PORSCHE TEST…

Sensacional imagem, enviada pelo Eric Darwich, com relato do jornalista Doug Nye:

“Ensaio final dos 917, no gigantesco centro tecnológico da Porsche, no vilarejo de Weissach, cerca de 25 quilômetros a oeste da sede de Zuffenhausen, Stuttgart. Testando o conjunto à resistência aos pisos e sobresaltos dos circuitos. Ou mesmo as altas lavadeiras etc…se preparando para os enduros, como Nurburgring, ou talvez apenas um pouco de diversão para a “ilustre” galera presente no dia (Julho/1972)”. Um fanfarrão esse cara…
LS(reprodução)

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

22 comentários em “PORSCHE TEST…

  • 16 de agosto de 2008 em 00:01
    Permalink

    Êpa,!!

    Alguma coisa não bate na informação. Os 917 começaram a ser construídos ainda no final de 68, sendo que a estréia em pista se deu nos treinos para as 24 Horas de Le Mans, no final de março.
    O carro estreou oficialmente nos Mil Km de Spa de 69, ainda na configuração traseira longa, design meio herdado do bem sucedido 908 LH.
    Na foto, nota-se a traseira K, inventada pela John Wyer Automotive no final de 69 e amplamente utilizada nas temporadas de 70 e 71.
    Em 72, se é que eu entendi o crédito da foto, os 917 de 5 litros já não corriam mais oficialmente o Mundial de Construtores (ou Marcas, como queiram…), com algumas participações esporádicas na Intersérie européia.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 00:01
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    Êpa,!!

    Alguma coisa não bate na informação. Os 917 começaram a ser construídos ainda no final de 68, sendo que a estréia em pista se deu nos treinos para as 24 Horas de Le Mans, no final de março.
    O carro estreou oficialmente nos Mil Km de Spa de 69, ainda na configuração traseira longa, design meio herdado do bem sucedido 908 LH.
    Na foto, nota-se a traseira K, inventada pela John Wyer Automotive no final de 69 e amplamente utilizada nas temporadas de 70 e 71.
    Em 72, se é que eu entendi o crédito da foto, os 917 de 5 litros já não corriam mais oficialmente o Mundial de Construtores (ou Marcas, como queiram…), com algumas participações esporádicas na Intersérie européia.

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  • 16 de agosto de 2008 em 09:01
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    O Dennis Jenkinson foi o repórter que inventou a navegação em rally. Stirling Moss e ele ganharam a Mile Miglia de 1955 a bordo de uma Mercedes 300 SLR. Quando foi convidado pelo piloto, Jenkinson teve a idéia de percorrer o traçado antes da corrida, anotando tudo que pudesse ajudá-los no percurso. Dessas anotaçõs fez um rolo de papel e colocou numa pequena caixa com uma abertura horizontal. Conforme iam passando pelos trechos anotados, ele rodava a bobina com os detalhes do percurso. Pronto! Estava inventado o navegador. Dizem que na Inglaterra vendem uma réplica dessa caixinha.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 09:01
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    O Dennis Jenkinson foi o repórter que inventou a navegação em rally. Stirling Moss e ele ganharam a Mile Miglia de 1955 a bordo de uma Mercedes 300 SLR. Quando foi convidado pelo piloto, Jenkinson teve a idéia de percorrer o traçado antes da corrida, anotando tudo que pudesse ajudá-los no percurso. Dessas anotaçõs fez um rolo de papel e colocou numa pequena caixa com uma abertura horizontal. Conforme iam passando pelos trechos anotados, ele rodava a bobina com os detalhes do percurso. Pronto! Estava inventado o navegador. Dizem que na Inglaterra vendem uma réplica dessa caixinha.

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  • 16 de agosto de 2008 em 12:46
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    Bom, ouvi dizer sobre testes semelhantes com aquelas 956 nos idos de 1981, no final do desenvolvimento… desnecessário dizer que o pobre piloto sofreu o pão que o diabo amassou(se não em engano, que fez o tal teste foi o Jürgen Barth…)…e o teste das 956 era andar 8 horas a uma média de 120 km/h por pistas tão “boas” quanto essa…
    Resumindo: se botasse pra andar em Sp, guentava a bucha facil, facil..

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 12:46
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    Bom, ouvi dizer sobre testes semelhantes com aquelas 956 nos idos de 1981, no final do desenvolvimento… desnecessário dizer que o pobre piloto sofreu o pão que o diabo amassou(se não em engano, que fez o tal teste foi o Jürgen Barth…)…e o teste das 956 era andar 8 horas a uma média de 120 km/h por pistas tão “boas” quanto essa…
    Resumindo: se botasse pra andar em Sp, guentava a bucha facil, facil..

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  • 16 de agosto de 2008 em 13:13
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    Logo vi que tinha caroço neste angú…

    Saloma, no texto do post dá a entender que o ensaio é dos 917. Na realidade é apenas uma apresentação do Centro de Desenvolvimento da Porsche, em Weissach, utilizando para tal um 917K para as demonstrações de campo, simulando alguns esforços de algumas pistas, a exemplo de Nurburgring.
    O texto, tanto em inglês como em espanhol, deixa isto bastante claro.

    Abs.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 13:13
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    Logo vi que tinha caroço neste angú…

    Saloma, no texto do post dá a entender que o ensaio é dos 917. Na realidade é apenas uma apresentação do Centro de Desenvolvimento da Porsche, em Weissach, utilizando para tal um 917K para as demonstrações de campo, simulando alguns esforços de algumas pistas, a exemplo de Nurburgring.
    O texto, tanto em inglês como em espanhol, deixa isto bastante claro.

    Abs.

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  • 16 de agosto de 2008 em 15:11
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    Só de imaginar essa frente batendo no chão, os trinagulos subindo até o batente, as molas comprimidas, os amortecedores rangendo dá vontade de chorar de raiva.
    Pegar uma máquina dessas e detonar?
    É crime, independente dos nobres motivos!!!
    E o que o Tony Curtis tá fazendo aí?
    E o palhaço do jornalista de mão no bolso?
    Tem que mandar prender todo mundo hoje! Esse crime não prescreveu!

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  • 16 de agosto de 2008 em 15:11
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    Só de imaginar essa frente batendo no chão, os trinagulos subindo até o batente, as molas comprimidas, os amortecedores rangendo dá vontade de chorar de raiva.
    Pegar uma máquina dessas e detonar?
    É crime, independente dos nobres motivos!!!
    E o que o Tony Curtis tá fazendo aí?
    E o palhaço do jornalista de mão no bolso?
    Tem que mandar prender todo mundo hoje! Esse crime não prescreveu!

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  • 16 de agosto de 2008 em 20:36
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    Toda essa demolição para melhorar a qualidade do produto? Com tanta pista pra usar? tsc tsc tsc.. Não tem jeito mesmo, é só um fusca melhorzinho e mais bonitinho…Herr Ferdinand não teria aprovado esse sacrilégio.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 20:36
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    Toda essa demolição para melhorar a qualidade do produto? Com tanta pista pra usar? tsc tsc tsc.. Não tem jeito mesmo, é só um fusca melhorzinho e mais bonitinho…Herr Ferdinand não teria aprovado esse sacrilégio.

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 21:50
    Permalink

    Pessoal,
    Para variar um pouco, Sir Joaquim-Holmes está certo !
    Em 1972 os 917 já estavam no desvio.
    A título de curiosidade, os chassis dos 917 eram muito flexíveis (o que era comum nos carros da época) e enfrentaram vários problemas de quebras, algumas com consequências funestas.
    Dá para imaginar a indigesta de rasgar a Mulsane a 400 km/h para constatar que na freada alguma roda teimosa entrou em férias e não quer mais pisar no chão ???
    Para que o piloto pudesse monitorar a integridade do chassis, este passou a ser feito, primeiramente em quatro, e posteriormente em seis seções estanques, que eram enchidas com ar comprimido, e ligados a manômetros colocados no cockpit. Se, durante a prova, caisse a pressão em algum deles e o maluco gostasse de jantar em casa, a ordem era tirar o pé !
    Os engenheiros da Porsche tinham uma preocupação compulsiva em manter baixo peso, mas sem comprometer a resistência dos conjuntos. Além do magnésio nas carcaças dos motores, caixas e rodas, o titânio era também largamente empregado, das bielas do motor aos parafusos da suspensão, que eram – pasmem – ôcos !
    Em 1978, com o beneplácito da chefona, Frau Johanna Baer, passei um tempo enfiado no departamento de competições em Zuffenhausen, trocando velas (12) e platinados (4) dos RSR, ao custo de US$1,100 para os felizes proprietários que podiam mandar fazer as revisões de suas baratas na fábrica.
    Foi nesta época que conhecí a pista de testes, mas não lembro de ter visto esta traquitana por lá !
    Abraços a todos !

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 21:50
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    Pessoal,
    Para variar um pouco, Sir Joaquim-Holmes está certo !
    Em 1972 os 917 já estavam no desvio.
    A título de curiosidade, os chassis dos 917 eram muito flexíveis (o que era comum nos carros da época) e enfrentaram vários problemas de quebras, algumas com consequências funestas.
    Dá para imaginar a indigesta de rasgar a Mulsane a 400 km/h para constatar que na freada alguma roda teimosa entrou em férias e não quer mais pisar no chão ???
    Para que o piloto pudesse monitorar a integridade do chassis, este passou a ser feito, primeiramente em quatro, e posteriormente em seis seções estanques, que eram enchidas com ar comprimido, e ligados a manômetros colocados no cockpit. Se, durante a prova, caisse a pressão em algum deles e o maluco gostasse de jantar em casa, a ordem era tirar o pé !
    Os engenheiros da Porsche tinham uma preocupação compulsiva em manter baixo peso, mas sem comprometer a resistência dos conjuntos. Além do magnésio nas carcaças dos motores, caixas e rodas, o titânio era também largamente empregado, das bielas do motor aos parafusos da suspensão, que eram – pasmem – ôcos !
    Em 1978, com o beneplácito da chefona, Frau Johanna Baer, passei um tempo enfiado no departamento de competições em Zuffenhausen, trocando velas (12) e platinados (4) dos RSR, ao custo de US$1,100 para os felizes proprietários que podiam mandar fazer as revisões de suas baratas na fábrica.
    Foi nesta época que conhecí a pista de testes, mas não lembro de ter visto esta traquitana por lá !
    Abraços a todos !

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 22:02
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    M…essa traquitana parece mais “uma Ponte Pênsil “…

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 22:02
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    M…essa traquitana parece mais “uma Ponte Pênsil “…

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  • 16 de agosto de 2008 em 22:44
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    Ceregatti,
    O Tony Curtis da foto não é o galã de uliudi !
    Este é um inglês, double de colecionador, que escrevia sobre antiguidades e resenhas de leilões editadas pela Lyle, algumas bem interessantes !
    Abraços,
    EU

    Resposta
  • 16 de agosto de 2008 em 22:44
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    Ceregatti,
    O Tony Curtis da foto não é o galã de uliudi !
    Este é um inglês, double de colecionador, que escrevia sobre antiguidades e resenhas de leilões editadas pela Lyle, algumas bem interessantes !
    Abraços,
    EU

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  • 18 de agosto de 2008 em 10:10
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    Só para lembrar que na verdade não necessariamente esse 917 estava sendo testado.
    Poderia ser um teste de chassis para os 917/10 ou até os 917/30.

    A proposito M as 911(993)Turbo de rua são equipadas com rodas aro 18 e raios ocos.

    Resposta
  • 18 de agosto de 2008 em 10:10
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    Só para lembrar que na verdade não necessariamente esse 917 estava sendo testado.
    Poderia ser um teste de chassis para os 917/10 ou até os 917/30.

    A proposito M as 911(993)Turbo de rua são equipadas com rodas aro 18 e raios ocos.

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