DIÁRIOS DO HUGO #13

PRIMEIRA CORRIDA
1ª. Corrida – Interlagos 16-02-2008
1ª. Etapa do Campeonato Paulista de Velocidade no Asfalto

Nota do blog: Para entender melhor essa coluna #13…passem os olhos na anterior, que foi o “start” de tudo!

Treinos na quinta e sexta. Primeiro contato com o carro!
Ficou lindo e é muito elogiado por todos. Alguns dizem que é o carro mais bonito da categoria. Fico todo orgulhoso. Acabamento primoroso. Ronco então, maravilhoso. Na quinta, só o Nenê andou para ajustes, cheguei à tardinha. Aproveitei para colar uns adesivos bacaninhas. Na sexta, foi a primeira vez que guiei meu carro! Na noite anterior mal havia dormido de tanta ansiedade e expectativa. Parecia criança às vésperas do Natal.

Pela manhã bem cedo, café da manhã reforçado no hotel Íbis, ali pertinho. Tempo bom e céu azul. Prefiro sair do hotel já paramentado depois do banho, do que ter que vestir a “farda” todo suado no box. Verificar se não estou esquecendo nada, e vamos aos trabalhos!
Até hoje quando passo pelo túnel sob a pista, ao entrar no autódromo, me admiro com a grandiosidade daquele espaço todo, do verde da grama riscado pelo traçado do asfalto, das enormes áreas de escape, e das zebras vermelhinhas e brancas. Que “boniteza”…
A primeira providência ao chegar na pista é dirigir-se à torre controle, subir um monte de escadas, e na secretaria, pagar a taxa inscrição da prova. Caro à beça! Anotam o número da sua carteira de piloto, e entregam um envelope contendo uma folha com os horários dos treinos livres, de classificação, e da prova além de credenciais para serem distribuídas aos seus convidados. Fica-se então autorizado para treinar, e participar da corrida. Esta informação é passada via rádio da secretaria para o fiscal que libera os carros na saída dos boxes. Feito isso fui com o Nenê, de carona, e acocorado ao meu lado, até a bomba para abastecer. Estava tenso. O Nenê percebeu isso quando dei uma subidinha, mesmo devagar, numa zebra do caminho. O carro quase não tem jogo em função da grande cambagem dianteira, e das talas de 7´´ na frente. É também super pesado em manobras lentas. Questão de acostumar. Direção muito direta, o que é bom. Na bomba de combustível do autódromo, único lugar onde se está autorizado a abastecer, os carros formam uma fila indiana aguardando a vez. O frentista anota o número do seu carro, e você fica com crédito para pagar ao final do evento, pois a cada treino, e antes da prova, é necessário abastecer com álcool.
Fui então para pista pela 1ª. vez! Agora estava preparado emocionalmente. Calmo, e completamente relaxado. Havia colocado na cabeça o seguinte pensamento: “Vamos fazer o que der, sem stress, e sem compromissos, certo? Só conhecer o carro, seus limites, e os da pista. Afinal, é a primeira vez, e não tenho que dar satisfações para ninguém, só pra mim.”
Comecei devagarzinho, de 4.500 a 5.000 RPM, e muito naturalmente, sem pressa, fui apertando aos poucos.

O conta-giros possui um canhão de forte luz amarela, o “shift light”, acoplado nele que acende toda vez que se atinge a rotação pré-estabelecida. Assim, você não precisa distrair sua atenção da pista.
Quando acende aquele “luzão” amarelo, é que tá na hora de trocar de marcha. Havíamos regulado ele para 6.000 RPM. O Nenê informou que o motor poderia chegar a 7.200 RPM. Bela folga.

Dei perto de 25 voltas nos dois treinos livres, o equivalente a umas duas corridas. No final da Reta dos Boxes fui freando cada vez mais dentro da curva do S do Senna. Comecei bem antes dos 100m, e fui chegando. Já estava mais confiante. Numa das voltas freei próximo dos 50m, dei uma bela duma rodada dupla, e fui parar na grama. Tudo bem, faz parte da brincadeira. Frear então um pouquinho antes, ali pelos 75m. OK, registrado.
O S do Senna é uma curva esquisita, e que começa com uma grande inclinação em descida para a esquerda. Para sair forte dela, que é o objetivo maior em qualquer curva, você é obrigado a “matar” a primeira perna. Talvez num F-1, ela seja mais emocionante, não sei… Ao final da reta dos boxes, onde se chega a pleno motor, freia-se muito forte, reduz-se, e faz-se uma tomada aberta afim de tentar contornar a primeira perna, bem fechadinhos, quase em cima da zebra interna. Daí, o macete é acelerar o mais cedo que se conseguir para poder sair forte, e o mais reto possível, da segunda perna em direção à curva do Sol que é feita de pé em baixo. Se não fizer assim, não “vem” tempo. Os que não acreditam nisso, e entram “quente” demais, proporcionam sempre um belo espetáculo para o público, com shows de rodadas e saídas de pista. Sinceramente acho meio bobo, você vir “despinguelado” pela reta, desde lá de baixo da Junção, e ser obrigado a contornar essa famosa curva, meio devagarzinho. A velha curva 1 me parece que era muito mais apropriada. Mesmo sem a reativação dela, poderíamos ter uma parte mais longa de alta, da qual sinto um pouco de falta. Quem sabe as recentes propostas de modificação do traçado vingam? Infelizmente, tenho sérias dúvidas de que algo será mexido. É pena, pois o que está proposto não é difícil de executar, e a pista ganharia muito mais em emoção.
Logo depois dei outra rodada na saída do S do miolo, e fui pra grama novamente. Mais adiante, uma boa atravessada na saída do Bico de Pato, a curva mais lenta do traçado. OK, não frear tão dentro. Nas curvas do Lago, e Laranjinha, estas sim, exigem mais técnica, dá para melhorar bastante com mais treino. Na Junção também dá pra sair mais forte, e aproveitar melhor a potência na subida para a reta. É a curva mais importante do circuito para se conseguir um bom tempo de volta. Algumas corridas mais tarde viria a sentir isso na pele. Trocar de marcha bem na tangência da Curva do Café. Cuidado com o ameaçador bico de concreto da entrada dos boxes. Mentalmente ia anotando tudo.

Bem, tá visto! Agora é treinar, treinar e treinar, e ir polindo a tocada. Melhor tempo: 2:21 numa esticada até 6.500 RPM. Falhando muito em baixa, mas muito boa de chão. Um show no miolo, apesar de sair fraco das curvas por causa da “falhação”. Muito estável de reta também. Não vibra, não trepida, não dança, uma beleza! Quase não há necessidade de correções ao volante. Basta apontar certo, e não se mexe mais. Mesmo nas rodadas, e na atravessada, não me assustei em momento algum. Parece que o carro avisa que você abusou um pouquinho, e que a coisa não vai dar certo. Existe uma fração de segundo antes do carro escapar, na qual você se prepara para virar simplesmente passageiro, e observador dos acontecimentos. Dá tempo, inclusive, de pensar em não deixar o motor morrer, pois muito quente, às vezes fica difícil de religar.
Nessa noite, dormi que nem um anjo!
Sábado na classificação dei só 6 voltas, e… &@#@8$! Quebrou a caixa de câmbio na subida da Junção! Deu pra ir até o box em 2ª. marcha, lentamente. Uma barulheira aflitiva de engrenagens moendo. Motivo da quebra: Coisas de carro novo + cambagem excessiva na traseira + o meu peso, uma passada exagerada por cima da zebra da primeira perna do S do Senna, e talvez, as rodadas da véspera. Na volta anterior à quebra, havia feito 2:16.889 o que me daria a 19ª. posição no grid, caso não conseguisse melhor mais. Nem alinhei para a largada. Não havia tempo hábil para se efetuar uma troca. De qualquer forma, valeu! Na verdade, até não me incomodei muito, pois havia treinado oficialmente no templo sagrado do automobilismo nacional, pilotando um carro de corridas! Talvez treinar tanto, e ainda correr, tudo isso em dois dias, fossem mesmo emoções fortes demais para uma primeira vez… O Sr. Luis me disse a guisa de consolo: “Nada acontece por acaso, “seu” Hugo.” Concordo.

Assim mesmo, voltei de São Paulo exultante! Mais um dos meus sonhos de criança que se realizava!
Hugo Borghi

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

40 comentários em “DIÁRIOS DO HUGO #13

  • 14 de abril de 2009 em 08:18
    Permalink

    Porra Hugo, tinha que falar do café da manhã no Íbis? É pra me torturar mesmo, né… hehehe
    Cara, escreve um livro logo, isso é demais.
    Arrepia até o último fio de cabelo!
    Abração

    PS: Dia 02 de Maio o ‘busão’ dos Catarinas tá chegando aí…

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 08:18
    Permalink

    Porra Hugo, tinha que falar do café da manhã no Íbis? É pra me torturar mesmo, né… hehehe
    Cara, escreve um livro logo, isso é demais.
    Arrepia até o último fio de cabelo!
    Abração

    PS: Dia 02 de Maio o ‘busão’ dos Catarinas tá chegando aí…

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 08:27
    Permalink

    Parabéns ao Hugo.
    Um sonho realizado é motivo de orgulho e comemoração…
    Como em tudo na vida, a primeira vez a gente nunca esquece….
    Abraço e uma ótima terça a todos

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 08:27
    Permalink

    Parabéns ao Hugo.
    Um sonho realizado é motivo de orgulho e comemoração…
    Como em tudo na vida, a primeira vez a gente nunca esquece….
    Abraço e uma ótima terça a todos

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:05
    Permalink

    Até parecia eu falando da minha primeira prova.
    Lindo carro. linda história…
    Sucesso nas pistas…

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:05
    Permalink

    Até parecia eu falando da minha primeira prova.
    Lindo carro. linda história…
    Sucesso nas pistas…

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:23
    Permalink

    Lembro bem desse dia e o quanto “causou” a chegada da Brasilinha azul, ultra bem acabada e simpática.
    O Milton, meca da LF tratava-a como filho pródigo, mostrando a todos cada detalhe e contando da sua construção. De cara, paguei um pau pra ela. A cor azul calcinha, clássica na Brasília, casou perfeitamente com o design dos grafismos e demais cores. Basta olhar as fotos: É raro ver um carro de corrida em tons pastel e com um desenho de tanto bom gosto.
    Agora que conhecemos o Hugo, sabemos que o carro é a cara dele. Sereno e plácido.
    Mas quando baixa a bandeira…. Só quem tá lá pra ver mesmo. Porque voce não faz umas imagens on board, Hugo?

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:23
    Permalink

    Lembro bem desse dia e o quanto “causou” a chegada da Brasilinha azul, ultra bem acabada e simpática.
    O Milton, meca da LF tratava-a como filho pródigo, mostrando a todos cada detalhe e contando da sua construção. De cara, paguei um pau pra ela. A cor azul calcinha, clássica na Brasília, casou perfeitamente com o design dos grafismos e demais cores. Basta olhar as fotos: É raro ver um carro de corrida em tons pastel e com um desenho de tanto bom gosto.
    Agora que conhecemos o Hugo, sabemos que o carro é a cara dele. Sereno e plácido.
    Mas quando baixa a bandeira…. Só quem tá lá pra ver mesmo. Porque voce não faz umas imagens on board, Hugo?

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:48
    Permalink

    Pô Cerega, tirou as palavras da minha boca. Tá faltando imagem on board.
    Mas esse ‘moleque’ é bom demais de pena. A descrição é tão plena que dá pra viajar junto , sentindo a borracha queimar e o motor urrar pedindo pista.
    Relato delicioso Hugo.

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 09:48
    Permalink

    Pô Cerega, tirou as palavras da minha boca. Tá faltando imagem on board.
    Mas esse ‘moleque’ é bom demais de pena. A descrição é tão plena que dá pra viajar junto , sentindo a borracha queimar e o motor urrar pedindo pista.
    Relato delicioso Hugo.

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 10:42
    Permalink

    O Hugo já sabe disso, mas faltou dizer: essa ‘Brasa’ ainda vai ser minha um dia!!!
    E vou comprá-la durante o café da manhã no Íbis!!! hahahaha

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 10:42
    Permalink

    O Hugo já sabe disso, mas faltou dizer: essa ‘Brasa’ ainda vai ser minha um dia!!!
    E vou comprá-la durante o café da manhã no Íbis!!! hahahaha

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 11:09
    Permalink

    Mais um belo texto do Hugo!

    Achei interessante seu comentario sobre o S do Senna ,ainda não li um comentario elogiando a bendita.

    Será que todos estão errados?

    Deu pra notar nas palavras do Hugo que a vontade é passar reto e fazer a 1 .

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 11:09
    Permalink

    Mais um belo texto do Hugo!

    Achei interessante seu comentario sobre o S do Senna ,ainda não li um comentario elogiando a bendita.

    Será que todos estão errados?

    Deu pra notar nas palavras do Hugo que a vontade é passar reto e fazer a 1 .

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:07
    Permalink

    FRANCIS HENRIQUE TRENNEPOHL:
    Tomaremos juntos, um baita café da manhã no Íbis dia 2 de Maio, se Deus quiser! Hahahaha…
    Abração, e até lá!

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:07
    Permalink

    FRANCIS HENRIQUE TRENNEPOHL:
    Tomaremos juntos, um baita café da manhã no Íbis dia 2 de Maio, se Deus quiser! Hahahaha…
    Abração, e até lá!

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:11
    Permalink

    CLAUDIO CEREGATTI E REGI NAT ROCK:

    Tenho um filminho feito pela “Motores Velozes” com câmera “on board”, bem legal. Só não sei como postar isso, e nem se precisa da autorização deles…
    Talvez colocar no You Tube? Se me ensinarem como fazer, posso tentar.
    Abração.

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:11
    Permalink

    CLAUDIO CEREGATTI E REGI NAT ROCK:

    Tenho um filminho feito pela “Motores Velozes” com câmera “on board”, bem legal. Só não sei como postar isso, e nem se precisa da autorização deles…
    Talvez colocar no You Tube? Se me ensinarem como fazer, posso tentar.
    Abração.

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:20
    Permalink

    INGO HOFMANN, FERNANDO ASSIS, E RUBENS CASSES:
    Obigado! Mas “da primeira vez”, adrenalinado, e a mil por hora, a gente esquece algumas coisas sim, como verão no próximo… Tava tão “ligado” na primeira volta, que não me lembro absolutamente de nada dela! Hahahaha…
    Abração.

    Resposta
  • 14 de abril de 2009 em 12:20
    Permalink

    INGO HOFMANN, FERNANDO ASSIS, E RUBENS CASSES:
    Obigado! Mas “da primeira vez”, adrenalinado, e a mil por hora, a gente esquece algumas coisas sim, como verão no próximo… Tava tão “ligado” na primeira volta, que não me lembro absolutamente de nada dela! Hahahaha…
    Abração.

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 17:20
    Permalink

    MINHA FILHA!rs

    Bom, que que posso dizer?
    Lembro de cada momento desses dias.
    DE pegar os tempos… do “seu” Hugo começando devagar, e vindo cada vez mais rapido,e baixando cada vez mais o tempo no treino…do nosso otimismo quanto aos tempos obtidos…da quebra do câmbio(que me deixou particularmente triste, mas “carreras san carreras”)…
    Eu nunca mais esquecerei desse carrinho… de tudo que vivi desde quando, no dia 3 de janeiro de 2008, entrei na oficina e o nenê falou: “temos que montar a brazuca Miltão”…e que é um dos carros mais bonitos da classic, na minha humilde opinião.
    E que, se Deus quiser, ainda vai andar na frente.
    E Sr. Hugo Borghi, Muito Obrigado, mesmo, de coração, por ter me dado a chance de ser o “padrinho” da criança. Hugo Borghi, que não é puxassaquismo não, mas é um dos caras que mais me identifiquei ao entrar nesse mundo louco chamado Racing. Era um sonho, desde meus 5(!) anos, de fazer parte de tudo isso. E estar com você, com o Nenê, com o Marconi e com todo mundo da equipe, é um sonho realizado, mesmo. Não escondo de ninguém.

    Milton

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 17:20
    Permalink

    MINHA FILHA!rs

    Bom, que que posso dizer?
    Lembro de cada momento desses dias.
    DE pegar os tempos… do “seu” Hugo começando devagar, e vindo cada vez mais rapido,e baixando cada vez mais o tempo no treino…do nosso otimismo quanto aos tempos obtidos…da quebra do câmbio(que me deixou particularmente triste, mas “carreras san carreras”)…
    Eu nunca mais esquecerei desse carrinho… de tudo que vivi desde quando, no dia 3 de janeiro de 2008, entrei na oficina e o nenê falou: “temos que montar a brazuca Miltão”…e que é um dos carros mais bonitos da classic, na minha humilde opinião.
    E que, se Deus quiser, ainda vai andar na frente.
    E Sr. Hugo Borghi, Muito Obrigado, mesmo, de coração, por ter me dado a chance de ser o “padrinho” da criança. Hugo Borghi, que não é puxassaquismo não, mas é um dos caras que mais me identifiquei ao entrar nesse mundo louco chamado Racing. Era um sonho, desde meus 5(!) anos, de fazer parte de tudo isso. E estar com você, com o Nenê, com o Marconi e com todo mundo da equipe, é um sonho realizado, mesmo. Não escondo de ninguém.

    Milton

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 19:46
    Permalink

    MILTON:
    Obrigado “padrinho”, a Brazuca e eu agradecemos!
    Não deixe de ler o de amanhã, onde vc. aparece!
    Abração!

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 19:46
    Permalink

    MILTON:
    Obrigado “padrinho”, a Brazuca e eu agradecemos!
    Não deixe de ler o de amanhã, onde vc. aparece!
    Abração!

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 21:49
    Permalink

    dia 2 tem mais um pra tomar cafe no ibis,vou a rib preto na agrishow e depois dirigo a interlagos ibis pra passar a noite e conhecer vossa senhoria e quica ao brimo saloma
    jc sete lagoas

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 21:49
    Permalink

    dia 2 tem mais um pra tomar cafe no ibis,vou a rib preto na agrishow e depois dirigo a interlagos ibis pra passar a noite e conhecer vossa senhoria e quica ao brimo saloma
    jc sete lagoas

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 22:07
    Permalink

    Legal essa ligação do Milton, do Hugo e da Brasilia. O MIlton é um apaixonado, a caminho de se tornar maluco de carteirinha como a gente. E de uma geração feliz: Estraçalha as baratas no simulador, e no circuito antigo do Templo, coisa de louco.
    Quem gosta como ele cuida e curte, até mesmo as tristezas, pois como bem disse “carreras son carreras”.
    Falando em tristeza misturada com alegria: No seu “Diário #11”, Hugo, já lá pra baixo no blog, voce me pergunta da barbaridade que perpetrei com os modelos da Cavalera em Interlagos…
    Escrevi lá tem tempo, mas acho que ninguem leu. É o último comentário respondendo à sua pergunta.
    Se quiserem ver, dêem uma lidinha em como enquadrar jovenzinhos que pensam que cabelo branco é sinonimo de pé leve e bunda molinha. Flácida, mas não mole…
    Para constar: Sabem que idade tem o João, piloto da Porschinha prata de Della Barba que largou lá atrás e empurrou o Gulla na última volta?
    65 aninhos.
    E anda pelas ruas com uma Suzuki GS 1100 1992 inteiraça…
    Pois é, crianças… Quando a gente envelhece e engorda, o pé fica ainda mais pesado…

    Resposta
  • 15 de abril de 2009 em 22:07
    Permalink

    Legal essa ligação do Milton, do Hugo e da Brasilia. O MIlton é um apaixonado, a caminho de se tornar maluco de carteirinha como a gente. E de uma geração feliz: Estraçalha as baratas no simulador, e no circuito antigo do Templo, coisa de louco.
    Quem gosta como ele cuida e curte, até mesmo as tristezas, pois como bem disse “carreras son carreras”.
    Falando em tristeza misturada com alegria: No seu “Diário #11”, Hugo, já lá pra baixo no blog, voce me pergunta da barbaridade que perpetrei com os modelos da Cavalera em Interlagos…
    Escrevi lá tem tempo, mas acho que ninguem leu. É o último comentário respondendo à sua pergunta.
    Se quiserem ver, dêem uma lidinha em como enquadrar jovenzinhos que pensam que cabelo branco é sinonimo de pé leve e bunda molinha. Flácida, mas não mole…
    Para constar: Sabem que idade tem o João, piloto da Porschinha prata de Della Barba que largou lá atrás e empurrou o Gulla na última volta?
    65 aninhos.
    E anda pelas ruas com uma Suzuki GS 1100 1992 inteiraça…
    Pois é, crianças… Quando a gente envelhece e engorda, o pé fica ainda mais pesado…

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 00:13
    Permalink

    Bom, inegável que o João Caldeira é um bota de primeira qualidade. E tem um carrinho extremamente bem acertado pelo Barba… que, aliás, “quase” não conhece desse solo sagrado chamado “Autódromo José Carlos Pace”…rsrs

    Cerega, você sabe que precisa qualquer dia sentar a bunda aki no minisimulador pra ver como que a coisa funciona… só te falo isso…
    E só pra constar: só vou deixar você andar com os “legends”… de Porsche 914 e Renault Alpine pra baixo…

    E, Seu Hugo, será uma honra do tamanho de Nurburgring fazer parte dos relatos, tenha certeza… assim como já é uma honra do mesmo tamanho ser o padrinho da Brazuca…

    Milton

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 00:13
    Permalink

    Bom, inegável que o João Caldeira é um bota de primeira qualidade. E tem um carrinho extremamente bem acertado pelo Barba… que, aliás, “quase” não conhece desse solo sagrado chamado “Autódromo José Carlos Pace”…rsrs

    Cerega, você sabe que precisa qualquer dia sentar a bunda aki no minisimulador pra ver como que a coisa funciona… só te falo isso…
    E só pra constar: só vou deixar você andar com os “legends”… de Porsche 914 e Renault Alpine pra baixo…

    E, Seu Hugo, será uma honra do tamanho de Nurburgring fazer parte dos relatos, tenha certeza… assim como já é uma honra do mesmo tamanho ser o padrinho da Brazuca…

    Milton

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 01:34
    Permalink

    JOSÉ CARLOS:
    Será um grande prazer!
    Quem sabe, de repente, esses cafés da manhã no Íbis Interlagos se tornam um “point” matinal em dias de Classic Cup?
    Aliás, os que madrugam nos dias das provas, estão todos convidados a aparecer…
    O café do hotel é bem bonzinho, e de lá seguimos para a pista.
    Grande abraço, e até lá.

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 01:34
    Permalink

    JOSÉ CARLOS:
    Será um grande prazer!
    Quem sabe, de repente, esses cafés da manhã no Íbis Interlagos se tornam um “point” matinal em dias de Classic Cup?
    Aliás, os que madrugam nos dias das provas, estão todos convidados a aparecer…
    O café do hotel é bem bonzinho, e de lá seguimos para a pista.
    Grande abraço, e até lá.

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 02:02
    Permalink

    CLAUDIO CERERGATTI:

    Uai…! E eu aqui pensando que não havia ninguém mais “antigo” do que eu, lá na brincadeira!
    No post de terça feira próxima vou colocar uma foto nossa conversando, juntamente com o Gerolamo, no parque fechado, logo após a prova.
    Claro que lí teu post da Cavalera! Que prazer deve ter te dado acabar com os freios e pneus por uma causa tão justa! Também acho que há uma ligação física, e direta, entre a “pança” e o pé direito, depois do 50… Acho que vou acabar com essa idéia idiota de fazer regime para ver se chego na frente do 914 do Paulo…
    Agora, quanto ao Miltom, ela JÁ É, “um maluco de carteirinha.” Pedala (literalmemnte, pois vai de magrela até Interlagos!) como ninguém para deixar a Brazuca sempre em ponto de bala. Não tem tempo ruim com ele. É sempre o último a me desejar boa sorte lá no grid, quando vai checar a pressaõ dos pneus, e o primeiro a me abraçar na volta ao box. Notei que seus pais, por várias vezes, o acompanham nas corridas. Isso deve querer dizer alguma coisa de bom com relação à sua formação, amizade, e dedicação pelo que faz.

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 02:02
    Permalink

    CLAUDIO CERERGATTI:

    Uai…! E eu aqui pensando que não havia ninguém mais “antigo” do que eu, lá na brincadeira!
    No post de terça feira próxima vou colocar uma foto nossa conversando, juntamente com o Gerolamo, no parque fechado, logo após a prova.
    Claro que lí teu post da Cavalera! Que prazer deve ter te dado acabar com os freios e pneus por uma causa tão justa! Também acho que há uma ligação física, e direta, entre a “pança” e o pé direito, depois do 50… Acho que vou acabar com essa idéia idiota de fazer regime para ver se chego na frente do 914 do Paulo…
    Agora, quanto ao Miltom, ela JÁ É, “um maluco de carteirinha.” Pedala (literalmemnte, pois vai de magrela até Interlagos!) como ninguém para deixar a Brazuca sempre em ponto de bala. Não tem tempo ruim com ele. É sempre o último a me desejar boa sorte lá no grid, quando vai checar a pressaõ dos pneus, e o primeiro a me abraçar na volta ao box. Notei que seus pais, por várias vezes, o acompanham nas corridas. Isso deve querer dizer alguma coisa de bom com relação à sua formação, amizade, e dedicação pelo que faz.

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 02:08
    Permalink

    MILTON:

    Ó aqui ó, rapaz… Não vai ficar todo prosa, e de bola cheia, lendo esses pitacos aqui de cima não, tá?
    Larga logo esse simulador, e vai lá apertar aqueles parafusos bem direitinho…!
    Valeu Miltão!

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 02:08
    Permalink

    MILTON:

    Ó aqui ó, rapaz… Não vai ficar todo prosa, e de bola cheia, lendo esses pitacos aqui de cima não, tá?
    Larga logo esse simulador, e vai lá apertar aqueles parafusos bem direitinho…!
    Valeu Miltão!

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 16:16
    Permalink

    o hugo ve se vc me da esse carro muito daora!!!
    xauuu

    Resposta
  • 16 de abril de 2009 em 16:16
    Permalink

    o hugo ve se vc me da esse carro muito daora!!!
    xauuu

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.