceânica onde se abrigam os atuns, dourados, e peixes de bico, como o marlin e o sailfish.
Mar Azul é o nome dado à faixa de mar, de águas belíssimas, de um azul turquesa impressionante e de temperatura mais elevada que, durante o verão, costuma se aproximar para umas 30 milhas náuticas da costa do Rio. Ali, pelos meses de novembro e dezembro pode-se, com alguma sorte, encontrar o marlin azul, a mais cobiçada das presas. Peixe que pode atingir cerca de 650 kg, mais de quatro metros de comprimento, e que oferece um espetáculo lindo com seus saltos para fora da água. O recorde é do brasileiro Paulo Amorim com um exemplar de 636 quilos pescado ao largo de Vitória, no Espírito Santo, em 1992.
Pescávamos de tudo, e de todas as formas! Principalmente de mergulho. Com o conhecimento do Bijú que sabia a localização de todos os pesqueiros da nossa região, exploramos a maioria deles. De Búzios até a Ponta Sul da Ilha Grande, acho que visitamos a maioria.
As primeiras pescarias foram feitas utilizando-se as armas italianas Cressi, ainda de mola, relativamente leves, mas muito compridas e de tiro bem fraquinho, se comparadas às potentes “coca-cola” que alguns usavam na época. Tinham este apelido porque o enorme e pesado arpão de 1,40 m e 9 mm de diâmetro, era disparado por uma descarga de gás comprimido. A Itália e a França eram os paises mais evoluídos tecnicamente em mergulho desportivo, e seus produtos excelentes. Aliás, a pesca submarina no Rio começou, com tripulantes da Panair, na linha de Roma, trazendo as primeiras armas para a turma do Iate Clube.
Lia-se avidamente a revista “Mondo Sommerso” que recentemente, completou 50 anos de existência.
Pouco depois, o Santarelli começou a fabricar as também potentes, porém leves, armas Cobra, de ar comprimido, aposentando de vez as de mola. Já mais para o final das nossas atividades submarinas, passamos a usar as “arbalettes”, levíssimas e fáceis de fazer pontaria, cujo arpão é disparado por um ou dois elásticos. Utilizávamos elásticos cirúrgicos de maior tensão.
Na Ponta Sul, Cláudio e eu, com uma bela ajuda do Bijú, fizemos nossa maior pescaria submarina, e arpoamos nossos maiores peixes. Foi uma pesca conjunta! Dois meros, pesando pouco mais de cento e trinta quilos cada, estavam entocados na mesma toca, a uns dez metros de profundidade.
Se o primeiro tiro dado não atinge um ponto vital, e não “apaga” logo o animal, a coisa toda vira uma luta dos diabos! Com força descomunal, arrastam a linha, a arma, e você junto, embaralhando tudo. Empenam os arpões, puxam, fazem voar pedras, levantam areia, e nos fazem beber água e ficar tontos com o esforço. Foi o que aconteceu. Subíamos para respirar e descíamos novamente para tentar outro tiro mais certeiro. Daí, já estava uma confusão tão grande lá embaixo que quase não se enxergava mais nada. Cortamos os cabinhos de nylon das carretilhas para poder usar as armas novamente, com arpões novos. Biju acudiu, e também disparou. Já não se sabia mais qual era o peixe de quem. Exaustos, com as mãos cheias de cortes, e as roupas de neoprene rasgadas, finalmente conseguimos embarcar, com a maior dificuldade, os valorosos e magníficos lutadores.
Estávamos hospedados no Hotel da Praia, do Paulino Cito, para quem vendemos os peixões. Os badejos e peixinhos menores, foram para a grelha. Apuramos o suficiente para a estadia e vários dias de gasolina. Nunca pescamos só pelo troféu. Era só para comer, ou como foi nesse caso específico dos meros, para “salvar” o caixa.
Hoje em dia, tenho a certeza de que não teria coragem de tirar a vida de bicho nenhum. Nem mesmo, de um gambá safado que ronda minha casa à noite…
Interessante como a humanidade passou 2.000 anos matando animais, a torto e a direito, e somente recentemente, desenvolvendo uma consciência ecológica e de preservação da natureza. Freqüentava a casa de duas amigas, as irmãs Patrícia e Suzana, na Gávea, cujo pai, Alberto “Tola” Machado, era considerado quase um herói, por ser um dos maiores “big game hunters” do Brasil. Possuía troféus por toda a casa, provenientes dos seus safáris na África, Índia, Espanha e Mato Grosso.
Era “bacana” ser um caçador! Com certeza, nos tempos de hoje, tanto ele quanto Hemingway, teriam que escolher um outro “hobby” para evitar irem todos em cana.
Mergulhávamos por qualquer coisa, e em tudo o que era lugar. Desde navios afundados em Angra, de onde algumas vezes conseguiamos alguns troféus interessantes, como um prato de gomil Companhia Das Índias, arcabuzes, e balas de canhão esféricas, como até num Boeing 707, avião cargueiro da Varig que chocou-se com as luzes de aproximação da pista do Galeão mergulhando nas águas imundas da baía. Trazia em suas entranhas uma carga de milhares de pares de sapatos e bolsas de couro, difíceis de encontrar em meio a uma impressionante quantidade de fios e de tubulações rompidas que davam a impressão, naquela escuridão, de que estávamos mergulhando num prato de espaguete. Mas talvez, um dos mergulhos mais interessantes, e bonitos que fizemos, tenha sido o da Toca do Acaiá. Na ponta do mesmo nome, na Ilha Grande, existe uma caverna que naquele tempo, só podia ser acessada por uma entrada submersa. Uma fenda na rocha, a mais ou menos uns três metros de profundidade. Mergulhamos abraçados às garrafas de ar comprimido, pois a fenda era estreita, e não permitia que os levássemos às costas. Nadamos pela fenda, numa passagem ascendente por mais uns seis metros, e chegamos na caverna semi-inundada. Subimos até a superfície, e tiramos as máscaras e o equipamento. Que espetáculo! O alto teto abobadado, sumia lá no alto, na escuridão. Toda a luz que tínhamos, vinha pela fenda que acabáramos de passar. A água, era de um verde esmeralda, cintilante, e iluminada por trás, dava a impressão de estar acesa. Os peixes no contra luz pareciam estar num aquário. Havia uma pequena praia de pedra ao fundo, e um respiro para fora do morro, mantinha o ar da caverna respirável e agradável. Um lugar especial.
Depois da “Zingara”, vieram outras lanchas, todas pequenas e abertas, boas para a pesca submarina, uma traineira de 60 pés, e por último, um veleiro Brasília de 27 pés, vendido para pagar o parto da minha filha. A melhor troca da minha vida!
Com a traineira, passei por um mau bocado. Comprada fazia pouco, do Luiz Fernando “Lula” Freire, que a utilizava na pesca em São Luis do Maranhão, estava temporariamente no ICRJ aguardando vaga num estaleiro de Niterói para ser transformada em barco de recreio. Tinha grandes planos para ela. Muito marinheira, possuía um enorme motor Volvo-Penta de 160 cv. de grande força, e havia feito o trajeto S.Luis-Santos em onze dias sem escalas, levando tambores de óleo no convés. Já me via dando a volta ao mundo de traineira! Como eu não tinha poita no Clube, e pelo seu tamanho, ficava atracada de popa ao cais, por fora da piscina das lanchas. Numa madrugada de ressaca (do mar!), bem cedo, me telefona espavorido, outro amigo de quem tenho muitas saudades: Dominique Rulhe que morava na Av. Pasteur, em frente ao Iate Clube. Me disse ele assustado: “Corre para o Clube que tua traineira soltou, e está batendo de lado no cais do hangar 7”! Não corri, voei pra lá. Durante a noite de tempestade, o marinheiro encarregado de vigiá-la tinha tomado um porre na Urca, e não havia voltado para bordo. O cabo de popa soltou-se e a lanchinha do Clube, o “Camarão”, não teve força para arrastar aquele barco pesado, para uma poita qualquer que estivesse vaga. Lá se foi a traineira bater nas pedras do cais, diante do hangar número 7.
Quando cheguei, o casco de madeira já tinha cedido, estava aberto, e água entrando aos borbotões. Afundou ali mesmo! Só as pontas dos mastros ficaram de fora da água.
Começou então, a operação de resgate. Um mergulhador profissional, o “Grego”, foi convocado, e um tio, John Kitchenman que era presidente da Atlantic, mandou um caminhão com tambores vazios de 200 litros. Amarrávamos os tambores o mais embaixo do casco possível e os enchíamos de ar através de um compressor. À medida que o casco ia subindo aos poucos, amarrávamos os tambores mais em baixo, até estarem próximos da quilha. Com dezenas de tambores cheios de ar, o barco ficou flutuando pela altura da borda. Uma outra traineira maior foi chamada, e rebocou a “Bellatrix” avariada para um estaleiro na Ponta do Morcego, em Jurujuba, do outro lado da baía. Na travessia, bem na boca da barra, outro drama. Na maré vazante, a correnteza formada na entrada da baía puxava o casco quase soçobrado, e pesadíssimo com toda aquela água dentro, para fora da barra. A traineira que rebocava a Bellatrix, apesar de potente e muito maior, não conseguia romper a correnteza, e ambas eram arrastadas de lado para mar aberto. Se alguns tambores se rompessem naquela altura, perderíamos o barco para sempre no profundo canal dragado que ali existe para o tráfego de grandes navios. A solução dada pelo mestre do rebocador foi, sair barra a fora junto com a correnteza, por entre o Forte da Laje, e a Fortaleza de São João, cruza-la meio diagonalmente rumando para o Forte do Imbuí, e só então, já do outro lado, adentrar a baía novamente. Desta vez, encarando a maré vazante de proa e bem coladinhos na Fortaleza de Santa Cruz, já do lado de Niterói. Deu certo. Uma vez recuperados o casco e o motor, a Bellatrix foi vendida para a pesca mesmo, pois toda a grana reservada para a reforma, acabou indo embora com o conserto. Adeus traineira, adeus volta ao mundo!
Tenho ótimas lembranças do pequeno veleiro “Ballerina” comprado e reformado a duras penas. Velejadas silenciosas à noite, no rastro da lua, só minha mulher, e eu. Verão em Angra, comendo mangas, bem geladas, no convés. Discussões amigáveis, e intermináveis, com o Guilherme sobre manobras e a profundidade ideal para se jogar a âncora. O dia em que pescamos uma enorme cavala, de corrico, no trajeto Rio-Angra. Ficar de papo furado amarrado no contra bordo da lancha do Frederico “Fred” Barroso e Lena, no Saco do Céu. Dormir e preparar uma refeição qualquer a bordo. Navegar lentamente na neblina. Por do sol no mar. Coisas simples, entretanto, inesquecíveis…
Desde que o vendi tenho me contentado, volta e meia, com passeios de barco como convidado de amigos “lancheiros”, e “veleiros”. E querem saber? Me divertido muito também! É só agradecer ao anfitrião, e ir embora depois do passeio, deixando toda a encrenca de lavar, limpar, arrumar, abastecer, e eventualmente consertar algo, para o proprietário da embarcação!
Nada supera a alegria e o prazer de se poder manter velhas, fiéis, e desinteressadas amizades de outros tempos.
Em 2002, minha antiga e querida amiga Noêmia, agora casada com o Paulo D’Amico, nos convidou, Cristina, Manoela e eu, para um cruzeiro pelas Ilhas Baleares, na Espanha. Em Ibiza, embarcamos no “Camara C”, um magnífico iate a motor de 105 pés, juntamente com um grupo de amigos. Depois de explorar a costa da ilha, sua vida noturna, praias e restaurantes, fomos conhecer Maiorca, Menorca e Formentera. Em Menorca, a mais bonita das ilhas, atracamos no porto de Maó, onde dizem, foi inventada a maionese, e que lá, misturada com alho, é saboreada juntamente com torradas e fresquíssimos peixes, lulas, e lagostas grelhados na hora. Uma delícia!
O “Camara C” é um clássico com ares de naviozinho.

Construído na Inglaterra em 1961, possui seis suítes extremamente confortáveis e bem climatizadas, espaçosos salões, e um amplo “deck” superior para banhos de sol. A tripulação, também inglesa, de seis pessoas, incluindo um “chef”, se desdobrava para atender aos nossos menores desejos. Em 2003 repetimos a dose, desta vez, subindo lentamente pela costa da Croácia, conhecendo seus recantos, infinitas ilhas, e cidades históricas. Bem ao norte, cruzamos o Mar Adriático para o Oeste, em direção à Itália, terminando o cruzeiro em Veneza.
Sentindo-me como o verdadeiro Marco Pólo, atracamos nuns pilares próprios para isso, na ponta da Ilha da Giudecca, bem em frente à Praça de São Marcos.
Era noite de “ferragosto”, que marca o meio do verão europeu, e houve um show de fogos de artifício. Arriamos um “tender” Zodiac para seis pessoas, e fomos passear pelos misteriosos, escuros, e silenciosos canais daquela antiga, e maravilhosa cidade. Um sonho!
Hugo Borghi

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

34 comentários em “DIÁRIOS DO HUGO #8

  • 31 de março de 2009 em 01:35
    Permalink

    Pois é Hugo,mais um lindo capítulo dos diários.E aqui também temos algo em comum: a conclusão de que o melhor barco do mundo é o dos amigos,hahahaha.
    Agora é esperar até 5a.,caramba….

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 01:35
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    Pois é Hugo,mais um lindo capítulo dos diários.E aqui também temos algo em comum: a conclusão de que o melhor barco do mundo é o dos amigos,hahahaha.
    Agora é esperar até 5a.,caramba….

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  • 31 de março de 2009 em 06:53
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    PÔ!…Essas experiências vivenciadas, curtidas e aqui descritas, se não fossem verdade…eu exclamaria… que bela imaginação!

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 06:53
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    PÔ!…Essas experiências vivenciadas, curtidas e aqui descritas, se não fossem verdade…eu exclamaria… que bela imaginação!

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  • 31 de março de 2009 em 08:43
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    E dizer oque!??!?
    !!Maravilha!!

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 08:43
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    E dizer oque!??!?
    !!Maravilha!!

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 10:38
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    caro hugo
    vc contou historias que e de uma epoca comum.aos 16 anos cerca de 1972 eu tinha amizade com uma pessoa que com certeza vc conviveu no iate que era o mucio lodi
    lenda viva do ICRJ figura com uma bagagem imensuravel onde absorvi parte de duas grandes paixoes o automobilismo e o radioamadorismo
    eu consigo lembrar do resgate desta traineira foi coisa de filme de ficcao para a epoca
    boas lembrancas,veja se lembra de algumas passagens do mucio que era um poco de coisas e condicoes bizarras
    a ultima noticia que tenho e que ele esta com mais de 90 num apto na zona sul em ipanema
    gostaria de reve lo e apertar sua mao
    nao consigo lembrar da sua fisionomia mas suas historias me voltaram um tempo de saudades
    jc sete lagoas

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 10:38
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    caro hugo
    vc contou historias que e de uma epoca comum.aos 16 anos cerca de 1972 eu tinha amizade com uma pessoa que com certeza vc conviveu no iate que era o mucio lodi
    lenda viva do ICRJ figura com uma bagagem imensuravel onde absorvi parte de duas grandes paixoes o automobilismo e o radioamadorismo
    eu consigo lembrar do resgate desta traineira foi coisa de filme de ficcao para a epoca
    boas lembrancas,veja se lembra de algumas passagens do mucio que era um poco de coisas e condicoes bizarras
    a ultima noticia que tenho e que ele esta com mais de 90 num apto na zona sul em ipanema
    gostaria de reve lo e apertar sua mao
    nao consigo lembrar da sua fisionomia mas suas historias me voltaram um tempo de saudades
    jc sete lagoas

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  • 31 de março de 2009 em 19:58
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    Hugo,relatos maravilhosos.
    O Bruno Hermany e o “BOY” Sampaio foram meus clintes na Hingel Veículos ,aqui em Petrópolis.
    Abraços.

    Resposta
  • 31 de março de 2009 em 19:58
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    Hugo,relatos maravilhosos.
    O Bruno Hermany e o “BOY” Sampaio foram meus clintes na Hingel Veículos ,aqui em Petrópolis.
    Abraços.

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  • 1 de abril de 2009 em 09:14
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    JOSE CARLOS:

    Baixinho, cabelos muito pretos (acho que bigodes também…), especialista, fanático, tarado por rádio amadorismo, VHF, SSB, etc… Ajudou na montagem da estação de rádio do ICRJ, a ECO-21, e tirava qq. dúvida dos “comandantes” de final de semana. Tinha uma das antenas mais potentes do Rio, e um box no clube onde guardava de tudo que se referisse a comunicações via rádio. Ajudou no resgate de muita gente junto com a Marinha e o Sava-Mar. Nunca mais o ví, nas últimas décadas, depois que deixei o clube.

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 09:14
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    JOSE CARLOS:

    Baixinho, cabelos muito pretos (acho que bigodes também…), especialista, fanático, tarado por rádio amadorismo, VHF, SSB, etc… Ajudou na montagem da estação de rádio do ICRJ, a ECO-21, e tirava qq. dúvida dos “comandantes” de final de semana. Tinha uma das antenas mais potentes do Rio, e um box no clube onde guardava de tudo que se referisse a comunicações via rádio. Ajudou no resgate de muita gente junto com a Marinha e o Sava-Mar. Nunca mais o ví, nas últimas décadas, depois que deixei o clube.

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  • 1 de abril de 2009 em 09:19
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    SERGIO HINGEL:

    Mundinho pequeno no qual os conhecimentos vão se interligando. Impressionante como os participantes deste blog são “afinados” uns com os outros!
    Vc. reforçou o banco do carro que vendeu pro Boy?
    Hahahaha… No dia em que eu comprar um caro teu, vais ter que fazer o mesmo…

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 09:19
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    SERGIO HINGEL:

    Mundinho pequeno no qual os conhecimentos vão se interligando. Impressionante como os participantes deste blog são “afinados” uns com os outros!
    Vc. reforçou o banco do carro que vendeu pro Boy?
    Hahahaha… No dia em que eu comprar um caro teu, vais ter que fazer o mesmo…

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  • 1 de abril de 2009 em 13:01
    Permalink

    Hugo e José Carlos,
    Se procurar nos meus guardados, sou capaz de achar uma foto clicada pelo Mucio Lodi em 1970 ou 1971, na qual ele captou um momento mágico de meu tio Clóvis Habeyche, campeão brasileiro e paulista de motonáutica, com uma Sagitta 23 totalmente fora d´agua, próximo à Ilha da Laje. Ele venceu prova, seguido por Wallace Franz. Acho que o Biju Noronha chegou em terceiro ou quarto.

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 13:01
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    Hugo e José Carlos,
    Se procurar nos meus guardados, sou capaz de achar uma foto clicada pelo Mucio Lodi em 1970 ou 1971, na qual ele captou um momento mágico de meu tio Clóvis Habeyche, campeão brasileiro e paulista de motonáutica, com uma Sagitta 23 totalmente fora d´agua, próximo à Ilha da Laje. Ele venceu prova, seguido por Wallace Franz. Acho que o Biju Noronha chegou em terceiro ou quarto.

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  • 1 de abril de 2009 em 13:23
    Permalink

    Um dia um finlandês me contou uma piadinha..

    “You know what a boat and The Queen have in common?

    Both have a Mercury on his back….”

    Hehehe….

    Bela história.

    Rafael Aun

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 13:23
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    Um dia um finlandês me contou uma piadinha..

    “You know what a boat and The Queen have in common?

    Both have a Mercury on his back….”

    Hehehe….

    Bela história.

    Rafael Aun

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  • 1 de abril de 2009 em 15:50
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    FOI MEU MESTRE EM RADIOAMADORISMO
    CONHECI AINDA NO AUT ANTIGO ACHO QUE EM 1971,LOGO APOS HOUVE UM TEMPO SEM PISTA NO RIO ONDE O saudoso
    CHAGAS FREITAS SACANEOU A TODOS PARA CONSTRUIR O NOVO AUT JPAGUA.AI REAVIVAMOS OS CONTATOS POIS O FIGURACO ERA O MESTRE DA TORRE NOS SERVICOS DO RIO MOTOR
    NESTE INTERIM ERA O AUGE DO FAIXA DO CIDADAO E EU INSTALEI MUITOS RADIOS EM LANCHAS INDICADOS POR ELE,LOGO APOS SUA ESPOSA TINHA UM HOBBY COM CACHORRO FOX PAULISTINHA E PINSCHER,DOM ESTE QUE ME ACOMPANHA ATE HOJE
    ESTE MOCO ERA FREQUENTADOR COM SEU PRIMO AQUI DE BH DA ILHA QUE ESQUECI O NOME DA FAMOSA LUZ DEL FUEGO
    EM SUMA FOI UMA AMIZADE ONDE ABSORVI MUITA COISA QUE VIERAM A APRIMORAR O MEU CURRICULO PESSOAL
    IMAGINE UM EVINRUDE 135 NUMA 18 PES,ESTA DENTRE OUTRAS EXPERIENCIAS EU TIVE NA BAHIA DE GUANABARA
    MAS A MAIS IMPRESSIONANTE FOI UM 4100 PRA DESCOBRR A FINAL NA RETA DO LADO DE FORA DO AUTODROMO
    EM SUMA BOS TEMPOS QUE NAO VOLTARAM MAIS
    VOU DESCOBRIR SEU PARADEIRO NO RIO E VISITA LO NA MINHA IDA ESTE FINDISEMANA NO EENDURANCE DAY NO SABADO
    ESTOU FORA EM CTBA E NAO VOU COM MEU CARRO ANTIGO MAS DESVIO MEU RETORNO AO RIO VEJO A DEMONSTRACAO E RETORNO A SETE LAGOAS NO DOMINGO APOS A PROVA DOS CORSINHAS E PALIOS
    JC SETE LAGOAS

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 15:50
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    FOI MEU MESTRE EM RADIOAMADORISMO
    CONHECI AINDA NO AUT ANTIGO ACHO QUE EM 1971,LOGO APOS HOUVE UM TEMPO SEM PISTA NO RIO ONDE O saudoso
    CHAGAS FREITAS SACANEOU A TODOS PARA CONSTRUIR O NOVO AUT JPAGUA.AI REAVIVAMOS OS CONTATOS POIS O FIGURACO ERA O MESTRE DA TORRE NOS SERVICOS DO RIO MOTOR
    NESTE INTERIM ERA O AUGE DO FAIXA DO CIDADAO E EU INSTALEI MUITOS RADIOS EM LANCHAS INDICADOS POR ELE,LOGO APOS SUA ESPOSA TINHA UM HOBBY COM CACHORRO FOX PAULISTINHA E PINSCHER,DOM ESTE QUE ME ACOMPANHA ATE HOJE
    ESTE MOCO ERA FREQUENTADOR COM SEU PRIMO AQUI DE BH DA ILHA QUE ESQUECI O NOME DA FAMOSA LUZ DEL FUEGO
    EM SUMA FOI UMA AMIZADE ONDE ABSORVI MUITA COISA QUE VIERAM A APRIMORAR O MEU CURRICULO PESSOAL
    IMAGINE UM EVINRUDE 135 NUMA 18 PES,ESTA DENTRE OUTRAS EXPERIENCIAS EU TIVE NA BAHIA DE GUANABARA
    MAS A MAIS IMPRESSIONANTE FOI UM 4100 PRA DESCOBRR A FINAL NA RETA DO LADO DE FORA DO AUTODROMO
    EM SUMA BOS TEMPOS QUE NAO VOLTARAM MAIS
    VOU DESCOBRIR SEU PARADEIRO NO RIO E VISITA LO NA MINHA IDA ESTE FINDISEMANA NO EENDURANCE DAY NO SABADO
    ESTOU FORA EM CTBA E NAO VOU COM MEU CARRO ANTIGO MAS DESVIO MEU RETORNO AO RIO VEJO A DEMONSTRACAO E RETORNO A SETE LAGOAS NO DOMINGO APOS A PROVA DOS CORSINHAS E PALIOS
    JC SETE LAGOAS

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 16:05
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    POis é Hugo:
    Não sou chegado em esportes aquaticos e das poucas oportunidades que tive de passear em lanchas e que tais não foram inesqueciveis.
    Ao contrario.
    O pessoal que me convidava,tinha como pretexto saber até que ponto eu aguentaria sem enjoar.
    ahahahahahah
    Nem eu sei.
    Tem momentos que penso ter estomago de avestruz,pois está aí uma coisa que não me incomoda, qual seja o balanço das águas.
    Eu tento gostar mas não curto esse barato.
    É como jet ski, ronca alto, faz marola e marolinhas e não te leva em lugar algum.
    Quanta história hê?
    E o melhor de tudo, deve ser – pra quem gosta – ser convidado pro barco DOS outros.

    Resposta
  • 1 de abril de 2009 em 16:05
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    POis é Hugo:
    Não sou chegado em esportes aquaticos e das poucas oportunidades que tive de passear em lanchas e que tais não foram inesqueciveis.
    Ao contrario.
    O pessoal que me convidava,tinha como pretexto saber até que ponto eu aguentaria sem enjoar.
    ahahahahahah
    Nem eu sei.
    Tem momentos que penso ter estomago de avestruz,pois está aí uma coisa que não me incomoda, qual seja o balanço das águas.
    Eu tento gostar mas não curto esse barato.
    É como jet ski, ronca alto, faz marola e marolinhas e não te leva em lugar algum.
    Quanta história hê?
    E o melhor de tudo, deve ser – pra quem gosta – ser convidado pro barco DOS outros.

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  • 4 de abril de 2009 em 01:09
    Permalink

    Caro Hugo,os bancos vendidos ao “BOY” eram reforçados.Infelizmente a HINGEL VEÍCULOS não mais existe.O que aconteceu é uma história longa e triste.
    Hugo,entre em contato comigo.Meu e-mail é sergiohingel@gmail.com
    Abraços.

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  • 4 de abril de 2009 em 01:09
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    Caro Hugo,os bancos vendidos ao “BOY” eram reforçados.Infelizmente a HINGEL VEÍCULOS não mais existe.O que aconteceu é uma história longa e triste.
    Hugo,entre em contato comigo.Meu e-mail é sergiohingel@gmail.com
    Abraços.

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  • 18 de abril de 2009 em 07:51
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    Caros Amigos,
    Gostaria de saber se o Fred Barroso é o Frederico do Iate Clube Brasileiro, Dono da Prensa, pois sou amigo dele e perdi o contato, se for este o caso gostaria de encontra-lo.

    Abraços.

    Resposta
  • 18 de abril de 2009 em 07:51
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    Caros Amigos,
    Gostaria de saber se o Fred Barroso é o Frederico do Iate Clube Brasileiro, Dono da Prensa, pois sou amigo dele e perdi o contato, se for este o caso gostaria de encontra-lo.

    Abraços.

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  • 18 de abril de 2009 em 19:49
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    MAURO BESSA:

    DESCULPE A DEMORA EM TE RESPONDER, MAS COMO MARINHEIRO DE PRIMEIRA VIAGEM EM BLOGS, NÃO ACOMPANHEI COMO DEVERIA OS POSTS… SORRY!
    O FRED É ESSE MESMO, O BARROSO DA PRENSA.
    JÁ ENTREI EM COTATO COM UM AMIGO COMUM, PARA SABER COMO ACHAR O FRED, E PODER TE REPASSAR O ENDEREÇO.
    GRANDE ABRAÇO.

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  • 18 de abril de 2009 em 19:49
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    MAURO BESSA:

    DESCULPE A DEMORA EM TE RESPONDER, MAS COMO MARINHEIRO DE PRIMEIRA VIAGEM EM BLOGS, NÃO ACOMPANHEI COMO DEVERIA OS POSTS… SORRY!
    O FRED É ESSE MESMO, O BARROSO DA PRENSA.
    JÁ ENTREI EM COTATO COM UM AMIGO COMUM, PARA SABER COMO ACHAR O FRED, E PODER TE REPASSAR O ENDEREÇO.
    GRANDE ABRAÇO.

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  • 18 de abril de 2009 em 21:08
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    Boa Hugo…com tal rapidez nem precisa de Kers!

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  • 18 de abril de 2009 em 21:08
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    Boa Hugo…com tal rapidez nem precisa de Kers!

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