VOANDO BAIXO…

Voltando ao Festival de Recordes da Marginal Pinheiros, em 1970, embora a maioria dos inscritos não representasse a nata do no nosso automobilismo da época, alguns participantes de peso compareceram ao Festival. A carretera Chevy Corvette de Camilo Christófaro, o moderno Lamborghini Miura de Alcides Diniz, o Ford-Galaxie com motor 7 litros de Luisinho Pereira Bueno, uma velhusca Ferrari-Corvette de Luis Landi, outra carretera Chevrolet Corvette de 4,5 litros de Antonio Versa e o Opala-Valvoline de Carlos Alberto Sgarbi. E no meio dessa galera estava Anatole Cirello Jr. com o Volkswagen 1.700 cc. Chegou em 10º. com velô final de 171,635 km/h.
A pedidos do comparsa Regi Nat Rock, segue classificação do Festival de Recordes da Marginal Pinheiros:
1º. Camilo Christófaro – Chevrolet Corvette 5.300 cc 236,727 km/h
2º. Alcides Diniz – Lamborghini Miura 3.929 cc – 224,413 km/h
3º. Luis Pereira Bueno – Ford Galaxie 7.000 cc – 198,192 km/h
4º. Eduardo Celidônio – Snob´s Corvair 2.600 cc – 194,886 km/h
5º. Luis Landi – Ferrari Corvette 4.500 cc – 192,978 km/h
6º. Carlos Alberto Sgarbi – Chevrolet Opala 3.900 cc – 189,074 km/h
7º. Aldo Pugliesi – Puma GT VW 1.600 cc – 177,572 km/h
8º. Expedito Marazzi – Lorena Spyder 1.600 cc – 174,900 km/h
9º. Antonio Versa – Chevrolet Corvette 4.500 cc – 174,832 km/h
10º. Anatole Cirello Jr. – Volkswagen 1.700 cc – 171,635 km/h
11º. Salvatore Amato – Amato Ford 1.600 cc – 170,843 km/h
12º. Stanley Ostrower – Kinko VW 1.600 cc – 168,564 km/h
13o. Célio Huggemeyer JVolkswagen 1.600 cc – 150,22km/h
14o. Josil José Garcia – Volkswage 1.600 cc – 145,248 km/h
15º. Luis Filinto Silva Jr. – Volkswagen 1.600 cc – 141,312 km/h
E o cabra ainda está na ativa e nos manda as imagens da fuca que participa dos campeonatos regionais…e esse é tedesco mesmo, não larga do osso dos VW Boxer!

Saloma#Sahib

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

11 comentários em “VOANDO BAIXO…

  • 25 de fevereiro de 2009 em 22:29
    Permalink

    Eu admiro – de verdade – aqueles que se lembram.
    Francamente, os acontecimentos desse aí se apagaram da minha memória. Com o post, recordo em fragmentos um Opala (se ERA um Opala é claro) que esbarrou (ou superou) os 200 km. Do resto, o HD foi pro vinagre.
    Se tiver, Saloma, posta aí os resultados do 1º ao 10º.
    Quem sabe me ajuda a relembrar e, os que não sabem, aprenderão mais um pouquinho dos anos dourados.

    Resposta
  • 25 de fevereiro de 2009 em 22:29
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    Eu admiro – de verdade – aqueles que se lembram.
    Francamente, os acontecimentos desse aí se apagaram da minha memória. Com o post, recordo em fragmentos um Opala (se ERA um Opala é claro) que esbarrou (ou superou) os 200 km. Do resto, o HD foi pro vinagre.
    Se tiver, Saloma, posta aí os resultados do 1º ao 10º.
    Quem sabe me ajuda a relembrar e, os que não sabem, aprenderão mais um pouquinho dos anos dourados.

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  • 25 de fevereiro de 2009 em 22:54
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    Parabsns ao meu amigo Anatole ( Natinho )…no dia da tentativa de Record na Marginal do Rio Pinheiros eu estava la presente com nosso Protótipo Kinko No 72 ,, quem pilotou o Kinko naquele dia foi o Stanley Ostrower que era meu sócio no prototipo..nosso motor era 1600 cc e o cambio Caixa 3 era muito longo,, e demorou muito para atingir a velocodade máxima,, ( acho que atingimos perto de 170 Kms/h ),,se o prototipo estivesse com cambio com 1a e 2a marchas mais curtas dai poderiamos atingir quase 200 km/h que era a velocidade que a gente atingia no fim do retão de Interlagos,,,(nosso tempo de volta com pneus radias cinturatto HS da Pirelli 185 x 70 x 13 era de .3′.33 ” aprox ) abs do Águia

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  • 25 de fevereiro de 2009 em 22:54
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    Parabsns ao meu amigo Anatole ( Natinho )…no dia da tentativa de Record na Marginal do Rio Pinheiros eu estava la presente com nosso Protótipo Kinko No 72 ,, quem pilotou o Kinko naquele dia foi o Stanley Ostrower que era meu sócio no prototipo..nosso motor era 1600 cc e o cambio Caixa 3 era muito longo,, e demorou muito para atingir a velocodade máxima,, ( acho que atingimos perto de 170 Kms/h ),,se o prototipo estivesse com cambio com 1a e 2a marchas mais curtas dai poderiamos atingir quase 200 km/h que era a velocidade que a gente atingia no fim do retão de Interlagos,,,(nosso tempo de volta com pneus radias cinturatto HS da Pirelli 185 x 70 x 13 era de .3′.33 ” aprox ) abs do Águia

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 10:05
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    Nossa. O Camilo detonou todo mundo.
    E só ele e o Diniz superaram a marca dos 200 km/h.
    Tremendo desafio para a época.
    Olhando em retrospectiva, a diferença dos equipamentos de ponta (para a época), com muita criatividade embarcada, pneus inadequados, etc, em comparação com carros de série de hoje (mesmo os montados por aqui, que são umas lacraias), quanta diferença, putz!
    Praticamente todos os de um litro, estariam classificados.
    E depois dizem que corrida de automóveis é SÓ diversão de riquinho que não tem o que fazer na vida né? Também é claro, especialmente hoje, mas o desenvolvimento trazido por esses malucos maravilhosos que não tinham medo de meter a mão na graxa, não tem preço. Em compensação, os pilotos atuais, acho que receiam quebrar a unha ou riscar o esmalte. Recordo um filmete onde o Fangio sentado num boteco em Monaco, dando entrevista sei lá pra quem, com as mãos imundas de graxa e as unhas , viche!!no melhor estilo ‘tô nem aí’…
    E depois nos chamam de saudosistas…

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 10:05
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    Nossa. O Camilo detonou todo mundo.
    E só ele e o Diniz superaram a marca dos 200 km/h.
    Tremendo desafio para a época.
    Olhando em retrospectiva, a diferença dos equipamentos de ponta (para a época), com muita criatividade embarcada, pneus inadequados, etc, em comparação com carros de série de hoje (mesmo os montados por aqui, que são umas lacraias), quanta diferença, putz!
    Praticamente todos os de um litro, estariam classificados.
    E depois dizem que corrida de automóveis é SÓ diversão de riquinho que não tem o que fazer na vida né? Também é claro, especialmente hoje, mas o desenvolvimento trazido por esses malucos maravilhosos que não tinham medo de meter a mão na graxa, não tem preço. Em compensação, os pilotos atuais, acho que receiam quebrar a unha ou riscar o esmalte. Recordo um filmete onde o Fangio sentado num boteco em Monaco, dando entrevista sei lá pra quem, com as mãos imundas de graxa e as unhas , viche!!no melhor estilo ‘tô nem aí’…
    E depois nos chamam de saudosistas…

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 17:43
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    Valeu,, o resultado esta ai acima ,, blz.,,grato águia

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 17:43
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    Valeu,, o resultado esta ai acima ,, blz.,,grato águia

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 17:44
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    Valeu,, o resultado esta ai acima ,, blz.,,grato águia

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  • 26 de fevereiro de 2009 em 17:44
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    Valeu,, o resultado esta ai acima ,, blz.,,grato águia

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  • 15 de junho de 2020 em 19:10
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    Matéria completa está na revista Auto Esporte nº 75 de janeiro\1971 . Vale lembrar que as velocidades acima são médias de duas tomadas ( contra e a favor do vento) na Marginal Pinheiros . O Camillo atingiu : 231,213 e 242,261 . Imaginem mais de 240km\h em 1970!!!!! c\ a carretera amarela nº.18 , no Brasil . ” sem pneu , suspensão, direção……..”

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