"PÉ NA BUNDA DO FAÍSCA"…

Compadres, se vocês gostaram tanto das criações do mestre Faísca, vejam a famosa carretera DKW que em atividade pintou e bordou nos palcos da terra vermelha do sul. O que ela têm, como foi idealizado e sua performance, só quem viveu junto ou o próprio…
Vamos as fotos cedidas, pelo parceiro master Paulo Trevisan, ao vivo e a cores…a barata:

A barata em ação…
LS(reprodução PT)

Luiz Salomão

Blogueiro e arteiro multimídia por opção. Dublê de piloto do "Okrasa" Conexão direta com o esporte a motor!

30 comentários em “"PÉ NA BUNDA DO FAÍSCA"…

  • 25 de julho de 2008 em 12:51
    Permalink

    Sei não. Sinceridade? não gostei dessa bunda de gringa.E não acredito que tenha velocidade suficiente pro aerofólio, segurar a (falta de) bunda no chão.
    Deve escapar fácil fácil numa curva muito “entrada”, apesar do pneuzão.Qual a usina que puxa a bichinha? um original de uns 70 Hp ?, Se for, reforça a minha impressão de ingovernável no limite.

    Resposta
  • 25 de julho de 2008 em 12:51
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    Sei não. Sinceridade? não gostei dessa bunda de gringa.E não acredito que tenha velocidade suficiente pro aerofólio, segurar a (falta de) bunda no chão.
    Deve escapar fácil fácil numa curva muito “entrada”, apesar do pneuzão.Qual a usina que puxa a bichinha? um original de uns 70 Hp ?, Se for, reforça a minha impressão de ingovernável no limite.

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  • 25 de julho de 2008 em 12:57
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    Regi pelo histórico do carro, ele mandou bem nas pistas de terra.
    Quanto a motorização, tambem pelo que sei, não presenciei de fato,
    era 3 cilindros muito brabo e gritava alto…partindo do cara só pode ser
    isso mesmo…
    O pé na bunda, tirou uma parte que sobrava no carro e sentou com rodas e pneus, axiliado pelo aerofólio e não encurtou o entre-eixo…
    LS

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  • 25 de julho de 2008 em 12:57
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    Regi pelo histórico do carro, ele mandou bem nas pistas de terra.
    Quanto a motorização, tambem pelo que sei, não presenciei de fato,
    era 3 cilindros muito brabo e gritava alto…partindo do cara só pode ser
    isso mesmo…
    O pé na bunda, tirou uma parte que sobrava no carro e sentou com rodas e pneus, axiliado pelo aerofólio e não encurtou o entre-eixo…
    LS

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  • 26 de julho de 2008 em 11:11
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    Só restaurei este DKW que denomino Faísca, porque andava demais nos autódromos de terra de Taquara e Caçapava do Sul; onde até o enfrentei com Gordini motor 1.6. Com pista “enfarofada” o Deka enfrentava até Passat e Chevette, e disso sou testemunha. Tecnicamente falando entendi que a asa era muito alta tanto que reduzi pela metade e mudei inclinação. O Jaeger que era muito bom piloto, quis redução de peso. Numa pista de terra você tem algumas alternativas diferentes do asfalto para jogar a traseira e fazer um traçado otimizado mesmo com DKW; e com certeza isso ele fazia. Por exemplo: na tomada de curva deixar a traseira fora do trilho, usar pneus na traseira de característica diferente, “piorar” a suspensão na traseira para compensar as inevitáveis saídas de frente, e por aí vai. É bom esclarecer para os entusiastas dos outros estados que aqui no RS foram quase 10 anos de DKW em pista de terra, onde andavam por paixão vários pilotos dos campeonatos gaúchos, e esse automobilismo específico teve 2 anos incluídos no calendário da FGA. Não era corridinha amadora, era pau cerrado mesmo e onde se gastou e investiu muita grana. A gente que acompanhou de perto naqueles anos 80 e até início dos anos 90, sabemos e respeitamos o trabalho de um Fernando Jaeger e Graciano Coin e outros, que continuam até hoje trabalhando e investindo nesse sonho ou “delírio” de fazer DKW andar bem.

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  • 26 de julho de 2008 em 11:11
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    Só restaurei este DKW que denomino Faísca, porque andava demais nos autódromos de terra de Taquara e Caçapava do Sul; onde até o enfrentei com Gordini motor 1.6. Com pista “enfarofada” o Deka enfrentava até Passat e Chevette, e disso sou testemunha. Tecnicamente falando entendi que a asa era muito alta tanto que reduzi pela metade e mudei inclinação. O Jaeger que era muito bom piloto, quis redução de peso. Numa pista de terra você tem algumas alternativas diferentes do asfalto para jogar a traseira e fazer um traçado otimizado mesmo com DKW; e com certeza isso ele fazia. Por exemplo: na tomada de curva deixar a traseira fora do trilho, usar pneus na traseira de característica diferente, “piorar” a suspensão na traseira para compensar as inevitáveis saídas de frente, e por aí vai. É bom esclarecer para os entusiastas dos outros estados que aqui no RS foram quase 10 anos de DKW em pista de terra, onde andavam por paixão vários pilotos dos campeonatos gaúchos, e esse automobilismo específico teve 2 anos incluídos no calendário da FGA. Não era corridinha amadora, era pau cerrado mesmo e onde se gastou e investiu muita grana. A gente que acompanhou de perto naqueles anos 80 e até início dos anos 90, sabemos e respeitamos o trabalho de um Fernando Jaeger e Graciano Coin e outros, que continuam até hoje trabalhando e investindo nesse sonho ou “delírio” de fazer DKW andar bem.

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  • 26 de julho de 2008 em 15:56
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    É isso Trevisan, testemunho valoroso esse seu. Dá uma pequena idéia o que era ralar com essas baratas nas pistas de terra…
    LS

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  • 26 de julho de 2008 em 15:56
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    É isso Trevisan, testemunho valoroso esse seu. Dá uma pequena idéia o que era ralar com essas baratas nas pistas de terra…
    LS

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  • 27 de julho de 2008 em 02:03
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    Jamais polemizo com quem sabe mais que eu. Não vou lutar com espadas contra um Samurai…
    Sou pra lá de apaixonado por tração dianteira desde o meu primeiro carro um Citroen 51 (putz, faz tempo).. e andei muito de Deka também. E terrão nos Mato Grosso da vida, fez parte a minha vida por mais de 20 anos. As explicações são convincentes para um determinado tipo de pista ( no caso, a terra) mas ainda assim, não ficaria confortável tocando o Faísca. Eu ‘sinto’ uma falta danada da bunda substituída pelo aerofolio. Qtos burrinhos puxam o bichinho? e onde vc escondeu o radiador? na frente do motor? É o original? tinha espaço? Fosse possível, adoraria dar umas voltinhas até pra reformular meus conceitos.
    Abração Trevisan. Obrigado pela explicação.

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  • 27 de julho de 2008 em 02:03
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    Jamais polemizo com quem sabe mais que eu. Não vou lutar com espadas contra um Samurai…
    Sou pra lá de apaixonado por tração dianteira desde o meu primeiro carro um Citroen 51 (putz, faz tempo).. e andei muito de Deka também. E terrão nos Mato Grosso da vida, fez parte a minha vida por mais de 20 anos. As explicações são convincentes para um determinado tipo de pista ( no caso, a terra) mas ainda assim, não ficaria confortável tocando o Faísca. Eu ‘sinto’ uma falta danada da bunda substituída pelo aerofolio. Qtos burrinhos puxam o bichinho? e onde vc escondeu o radiador? na frente do motor? É o original? tinha espaço? Fosse possível, adoraria dar umas voltinhas até pra reformular meus conceitos.
    Abração Trevisan. Obrigado pela explicação.

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  • 28 de agosto de 2008 em 19:34
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    Tem que ver que o Deka é motor dois-tempos e, bem preparado, um motor dois-tempos dá pau em motores quatro-tempos com o dobro do tamanho.

    Resposta
  • 28 de agosto de 2008 em 19:34
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    Tem que ver que o Deka é motor dois-tempos e, bem preparado, um motor dois-tempos dá pau em motores quatro-tempos com o dobro do tamanho.

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  • 28 de agosto de 2008 em 20:20
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    J. N. acredito em vc plenamente, porque vivi no meio de uma mistura de Castrol, gasoline e óleo
    de rícino…mas hoje fica muito difícil fazer uma usina igual ou pelo menos parecida que
    dure umas boas voltas no giro alto sem travar…

    Resposta
  • 28 de agosto de 2008 em 20:20
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    J. N. acredito em vc plenamente, porque vivi no meio de uma mistura de Castrol, gasoline e óleo
    de rícino…mas hoje fica muito difícil fazer uma usina igual ou pelo menos parecida que
    dure umas boas voltas no giro alto sem travar…

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  • 30 de dezembro de 2008 em 12:19
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    Bom dia,esse DKW foi feito nos anos 1983,em Santana do Livramento,eu corria nele em Caçapava do Sul e em Rivera no Uruguay,com o numero 111,nas cores amarelas e azul.
    Tinha portas de aluminio,capo traseiro de lona,vidro dianteiro de fusca,chassis cuidadosamente furado com as mesmas distancias entre eles,freio a disco.Bloco preparado por representante DKW para Porto Alegre,nao me recordo o nome.
    Gostaria de saber se voce nao tem interesse de vender???
    Sou de Santana do Livramento.Tenho loja de pneus em Rivera representante Pirelli.
    Estou aguardando sua resposta!!!

    um abraço.

    Edmundo.

    Resposta
  • 30 de dezembro de 2008 em 12:19
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    Bom dia,esse DKW foi feito nos anos 1983,em Santana do Livramento,eu corria nele em Caçapava do Sul e em Rivera no Uruguay,com o numero 111,nas cores amarelas e azul.
    Tinha portas de aluminio,capo traseiro de lona,vidro dianteiro de fusca,chassis cuidadosamente furado com as mesmas distancias entre eles,freio a disco.Bloco preparado por representante DKW para Porto Alegre,nao me recordo o nome.
    Gostaria de saber se voce nao tem interesse de vender???
    Sou de Santana do Livramento.Tenho loja de pneus em Rivera representante Pirelli.
    Estou aguardando sua resposta!!!

    um abraço.

    Edmundo.

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  • 19 de Abril de 2009 em 16:01
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    Boa tarde, alguém tem receita de colocar freio a disco no Dkw?

    Resposta
  • 19 de Abril de 2009 em 16:01
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    Boa tarde, alguém tem receita de colocar freio a disco no Dkw?

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  • 19 de Abril de 2009 em 17:20
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    Ronnie vc está falando de onde. Assim fica mais fácil saber para poder te ajudar, certo mano!

    Resposta
  • 19 de Abril de 2009 em 17:20
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    Ronnie vc está falando de onde. Assim fica mais fácil saber para poder te ajudar, certo mano!

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  • 5 de julho de 2009 em 11:31
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    bom dia freio a disco ,eu coloquei no meu 64 freio disco e homocinetica do passat ,da um trabalho mas resolve os unicos problemas do DKW freio ruin e cruzeta batendo ou quebrada,vi muitas coridas na terra participava de uma equipe de porto alegre do bonilha (sapo)era muito bom ver os mestres da terra graciano e fernando pilotando ,DKW dourado met depois pintei de azul met

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  • 5 de julho de 2009 em 11:31
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    bom dia freio a disco ,eu coloquei no meu 64 freio disco e homocinetica do passat ,da um trabalho mas resolve os unicos problemas do DKW freio ruin e cruzeta batendo ou quebrada,vi muitas coridas na terra participava de uma equipe de porto alegre do bonilha (sapo)era muito bom ver os mestres da terra graciano e fernando pilotando ,DKW dourado met depois pintei de azul met

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  • 13 de julho de 2009 em 23:23
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    buenas tche acho muito legal essas dkw ja assiti algumas corridas gostaria de receber algumas fotos das corridas para matar a saudade principalmente das corridas de taquara sou sobrinho do rudimar araujo que era piloto da
    dkw 55 ocara era bom tambem junto com fernando ,graciano jorge ,bonilha entre outro muito legal aquele tempo .se puderes mandar algumas fotos para meu e-mail ficarei muito feliz .

    um abraço.

    Resposta
  • 13 de julho de 2009 em 23:23
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    buenas tche acho muito legal essas dkw ja assiti algumas corridas gostaria de receber algumas fotos das corridas para matar a saudade principalmente das corridas de taquara sou sobrinho do rudimar araujo que era piloto da
    dkw 55 ocara era bom tambem junto com fernando ,graciano jorge ,bonilha entre outro muito legal aquele tempo .se puderes mandar algumas fotos para meu e-mail ficarei muito feliz .

    um abraço.

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  • 13 de julho de 2009 em 23:23
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    buenas tche acho muito legal essas dkw ja assiti algumas corridas gostaria de receber algumas fotos das corridas para matar a saudade principalmente das corridas de taquara sou sobrinho do rudimar araujo que era piloto da
    dkw 55 o cara era bom tambem junto com fernando ,graciano jorge ,bonilha entre outros muito legal aquele tempo .se puderes mandar algumas fotos para meu e-mail ficarei muito feliz .

    um abraço.

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  • 13 de julho de 2009 em 23:23
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    buenas tche acho muito legal essas dkw ja assiti algumas corridas gostaria de receber algumas fotos das corridas para matar a saudade principalmente das corridas de taquara sou sobrinho do rudimar araujo que era piloto da
    dkw 55 o cara era bom tambem junto com fernando ,graciano jorge ,bonilha entre outros muito legal aquele tempo .se puderes mandar algumas fotos para meu e-mail ficarei muito feliz .

    um abraço.

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  • 13 de julho de 2009 em 23:28
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    Infelizmente, não temos as fotos que pediu. Mas se pintar alguma lhe transmito…abs

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  • 13 de julho de 2009 em 23:28
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    Infelizmente, não temos as fotos que pediu. Mas se pintar alguma lhe transmito…abs

    Resposta
  • 4 de julho de 2010 em 19:41
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    Meu pai tirou um DKW zero em 1963, um belcar 1.000. Ja tinha aprendido a dirigir num Austin A40, que era um “tanque de guerra”.Mas peguei gosto pela direção foi no Dkw-Vemag, carrinho estavel, veloz, a tração dianteita era estupenda.Até hoje sinto saudades do bichinho, que nesta época eu tinha 14 anos e ia de carro p/o colégio. A moçada ficava escutando eu falar de dois tempos, tres bobinas, tres platinados, roda livre, e eu era o centro da atenção.Saudades do tempo e do DKW…

    Resposta
  • 4 de julho de 2010 em 19:41
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    Meu pai tirou um DKW zero em 1963, um belcar 1.000. Ja tinha aprendido a dirigir num Austin A40, que era um “tanque de guerra”.Mas peguei gosto pela direção foi no Dkw-Vemag, carrinho estavel, veloz, a tração dianteita era estupenda.Até hoje sinto saudades do bichinho, que nesta época eu tinha 14 anos e ia de carro p/o colégio. A moçada ficava escutando eu falar de dois tempos, tres bobinas, tres platinados, roda livre, e eu era o centro da atenção.Saudades do tempo e do DKW…

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