Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

32 comentários em “+ D3…

  • 6 de dezembro de 2008 em 23:57
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    Na foto #5, carro patrocinado por estimado blogueiro.

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  • 6 de dezembro de 2008 em 23:57
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    Na foto #5, carro patrocinado por estimado blogueiro.

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  • 7 de dezembro de 2008 em 09:31
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    As duas últimas fotos , o Vw do Amadeu Campos e o Chevette que se não me falha a memória éra o Edgar Mello Filho , foi naquéla prova realizada numa noite de Sábado . Lotou o autódromo .

    O Chevette do Newton Pereira , acho que precisava de um V12 pra arrastar esses pneus exageradamente grandes .

    Resposta
  • 7 de dezembro de 2008 em 09:31
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    As duas últimas fotos , o Vw do Amadeu Campos e o Chevette que se não me falha a memória éra o Edgar Mello Filho , foi naquéla prova realizada numa noite de Sábado . Lotou o autódromo .

    O Chevette do Newton Pereira , acho que precisava de um V12 pra arrastar esses pneus exageradamente grandes .

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  • 7 de dezembro de 2008 em 09:38
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    Exato Luca, e se não me falte a memória essa prova iria começar um ciclo de competições à noite para tirar a galera dos rachas…

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  • 7 de dezembro de 2008 em 09:38
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    Exato Luca, e se não me falte a memória essa prova iria começar um ciclo de competições à noite para tirar a galera dos rachas…

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  • 8 de dezembro de 2008 em 02:07
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    É Saloma… “IRIA” , porque ficou só néssa mesmo . Mas foi legal .

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  • 8 de dezembro de 2008 em 02:07
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    É Saloma… “IRIA” , porque ficou só néssa mesmo . Mas foi legal .

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  • 8 de dezembro de 2008 em 09:12
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    Sem dúvida os Pinicos Atômicos são os carros de corrida mais bonitos que já existiram. Depois vêm as Brasílias, Chevettes, Opalas… Tudo da D3.
    Saudações!

    Resposta
  • 8 de dezembro de 2008 em 09:12
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    Sem dúvida os Pinicos Atômicos são os carros de corrida mais bonitos que já existiram. Depois vêm as Brasílias, Chevettes, Opalas… Tudo da D3.
    Saudações!

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  • 8 de dezembro de 2008 em 09:49
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    A brasília preta é do Antônio “Janjão” Freire e a branca do Aroldo Bauermann.O Opala, claro, Ciro Cayres.

    Abraços a todos.

    Paulo Schütz

    Resposta
  • 8 de dezembro de 2008 em 09:49
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    A brasília preta é do Antônio “Janjão” Freire e a branca do Aroldo Bauermann.O Opala, claro, Ciro Cayres.

    Abraços a todos.

    Paulo Schütz

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  • 8 de dezembro de 2008 em 09:59
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    Luca,
    Essa prova noturna por acaso foi em 1981? Se foi, eu estava lá na arquibancada. Morava em SP naquela época. Após a corrida, todo mundo andando forte na Marginal ….

    Resposta
  • 8 de dezembro de 2008 em 09:59
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    Luca,
    Essa prova noturna por acaso foi em 1981? Se foi, eu estava lá na arquibancada. Morava em SP naquela época. Após a corrida, todo mundo andando forte na Marginal ….

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  • 8 de dezembro de 2008 em 10:54
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    Saloma,
    Olha o radiador de óleo redondo que o Amador colocou na frente do VW #99. Qualquer dia desses, quando telefonar para ele para falar sobre carburadores Weber, vou saber com ele se realmente teria vindo de alguma sucata aeronáutica, como se dizia na época.
    Quanto ao belo VW preto do Rio Grande do Sul, o Trevisan já avivou minha memória. Era do Antonio João Freire, patrocinado pela Taurus. Se não me engano, ele trabalhava na empresa.

    Resposta
  • 8 de dezembro de 2008 em 10:54
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    Saloma,
    Olha o radiador de óleo redondo que o Amador colocou na frente do VW #99. Qualquer dia desses, quando telefonar para ele para falar sobre carburadores Weber, vou saber com ele se realmente teria vindo de alguma sucata aeronáutica, como se dizia na época.
    Quanto ao belo VW preto do Rio Grande do Sul, o Trevisan já avivou minha memória. Era do Antonio João Freire, patrocinado pela Taurus. Se não me engano, ele trabalhava na empresa.

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  • 8 de dezembro de 2008 em 21:44
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    Vicente ,

    O Janjão , realmente trabalhava na Taurus e se não me engano , casou com a filha do dono . A gaúchada de plantão é que pode confirmar .
    Não lembro o ano da prova , mas só pode ser éssa , porque não teve outra a noite .
    Andando forte na Marginal ??? Os caras saíam do autódromo disputando freada com taxi e dando chega pra lá em onibus . rsrs

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  • 8 de dezembro de 2008 em 21:44
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    Vicente ,

    O Janjão , realmente trabalhava na Taurus e se não me engano , casou com a filha do dono . A gaúchada de plantão é que pode confirmar .
    Não lembro o ano da prova , mas só pode ser éssa , porque não teve outra a noite .
    Andando forte na Marginal ??? Os caras saíam do autódromo disputando freada com taxi e dando chega pra lá em onibus . rsrs

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  • 8 de dezembro de 2008 em 21:58
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    Vicente

    Acredito , que esse rsdiador tenha sido feito , por um senhor que fabricava radiadores para avião , a oficina dele éra em Santana , na Alfredo Pujol , em frente ao CPOR . Meu pai éra freguês dele , cheguei a usar radiadores de óleo feito por ele .

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  • 8 de dezembro de 2008 em 21:58
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    Vicente

    Acredito , que esse rsdiador tenha sido feito , por um senhor que fabricava radiadores para avião , a oficina dele éra em Santana , na Alfredo Pujol , em frente ao CPOR . Meu pai éra freguês dele , cheguei a usar radiadores de óleo feito por ele .

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  • 8 de dezembro de 2008 em 22:09
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    Luca,
    Lá pelos idos de 1974, costumava me encontrar com o também carioca Henrique Camara, que corria na Divisão 3 com um VW verde garrafa #191, preparado pelo Cosmo. Volta e meia o carro ficava pronto na Sexta-Feira e “sobrava” (que bom) para os amigos do Rio o amaciamento do motor à noite na Marginal, para o carro participar do treino e tomar tempo no Sábado. Colocávamos pneus de rua, retirávamos o spoiler dianteiro (idêntico ao do carro do Guaraná) e lá íamos com o carro no chão para andar uns 500 a 600 km em rotação intermediária. Dava umas 6 a 7 horas de curtição, andando de caixa 3, sem farol até a madrugada. Parávamos para beber algo gelado ou comer alguma coisa num posto de gasolina que tinha um piso inclinado, que facilitava a saída do carro (descendo a leve rampa) sem sacrificar o disco de embreagem (se soltasse a embreagem abaixo de uns 2000 / 2500 rpm o motor apagava).
    O legal é que a Polícia não importunava.

    Resposta
  • 8 de dezembro de 2008 em 22:09
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    Luca,
    Lá pelos idos de 1974, costumava me encontrar com o também carioca Henrique Camara, que corria na Divisão 3 com um VW verde garrafa #191, preparado pelo Cosmo. Volta e meia o carro ficava pronto na Sexta-Feira e “sobrava” (que bom) para os amigos do Rio o amaciamento do motor à noite na Marginal, para o carro participar do treino e tomar tempo no Sábado. Colocávamos pneus de rua, retirávamos o spoiler dianteiro (idêntico ao do carro do Guaraná) e lá íamos com o carro no chão para andar uns 500 a 600 km em rotação intermediária. Dava umas 6 a 7 horas de curtição, andando de caixa 3, sem farol até a madrugada. Parávamos para beber algo gelado ou comer alguma coisa num posto de gasolina que tinha um piso inclinado, que facilitava a saída do carro (descendo a leve rampa) sem sacrificar o disco de embreagem (se soltasse a embreagem abaixo de uns 2000 / 2500 rpm o motor apagava).
    O legal é que a Polícia não importunava.

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  • 9 de dezembro de 2008 em 09:13
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    Em Brasília, os amaciamentos de véspera de corrida eram feitos de madrugada dando a volta ao Lago Paranoá. Na época não tinha as pontes e o percurso dava 80 km.
    A polícia também entendia a situação e não incomodava.

    Resposta
  • 9 de dezembro de 2008 em 09:13
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    Em Brasília, os amaciamentos de véspera de corrida eram feitos de madrugada dando a volta ao Lago Paranoá. Na época não tinha as pontes e o percurso dava 80 km.
    A polícia também entendia a situação e não incomodava.

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  • 19 de fevereiro de 2009 em 13:38
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    O Janjão Freire, na época da D3 não foi patrocinado pela Taurus, onde trabalhou durante alguns anos. Na época da D3, a Brasília era patrocinada pela fábrica de rodas CROSS. As rodas da Brasília eram feitas sob medidas na largura, de acordo com pneu slick que seria utilizado naquela prova. Os demais patrocinadores eram a rádio Continental AM 1.120 de Porto Alegre e também pelo Banco Mercantil. Mesmo com esse pool de patrocinadores, acredito que o Janjão ainda fazia uma vaquinha entre os amigos para poder competir.

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  • 19 de fevereiro de 2009 em 13:38
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    O Janjão Freire, na época da D3 não foi patrocinado pela Taurus, onde trabalhou durante alguns anos. Na época da D3, a Brasília era patrocinada pela fábrica de rodas CROSS. As rodas da Brasília eram feitas sob medidas na largura, de acordo com pneu slick que seria utilizado naquela prova. Os demais patrocinadores eram a rádio Continental AM 1.120 de Porto Alegre e também pelo Banco Mercantil. Mesmo com esse pool de patrocinadores, acredito que o Janjão ainda fazia uma vaquinha entre os amigos para poder competir.

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  • 19 de fevereiro de 2009 em 13:44
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    Boa Pasquali…nada como ter parceiros que entendem e sabem do riscado. Vc tem algum material dos bastidores da D3 ou poderia colocar sua lembranças para publicarmos aqui. A galera iria gostar com certeza…
    abs

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  • 19 de fevereiro de 2009 em 13:44
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    Boa Pasquali…nada como ter parceiros que entendem e sabem do riscado. Vc tem algum material dos bastidores da D3 ou poderia colocar sua lembranças para publicarmos aqui. A galera iria gostar com certeza…
    abs

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